Vereza2010: Cristais quebrados *Carlos
Não é necessário ser profeta para revelar antecipadamente o que será o ano eleitoral de 2010.
Ou existe alguém com tamanha ingenuidade para acreditar que o “fascismo galopante” que aparelhou o estado brasileiro vá, pacificamente, entregar a um outro presidente que não seja do esquema lulista os cargos, as benesses, os fundos de pensão, o nepotismo, enfim, a mais deslavada corrupção jamais vista no Brasil?
Lula já declarou, que (sic) “2010 vai pegar fogo!”. Entenda-se, por mais esta delicadeza gramatical, golpes abaixo da cintura: dossiês falsos, PCC “em rebelião”, MST convulsionando o país… que a lei de Godwin me perdoe - mas assistiremos em versão tupiniquim, a Kristallnacht, A Noite dos Cristais que marcou em 1938 o trágico início do nazismo na Alemanha.
E os “judeus” serão todos os democratas, os meios de comunicação não cooptados (verificar mais uma tentativa de cercear a liberdade de expressão no país: em texto aprovado pelo diretório nacional do PT, é proposto o controle público dos meios de comunicação e mecanismos de sanção à imprensa). Tudo isso para a perpetuação no poder de um partido que traiu um discurso de ética e moralidade ao longo de mais de 25 anos e, gradativamente, impõe ao país um assustador viés autoritário. Não se surpreendam: Há todo um lobby nacional e internacional visando a manutenção de Lula no poder.
Prêmios, como por exemplo, o Chatham House, em Londres, que contou com “patrocínios” de estatais como Petrobras, BNDS e Banco do Brasil, sem, até agora, uma explicação convincente por parte dos “patrocinadores”; matérias em revistas estrangeiras, enaltecendo o “mantenedor da estabilidade na América Latina”. Ou seja: a montagem virtual de um grande estadista…
Na verdade, Lula é o Übermensch dos especuladores que lucram como “nunca na história deste país”.
Sendo assim, quem, em perfeito juízo, pode supor que este ególatra passará, democraticamente, a faixa presidencial para, por exemplo, José Serra , ou mesmo Aécio Neves?
Pelo que já vimos de “inaugurações” de obras que sequer foram iniciadas, de desrespeito às leis eleitorais, do boicote às CPIs como a da Petrobras, do MST e tantos outros “deslizes”, temos o suficiente para imaginar o que será a “disputa” eleitoral em 2010.
E tem mais: o PT está comprando, com o nosso dinheiro, políticos, intelectuais, juízes, militares, o povo humilde com bolsa esmola e formando milícias com o MST, PCC, Sindicatos, ONGS, traficantes e outros, que recebem milhões e milhões de reais, para apoiar o PT e as falcatruas do Governo lula.
Não podemos nem pensar em colocar como Presidente do Brasil uma mulherTERRORISTA, que passou a vida assaltando bancos, matando pessoas inocentes, arrombando casas, roubando e matando. Só uma pessoa internada num manicômio seria capaz de votar numa BANDIDA para presidente de um País.
Confiram.
Carlos Vereza
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Política
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Tio Giba
O encanto de viajar está na própria viagem (M.Quintana)
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Jovi
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Esse tópico é muito legal, se tivesse mais tempo para ficar alfinetando....
Mas vamos lá... eu votaria no Aécio, queria muito que fosse ele o escolhido do PSDB, mas não rolou...
Agora minha posição é muito simples, não voto no Sr. Burns!!!!
Para quem não percebeu o trocadilho, afinal temos muitos CPI´s:
Sr. Burns:

Ficha: http://pt.wikipedia.org/wiki/Montgomery_Burns
Sr. Serra:

Ficha: http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Serra
Não gosto do Serra nem a pau... ele é um sacana tanto quanto qualquer outro, largou a prefeitura no meio do mandato que havia se comprometido a concluir deixando espaço para o Kassab que me dá nos nervos com as perseguições dele contra os motociclistas, como se a cidade não estivesse um lixo... isso é outra história...
Mas o Serra se orgulha todo do Rodoanel que tá pra fazer aniversário de 20 ou 30 anos e nem tá pronto ainda como se apenas isso bastasse, além de largar mais um mandato pela metade e não fazer nada no final...
Ele é tão tranbiqueiro quanto os demais... sob a supervisão dele, falando em roubalheira:
http://noticias.r7.com/sao-paulo/notici ... 91119.html
PT e PSDB juntinhos roubando o povo, então falando em roubar, em quem votar? Qual desses partidos? O que roubou mais? O que roubou menos mas bateu o recorde individual?
Um time de astros, para que ninguém sinta falta de nada... tem de tudo mesmo...
Então dai é muito complicado...
Eu não gosto da Dilma também... então não me sobrou nada, deprimente as opções que temos para escolher...
Falando na Dilma, leio muito sobre os atos terroristas dela em mil novecentos e guaraná com rolha quando o governo limitava a expressão e a liberdade e ela e mais alguns resolveram lutar como milícia...
Complicado acusar o PT de hoje de sufocar a liberdade de expressão e depois acusar a Dilma de ser terrorista por ter lutado como milícia contra um governo que foi opressor...
Bom nada sei daquela época, ainda sou novo, não vivi o período e vejo muitos comentários pela internet de gente dizento que a Ditadura Militar que era boa... sei não...
Sei que se eu vivesse num período de extremo controle da liberdade de expressão e houvessem grupos a favor de lutar contra, olha acho que eu iria junto...
Nesse ponto gosto de pensar que liberdade é o estado da arte que me permite pilotar minha moto pelas estradas, respeitando os demais claro, mas fumando meu cigarro, consumindo gasolina por que gosto mesmo disso...
Que eu possa rodar na Marginal do Tiête e na Avenida 23 de Maio só por que são avenidas que são importantes e por que de moto tenho os mesmos DIREITOS que qualquer outro de carro... lembrando que o Kassab, subordinado do Sr. Burns, esta em vias de proibir o trânsito de motos nessas avenidas, apenas as motos...
Ainda temos o meio ambiente, esqueci, graças a essa preocupação temos o rodízio de veículos, que o Pitta implantou com uma desculpa esfarrapada e hoje só serve para encher os cofres públicos de dinheiro com as multas, por que os bons tempos da economia proporcionam a quem tem dinheiro, comprar dois carros e burlar o rodízio e quem não tem fica sem e morre esmagado no metrô, chega mais tarde e sai mais tarde dá seus pulos....
Opa, minha revolta me conduziu para o lado negro e desviei o assunto...
Voltando a falar de políticas que só beneficiam algumas pequenas parcelas sei que é difícil chegar a qualquer conclusão, mas acho que a discussão ainda é saudável e bem vinda!!!!!

Mas vamos lá... eu votaria no Aécio, queria muito que fosse ele o escolhido do PSDB, mas não rolou...
Agora minha posição é muito simples, não voto no Sr. Burns!!!!
Para quem não percebeu o trocadilho, afinal temos muitos CPI´s:
Sr. Burns:

Ficha: http://pt.wikipedia.org/wiki/Montgomery_Burns
Sr. Serra:

Ficha: http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Serra
Não gosto do Serra nem a pau... ele é um sacana tanto quanto qualquer outro, largou a prefeitura no meio do mandato que havia se comprometido a concluir deixando espaço para o Kassab que me dá nos nervos com as perseguições dele contra os motociclistas, como se a cidade não estivesse um lixo... isso é outra história...
Mas o Serra se orgulha todo do Rodoanel que tá pra fazer aniversário de 20 ou 30 anos e nem tá pronto ainda como se apenas isso bastasse, além de largar mais um mandato pela metade e não fazer nada no final...
Ele é tão tranbiqueiro quanto os demais... sob a supervisão dele, falando em roubalheira:
http://noticias.r7.com/sao-paulo/notici ... 91119.html
PT e PSDB juntinhos roubando o povo, então falando em roubar, em quem votar? Qual desses partidos? O que roubou mais? O que roubou menos mas bateu o recorde individual?
Um time de astros, para que ninguém sinta falta de nada... tem de tudo mesmo...
Então dai é muito complicado...
Eu não gosto da Dilma também... então não me sobrou nada, deprimente as opções que temos para escolher...
Falando na Dilma, leio muito sobre os atos terroristas dela em mil novecentos e guaraná com rolha quando o governo limitava a expressão e a liberdade e ela e mais alguns resolveram lutar como milícia...
Complicado acusar o PT de hoje de sufocar a liberdade de expressão e depois acusar a Dilma de ser terrorista por ter lutado como milícia contra um governo que foi opressor...
Bom nada sei daquela época, ainda sou novo, não vivi o período e vejo muitos comentários pela internet de gente dizento que a Ditadura Militar que era boa... sei não...
Sei que se eu vivesse num período de extremo controle da liberdade de expressão e houvessem grupos a favor de lutar contra, olha acho que eu iria junto...
Nesse ponto gosto de pensar que liberdade é o estado da arte que me permite pilotar minha moto pelas estradas, respeitando os demais claro, mas fumando meu cigarro, consumindo gasolina por que gosto mesmo disso...
Que eu possa rodar na Marginal do Tiête e na Avenida 23 de Maio só por que são avenidas que são importantes e por que de moto tenho os mesmos DIREITOS que qualquer outro de carro... lembrando que o Kassab, subordinado do Sr. Burns, esta em vias de proibir o trânsito de motos nessas avenidas, apenas as motos...
Ainda temos o meio ambiente, esqueci, graças a essa preocupação temos o rodízio de veículos, que o Pitta implantou com uma desculpa esfarrapada e hoje só serve para encher os cofres públicos de dinheiro com as multas, por que os bons tempos da economia proporcionam a quem tem dinheiro, comprar dois carros e burlar o rodízio e quem não tem fica sem e morre esmagado no metrô, chega mais tarde e sai mais tarde dá seus pulos....
Opa, minha revolta me conduziu para o lado negro e desviei o assunto...
Voltando a falar de políticas que só beneficiam algumas pequenas parcelas sei que é difícil chegar a qualquer conclusão, mas acho que a discussão ainda é saudável e bem vinda!!!!!
Código de Trânsito Brasileiro, Art. 29, XII, § 2º. Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.
[]´s Jovi
http://www.jovi.net.br
http://www.motoscustom.com.br
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ESSE ANO EU VOU VOTAR NAS P...., JÁ CANSEI DE VOTAR NOS FILHOS DELAS E NÃO ADIANTOU NADA... hehehehe
A piada é velha, mas sempre atual... hehehehe
A piada é velha, mas sempre atual... hehehehe
Vamo, vamo INTEEER
Bom, quanto a fazer parte de um grupo contra a ditadura, beleza. Mas mano: assalto, sequestro, terrorismo, etc.. na boa , não compactuo com isso.
Não voto na Dilma por conta disso assim como também não votei no Lula.
Sobre nosso presidente, como eu cresci em São Bernardo já cheirei muito gás lacrimogênio por causa desse "companheiro" que incitava seus seguidores a forçar os comerciantes da cidade a fecharem suas portas no dia das passeatas e greves do Sindicato, sob mira de atiradeiras e bolinhas de gude e ameaças de saque.
Depois dessa pacata passagem pelo centro comercial da cidade, nosso Lulinha-paz-e-amor ia lá no palco do 1º de Maio falar em Liberdade.
Pra mim, na boa, os fins não justificam os meios.
Não voto na Dilma por conta disso assim como também não votei no Lula.
Sobre nosso presidente, como eu cresci em São Bernardo já cheirei muito gás lacrimogênio por causa desse "companheiro" que incitava seus seguidores a forçar os comerciantes da cidade a fecharem suas portas no dia das passeatas e greves do Sindicato, sob mira de atiradeiras e bolinhas de gude e ameaças de saque.
Depois dessa pacata passagem pelo centro comercial da cidade, nosso Lulinha-paz-e-amor ia lá no palco do 1º de Maio falar em Liberdade.
Pra mim, na boa, os fins não justificam os meios.
Mário C. Filipi (Viageiros MT/ CPI)
Mogi Guaçú - SP
Drag Star 650 - 2008 Preta
ISRA-32824
Mogi Guaçú - SP
Drag Star 650 - 2008 Preta
ISRA-32824
ENTREVISTA DA SENADORA KÁTIA ABREU
REPASSANDO
Leiam a entrevista da senadora. Fala-se muito de MST. É preciso se conhecer
o outro lado da moeda. A Entrevista da senadora esclarece, em profundidade,
a situação do campo. Mulher de fibra e democrática e que combate com vigor
uma ideologia que já não existe no mundo, só em países de analfabetos como
o Brasil.
Páginas amarelas da Revista Veja, Edição 2162 - de 28 de Abril de 2010.
Contra os preconceitos
A senadora e presidente da entidade que representa os produtores rurais diz
que o sucessor de Lula precisa assumir um compromisso com a propriedade
privada
Diogo Schelp
"A norma usada pelo governo para definir trabalho escravo é uma punição à
existência da propriedade privada no campo"
Sobre a mesa da presidência da Confederação da Agricultura e Pecuária
(CNA), em Brasília, há um grande coelho azul igual ao que a Mônica,
personagem do cartunista Mauricio de Sousa, utiliza para bater naqueles que
a provocam. O bicho de pelúcia foi um presente que a equipe da CNA deu à
presidente da entidade, a senadora Kátia Abreu (DEM-TO), de 48 anos, como
brincadeira em referência à sua fama de briguenta. No Senado ou no comando
da confederação, ela tem procurado provar que muitas das medidas do governo
que atrapalham o desenvolvimento do agronegócio e aumentam a insegurança
jurídica no país são orientadas por preconceito ideológico .
Agropecuarista desde os 25 anos de idade, quando, grávida do terceiro
filho, ficou viúva e teve de assumir a fazenda do marido, a senadora
concedeu a seguinte entrevista a VEJA.
Qual é a imagem que os brasileiros têm dos produtores rurais?
A ideia prevalente, e errada, é que o agronegócio exporta tudo o que
produz, cabendo aos pequenos produtores abastecer o mercado interno.
Pequenos, médios e grandes produtores destinam ao mercado interno 70% de
tudo o que colhem ou criam. Também é muito forte e igualmente errada a
noção de que fazendeiro vive de destruir a natureza e escravizar
trabalhadores. Obviamente, como em qualquer atividade, ocorrem alguns
abusos no campo. Mas o jogo duro de nossos adversários isolou os produtores
do debate e espalhou essa ideia terrorista sobre a nossa atividade. Esses
preconceitos precisam ser desfeitos.
Como?
Mostrando na prática que não somos escravocratas e que não destruímos o
meio ambiente. Nós temos um projeto em parceria com a Embrapa dedicado a
pesquisar e difundir boas práticas que permitam unir produção rural e
proteção do ambiente. Essa história de trabalho escravo também precisa ser
abordada com ações que produzam respostas práticas. Nós treinamos 200
instrutores para inspecionar fazendas pelo Brasil e avaliar as condições de
vida dos empregados. Já visitamos mais de 1 000 fazendas. O que se vê é
uma imensa boa vontade da maioria dos proprietários de cumprir tudo o que a
lei manda e seguir direito as normas reguladoras. Ocorre que a norma que
rege o trabalho no campo, a NR-31, tem 252 itens. Em qualquer atividade,
cumprir 252 critérios é muito difícil. Nas fazendas, isso é uma
exorbitância. Até em uma fazenda-modelo um fiscal vai encontrar pelo menos
um item dos 252 que não está de acordo com a norma.
Por que nas fazendas isso seria uma exorbitância?
Imagine que um determinado trabalhador seja responsável por tirar leite das
vacas da fazenda. Um belo dia, o dono acha que o mais adequado é mudar a
função do empregado e ele passa a, digamos, ser encarregado de roçar o
pasto. Parece simples, mas não é. A norma legal determina que, para mudar
de função, o trabalhador precisa antes de mais nada se submeter a um exame
médico, que é apenas o primeiro passo de um complexo processo de
transferência de uma vaga para outra. Bem, essa exigência seria burocrática
e custosa até mesmo em um escritório de contabilidade na cidade. Nas
pequenas e médias fazendas, que são 80% das propriedades rurais
brasileiras, ela é um absurdo. Quem não sabe que, nessas fazendas, o mesmo
trabalhador costuma exercer diversas funções no decorrer do dia? Ele tira
leite de manhã cedo, trata das galinhas às 10 horas, às 4 da tarde cuida
dos porcos e depois vai roçar o pasto. Outras regras abusivas e difíceis de
ser cumpridas à risca por todos os fazendeiros são as que determinam as
dimensões exatas dos beliches, a espessura dos colchões ou a altura das
mesas nos refeitórios.
"Quero fazer um desafio aos ministros: administrar uma fazenda de qualquer
tamanho em uma nova fronteira agrícola e aplicar as leis trabalhistas,
ambientais e agrárias completas na propriedade"
Um produtor pode ser acusado de manter trabalho escravo apenas por
descumprir detalhes como esses?
Sim. A Organização Internacional do Trabalho define o trabalho forçado como
aquele feito sob armas, com proibição de ir e vir ou sem salário. Isso,
sim, é trabalho escravo, e quem o pratica deve ir para a cadeia. O problema
é que, pelas normas em vigor no Brasil, um beliche fora do padrão exigido
pode levar o fazendeiro a responder por maus-tratos aos empregados. A NR-31
é uma punição à existência em si da propriedade privada no campo. Não estou
fazendo a defesa dos que maltratam funcionários ou dos que lançam mão de
trabalho infantil. Essa gente tem de ser punida mesmo. Ponto. Estou
chamando atenção para o absurdo. Imagine a seguinte situação: é hora do
almoço, o trabalhador desce do trator, pega a marmita e decide comer sob
uma árvore. Um fiscal pode enquadrar o fazendeiro por manter trabalho
escravo simplesmente porque não providenciou uma tenda para o almoço do
tratorista. Isso é bem diferente de chegar a uma fazenda e encontrar o
pessoal todo comendo sob o sol inclemente. São duas situações diferentes.
Mas elas provocam as mesmas punições. Isso confunde o pessoal do campo, que
passa a se sentir sempre um fora da lei. Meu ponto de vista é que deveria
prevalecer o bom senso. Nas minhas palestras, eu recomendo aos produtores
rurais que avaliem a comida, o banheiro e o alojamento dos empregados por
um critério simples: se eles forem bons o bastante para seus próprios
filhos e netos, então eles são adequados também para os empregados.
Qual o interesse do governo em punir o produtor rural?
Isso é um componente ideológico da esquerda fundamentalista que conseguiu
se manifestar no atual governo. Essa parcela atrasada da esquerda acredita
apenas no coletivo e não admite a produção individual, privada. O que está
sendo feito neste país me deixa indignada e triste, pois não é fácil de
desmanchar: estão jogando os pequenos contra os grandes produtores. Isso
está acontecendo no IBGE, cujo Censo Agropecuário está cheio de informações
falsas, desonestas, distorcidas por razões puramente ideológicas.
O que há de errado no censo?
A melhor definição de agricultura familiar, utilizada até pelo Banco
Central, é baseada em três princípios. Primeiro, o tamanho da terra, que
deve ser de, no máximo, quatro módulos rurais. Segundo, que utilize mão de
obra predominantemente familiar. Terceiro, que a maior parte do faturamento
da família venha dessa propriedade. O que o IBGE fez neste governo? Matou
os critérios de mão de obra e de renda da propriedade. Com isso, todos os
proprietários com até quatro módulos entraram na categoria agricultura
familiar. Qual o objetivo disso? Desmoralizar o agronegócio, a grande
empresa e a propriedade privada.
Por que isso desmoraliza o agronegócio?
Para dar a ideia de que os pequenos produtores sustentam a produção
nacional, mas recebem menos crédito agrícola que os médios e grandes, que
exportam tudo. Esse argumento, baseado em estatísticas distorcidas, não
traz ganhos ao país. Concordo que precisamos encontrar as diferenças entre
os agricultores, mas elas devem se basear em produção e renda, para amparar
toda a cadeia e não provocar um conflito entre pequenos e grandes. Afinal,
existe propriedade pequena no Paraná que é muito mais produtiva e rica do
que uma grande fazenda no Centro-Oeste. Além disso, as informações
equivocadas do IBGE dão prejuízo ao setor, porque não se pode fazer
planejamento estratégico de investimento em cima de previsões falsas. Em
todos os países desenvolvidos, a pesquisa pública é um santuário. Nem a
ditadura militar interferiu nos institutos de pesquisa. O IBGE e o Ipea
foram aparelhados pelos ideólogos dos ministérios do Desenvolvimento
Agrário e do Meio Ambiente.
"Temos uma lei que garante o investimento em portos e um decreto que o
cerceia. Só encontro duas explicações: o preconceito contra a empresa
privada ou a proteção a um cartel existente"
Essa é uma postura do governo Lula em geral ou apenas de uma minoria no
poder?
Há pessoas no governo que não são xiitas. O ministro do Desenvolvimento
Agrário (Guilherme Cassel) e o ex-titular da Pasta de Meio Ambiente (Carlos
Minc), contudo, em vez de encontrar soluções para os problemas, passaram os
últimos anos dividindo o país para aumentar a sua torcida. Eles não tinham
o direito de fazer isso. Um ministro de estado deve proteger o Brasil, não
apenas alguns brasileiros. Quero fazer um desafio aos ministros do
Trabalho, do Meio Ambiente e do Desenvolvimento Agrário: que eles
administrem uma fazenda de qualquer tamanho em uma região de nova fronteira
agrícola e tentem aplicar as legislações trabalhistas, ambientais e
agrárias completas na propriedade. Mas não podem fazer milagre, porque nós
vamos acompanhar. Se, depois de três anos, eles conseguirem manter o
emprego e a renda nessa propriedade, fazemos uma vaquinha, compramos a
terra para eles e damos o braço a torcer, reconhecendo que estavam certos.
O que mais atrapalha os negócios no campo?
A insegurança jurídica. Se não há estabilidade nem confiança, as plantas e
a produção de carne recusam-se a prosperar. Nas empresas urbanas é a mesma
coisa. Não se podem utilizar bandeiras sociais ou ambientais para ferir a
segurança jurídica. Não vejo problema em dar terras aos índios, aos
quilombolas ou aos sem-terra. Mas tudo isso precisa ser feito em
concordância com o direito de propriedade. Neste mês, apresentei uma
proposta ao Ministério da Justiça para estabelecer um Plano Nacional de
Combate às Invasões. Existem planos do governo para coibir o tráfico de
drogas, a venda ilegal de animais silvestres e a pirataria. Por que não
combater também o crime organizado no campo?
A senhora é contra a reforma agrária?
Não. Sou contra a invasão. Sou contra tomar a terra com um índice de
produtividade imbecil, que não é compatível com a atualidade da gestão do
empresariado brasileiro. Hoje, os saudosistas de esquerda destroem pé de
laranja e invadem órgãos de pesquisa porque o latifúndio improdutivo não
existe mais. Os radicais não se conformam com isso. Há quarenta anos,
éramos um dos maiores importadores de comida do mundo. Atualmente, não só
somos autossuficientes como nos tornamos o segundo maior exportador de
alimentos.
O que o produtor rural quer do próximo presidente?
Precisamos que o próximo presidente entenda que dividir o país entre
pequenos e grandes é uma visão simplista e ruinosa. É necessário que ele
saiba que existe uma classe média rural que não tem a escala das grandes
empresas agrícolas, mas que também não se enquadra na agricultura familiar.
Essa classe média rural é vulnerável às oscilações de preços e de clima,
mas não tem condições de se proteger sozinha disso. Nesse ponto, o estado
pode ajudar. Mas a primeira pergunta que faremos aos candidatos será: o que
eles pensam a respeito da propriedade privada?
Que medidas podem servir a todos esses três estratos sociais da
agricultura?
A medida universal é investir na infraestrutura. Se a movimentação nos
portos continuar crescendo à taxa atual, de 12% ao ano, em oito anos nós
precisaremos de um outro Brasil portuário. A ironia é que o Brasil tem uma
das leis de portos mais avançadas do mundo. Mas, em 2008, o governo aprovou
um decreto que vem impedindo novos investimentos privados na construção de
portos. O decreto interessa basicamente a empresários que participaram da
privatização dos portos públicos, sendo Daniel Dantas o maior deles, e que
não querem a abertura da concorrência. Isso faria cair as tarifas, e os
portos ficaria m mais eficientes. Para resumir, temos uma lei que garante o
investimento e um decreto que o cerceia. Só encontro duas explicações
possíveis: o preconceito contra a empresa privada ou a proteção a um cartel
existente.
A senhora sonha em ser candidata a vice-presidente na chapa de José Serra?
Preciso deixar que a decisão partidária prevaleça. Ninguém pode querer ser
vice de alguém. As pessoas querem ser o personagem principal, aquele que
terá a caneta na mão para implementar as suas decisões, ideais e planos. O
vice é apenas um coadjuvante. Mas fico orgulhosa quando meu nome é citado
por eu ser de um estado novo, o Tocantins, por ser mulher e por representar
o setor agropecuário, que nunca teve muito espaço nas chapas majoritárias e
na política nacional.
ALERTA:
NÃO VOTAR EM CORRUPTO É UM DEVER CÍVICO
REPASSANDO
Leiam a entrevista da senadora. Fala-se muito de MST. É preciso se conhecer
o outro lado da moeda. A Entrevista da senadora esclarece, em profundidade,
a situação do campo. Mulher de fibra e democrática e que combate com vigor
uma ideologia que já não existe no mundo, só em países de analfabetos como
o Brasil.
Páginas amarelas da Revista Veja, Edição 2162 - de 28 de Abril de 2010.
Contra os preconceitos
A senadora e presidente da entidade que representa os produtores rurais diz
que o sucessor de Lula precisa assumir um compromisso com a propriedade
privada
Diogo Schelp
"A norma usada pelo governo para definir trabalho escravo é uma punição à
existência da propriedade privada no campo"
Sobre a mesa da presidência da Confederação da Agricultura e Pecuária
(CNA), em Brasília, há um grande coelho azul igual ao que a Mônica,
personagem do cartunista Mauricio de Sousa, utiliza para bater naqueles que
a provocam. O bicho de pelúcia foi um presente que a equipe da CNA deu à
presidente da entidade, a senadora Kátia Abreu (DEM-TO), de 48 anos, como
brincadeira em referência à sua fama de briguenta. No Senado ou no comando
da confederação, ela tem procurado provar que muitas das medidas do governo
que atrapalham o desenvolvimento do agronegócio e aumentam a insegurança
jurídica no país são orientadas por preconceito ideológico .
Agropecuarista desde os 25 anos de idade, quando, grávida do terceiro
filho, ficou viúva e teve de assumir a fazenda do marido, a senadora
concedeu a seguinte entrevista a VEJA.
Qual é a imagem que os brasileiros têm dos produtores rurais?
A ideia prevalente, e errada, é que o agronegócio exporta tudo o que
produz, cabendo aos pequenos produtores abastecer o mercado interno.
Pequenos, médios e grandes produtores destinam ao mercado interno 70% de
tudo o que colhem ou criam. Também é muito forte e igualmente errada a
noção de que fazendeiro vive de destruir a natureza e escravizar
trabalhadores. Obviamente, como em qualquer atividade, ocorrem alguns
abusos no campo. Mas o jogo duro de nossos adversários isolou os produtores
do debate e espalhou essa ideia terrorista sobre a nossa atividade. Esses
preconceitos precisam ser desfeitos.
Como?
Mostrando na prática que não somos escravocratas e que não destruímos o
meio ambiente. Nós temos um projeto em parceria com a Embrapa dedicado a
pesquisar e difundir boas práticas que permitam unir produção rural e
proteção do ambiente. Essa história de trabalho escravo também precisa ser
abordada com ações que produzam respostas práticas. Nós treinamos 200
instrutores para inspecionar fazendas pelo Brasil e avaliar as condições de
vida dos empregados. Já visitamos mais de 1 000 fazendas. O que se vê é
uma imensa boa vontade da maioria dos proprietários de cumprir tudo o que a
lei manda e seguir direito as normas reguladoras. Ocorre que a norma que
rege o trabalho no campo, a NR-31, tem 252 itens. Em qualquer atividade,
cumprir 252 critérios é muito difícil. Nas fazendas, isso é uma
exorbitância. Até em uma fazenda-modelo um fiscal vai encontrar pelo menos
um item dos 252 que não está de acordo com a norma.
Por que nas fazendas isso seria uma exorbitância?
Imagine que um determinado trabalhador seja responsável por tirar leite das
vacas da fazenda. Um belo dia, o dono acha que o mais adequado é mudar a
função do empregado e ele passa a, digamos, ser encarregado de roçar o
pasto. Parece simples, mas não é. A norma legal determina que, para mudar
de função, o trabalhador precisa antes de mais nada se submeter a um exame
médico, que é apenas o primeiro passo de um complexo processo de
transferência de uma vaga para outra. Bem, essa exigência seria burocrática
e custosa até mesmo em um escritório de contabilidade na cidade. Nas
pequenas e médias fazendas, que são 80% das propriedades rurais
brasileiras, ela é um absurdo. Quem não sabe que, nessas fazendas, o mesmo
trabalhador costuma exercer diversas funções no decorrer do dia? Ele tira
leite de manhã cedo, trata das galinhas às 10 horas, às 4 da tarde cuida
dos porcos e depois vai roçar o pasto. Outras regras abusivas e difíceis de
ser cumpridas à risca por todos os fazendeiros são as que determinam as
dimensões exatas dos beliches, a espessura dos colchões ou a altura das
mesas nos refeitórios.
"Quero fazer um desafio aos ministros: administrar uma fazenda de qualquer
tamanho em uma nova fronteira agrícola e aplicar as leis trabalhistas,
ambientais e agrárias completas na propriedade"
Um produtor pode ser acusado de manter trabalho escravo apenas por
descumprir detalhes como esses?
Sim. A Organização Internacional do Trabalho define o trabalho forçado como
aquele feito sob armas, com proibição de ir e vir ou sem salário. Isso,
sim, é trabalho escravo, e quem o pratica deve ir para a cadeia. O problema
é que, pelas normas em vigor no Brasil, um beliche fora do padrão exigido
pode levar o fazendeiro a responder por maus-tratos aos empregados. A NR-31
é uma punição à existência em si da propriedade privada no campo. Não estou
fazendo a defesa dos que maltratam funcionários ou dos que lançam mão de
trabalho infantil. Essa gente tem de ser punida mesmo. Ponto. Estou
chamando atenção para o absurdo. Imagine a seguinte situação: é hora do
almoço, o trabalhador desce do trator, pega a marmita e decide comer sob
uma árvore. Um fiscal pode enquadrar o fazendeiro por manter trabalho
escravo simplesmente porque não providenciou uma tenda para o almoço do
tratorista. Isso é bem diferente de chegar a uma fazenda e encontrar o
pessoal todo comendo sob o sol inclemente. São duas situações diferentes.
Mas elas provocam as mesmas punições. Isso confunde o pessoal do campo, que
passa a se sentir sempre um fora da lei. Meu ponto de vista é que deveria
prevalecer o bom senso. Nas minhas palestras, eu recomendo aos produtores
rurais que avaliem a comida, o banheiro e o alojamento dos empregados por
um critério simples: se eles forem bons o bastante para seus próprios
filhos e netos, então eles são adequados também para os empregados.
Qual o interesse do governo em punir o produtor rural?
Isso é um componente ideológico da esquerda fundamentalista que conseguiu
se manifestar no atual governo. Essa parcela atrasada da esquerda acredita
apenas no coletivo e não admite a produção individual, privada. O que está
sendo feito neste país me deixa indignada e triste, pois não é fácil de
desmanchar: estão jogando os pequenos contra os grandes produtores. Isso
está acontecendo no IBGE, cujo Censo Agropecuário está cheio de informações
falsas, desonestas, distorcidas por razões puramente ideológicas.
O que há de errado no censo?
A melhor definição de agricultura familiar, utilizada até pelo Banco
Central, é baseada em três princípios. Primeiro, o tamanho da terra, que
deve ser de, no máximo, quatro módulos rurais. Segundo, que utilize mão de
obra predominantemente familiar. Terceiro, que a maior parte do faturamento
da família venha dessa propriedade. O que o IBGE fez neste governo? Matou
os critérios de mão de obra e de renda da propriedade. Com isso, todos os
proprietários com até quatro módulos entraram na categoria agricultura
familiar. Qual o objetivo disso? Desmoralizar o agronegócio, a grande
empresa e a propriedade privada.
Por que isso desmoraliza o agronegócio?
Para dar a ideia de que os pequenos produtores sustentam a produção
nacional, mas recebem menos crédito agrícola que os médios e grandes, que
exportam tudo. Esse argumento, baseado em estatísticas distorcidas, não
traz ganhos ao país. Concordo que precisamos encontrar as diferenças entre
os agricultores, mas elas devem se basear em produção e renda, para amparar
toda a cadeia e não provocar um conflito entre pequenos e grandes. Afinal,
existe propriedade pequena no Paraná que é muito mais produtiva e rica do
que uma grande fazenda no Centro-Oeste. Além disso, as informações
equivocadas do IBGE dão prejuízo ao setor, porque não se pode fazer
planejamento estratégico de investimento em cima de previsões falsas. Em
todos os países desenvolvidos, a pesquisa pública é um santuário. Nem a
ditadura militar interferiu nos institutos de pesquisa. O IBGE e o Ipea
foram aparelhados pelos ideólogos dos ministérios do Desenvolvimento
Agrário e do Meio Ambiente.
"Temos uma lei que garante o investimento em portos e um decreto que o
cerceia. Só encontro duas explicações: o preconceito contra a empresa
privada ou a proteção a um cartel existente"
Essa é uma postura do governo Lula em geral ou apenas de uma minoria no
poder?
Há pessoas no governo que não são xiitas. O ministro do Desenvolvimento
Agrário (Guilherme Cassel) e o ex-titular da Pasta de Meio Ambiente (Carlos
Minc), contudo, em vez de encontrar soluções para os problemas, passaram os
últimos anos dividindo o país para aumentar a sua torcida. Eles não tinham
o direito de fazer isso. Um ministro de estado deve proteger o Brasil, não
apenas alguns brasileiros. Quero fazer um desafio aos ministros do
Trabalho, do Meio Ambiente e do Desenvolvimento Agrário: que eles
administrem uma fazenda de qualquer tamanho em uma região de nova fronteira
agrícola e tentem aplicar as legislações trabalhistas, ambientais e
agrárias completas na propriedade. Mas não podem fazer milagre, porque nós
vamos acompanhar. Se, depois de três anos, eles conseguirem manter o
emprego e a renda nessa propriedade, fazemos uma vaquinha, compramos a
terra para eles e damos o braço a torcer, reconhecendo que estavam certos.
O que mais atrapalha os negócios no campo?
A insegurança jurídica. Se não há estabilidade nem confiança, as plantas e
a produção de carne recusam-se a prosperar. Nas empresas urbanas é a mesma
coisa. Não se podem utilizar bandeiras sociais ou ambientais para ferir a
segurança jurídica. Não vejo problema em dar terras aos índios, aos
quilombolas ou aos sem-terra. Mas tudo isso precisa ser feito em
concordância com o direito de propriedade. Neste mês, apresentei uma
proposta ao Ministério da Justiça para estabelecer um Plano Nacional de
Combate às Invasões. Existem planos do governo para coibir o tráfico de
drogas, a venda ilegal de animais silvestres e a pirataria. Por que não
combater também o crime organizado no campo?
A senhora é contra a reforma agrária?
Não. Sou contra a invasão. Sou contra tomar a terra com um índice de
produtividade imbecil, que não é compatível com a atualidade da gestão do
empresariado brasileiro. Hoje, os saudosistas de esquerda destroem pé de
laranja e invadem órgãos de pesquisa porque o latifúndio improdutivo não
existe mais. Os radicais não se conformam com isso. Há quarenta anos,
éramos um dos maiores importadores de comida do mundo. Atualmente, não só
somos autossuficientes como nos tornamos o segundo maior exportador de
alimentos.
O que o produtor rural quer do próximo presidente?
Precisamos que o próximo presidente entenda que dividir o país entre
pequenos e grandes é uma visão simplista e ruinosa. É necessário que ele
saiba que existe uma classe média rural que não tem a escala das grandes
empresas agrícolas, mas que também não se enquadra na agricultura familiar.
Essa classe média rural é vulnerável às oscilações de preços e de clima,
mas não tem condições de se proteger sozinha disso. Nesse ponto, o estado
pode ajudar. Mas a primeira pergunta que faremos aos candidatos será: o que
eles pensam a respeito da propriedade privada?
Que medidas podem servir a todos esses três estratos sociais da
agricultura?
A medida universal é investir na infraestrutura. Se a movimentação nos
portos continuar crescendo à taxa atual, de 12% ao ano, em oito anos nós
precisaremos de um outro Brasil portuário. A ironia é que o Brasil tem uma
das leis de portos mais avançadas do mundo. Mas, em 2008, o governo aprovou
um decreto que vem impedindo novos investimentos privados na construção de
portos. O decreto interessa basicamente a empresários que participaram da
privatização dos portos públicos, sendo Daniel Dantas o maior deles, e que
não querem a abertura da concorrência. Isso faria cair as tarifas, e os
portos ficaria m mais eficientes. Para resumir, temos uma lei que garante o
investimento e um decreto que o cerceia. Só encontro duas explicações
possíveis: o preconceito contra a empresa privada ou a proteção a um cartel
existente.
A senhora sonha em ser candidata a vice-presidente na chapa de José Serra?
Preciso deixar que a decisão partidária prevaleça. Ninguém pode querer ser
vice de alguém. As pessoas querem ser o personagem principal, aquele que
terá a caneta na mão para implementar as suas decisões, ideais e planos. O
vice é apenas um coadjuvante. Mas fico orgulhosa quando meu nome é citado
por eu ser de um estado novo, o Tocantins, por ser mulher e por representar
o setor agropecuário, que nunca teve muito espaço nas chapas majoritárias e
na política nacional.
ALERTA:
NÃO VOTAR EM CORRUPTO É UM DEVER CÍVICO
Tio Giba
O encanto de viajar está na própria viagem (M.Quintana)
O encanto de viajar está na própria viagem (M.Quintana)
Numa hora dessas o Serra deveria convidar o Ciro pra vice....

O Viajante
texto de Joelmir Beting
Se beber não dirija. Nem governe.
Até aqui, em 40 meses de governo, o presidente Lula já cometeu 102 viagens ao mundo. Ou mais de duas por mês, tal como semana sim, semana não. Sem contar, ora pois, as até aqui, 283 viagens pelo Brasil...
Hoje, dia 15, ele completa 382 dias fora do país desde a posse. E pelo Brasil, no mesmo período, 602 dias fora de Brasília.
Total da itinerância presidencial, caso único no mundo e na História: Exatos 984 dias fora do Palácio, em exatos 1.201 dias de presidência.
Equivale a 81,9% do seu mandato fora do seu gabinete. Esta é a defesa da tese de que ele não sabia e nem sabe de nada do que acontece no Palácio do Planalto.
Governar ou despachar, nem pensar.
A ordem é circular. A qualquer pretexto.
E sendo aqui deselegante, digo que o presidente não é (nem nunca foi) chegado ao batente, ao despacho, ao expediente.
Jamais poderá mourejar no gabinete, dez horas por dia, um simpático mandatário que tem na biografia o nunca ter se sentado à mesa nem para estudar, que dirá para trabalhar.'
SEM CONTAR AS DESPESAS:
FHC, EM 8 ANOS DE GOVERNO, GASTOU R$ 58 MILHÕES, CRITICADOS PELO PT.
LULA ATÉ AGORA, EM MENOS DE 7 ANOS, GASTOU R$ 584 MILHÕES! E SÓ AS IDENTIFICADAS PELA IMPRENSA
E o povão ainda aplaude e vota!
TODOS PRECISAM SABER. VAMOS REPASSAR
texto de Joelmir Beting
Se beber não dirija. Nem governe.
Até aqui, em 40 meses de governo, o presidente Lula já cometeu 102 viagens ao mundo. Ou mais de duas por mês, tal como semana sim, semana não. Sem contar, ora pois, as até aqui, 283 viagens pelo Brasil...
Hoje, dia 15, ele completa 382 dias fora do país desde a posse. E pelo Brasil, no mesmo período, 602 dias fora de Brasília.
Total da itinerância presidencial, caso único no mundo e na História: Exatos 984 dias fora do Palácio, em exatos 1.201 dias de presidência.
Equivale a 81,9% do seu mandato fora do seu gabinete. Esta é a defesa da tese de que ele não sabia e nem sabe de nada do que acontece no Palácio do Planalto.
Governar ou despachar, nem pensar.
A ordem é circular. A qualquer pretexto.
E sendo aqui deselegante, digo que o presidente não é (nem nunca foi) chegado ao batente, ao despacho, ao expediente.
Jamais poderá mourejar no gabinete, dez horas por dia, um simpático mandatário que tem na biografia o nunca ter se sentado à mesa nem para estudar, que dirá para trabalhar.'
SEM CONTAR AS DESPESAS:
FHC, EM 8 ANOS DE GOVERNO, GASTOU R$ 58 MILHÕES, CRITICADOS PELO PT.
LULA ATÉ AGORA, EM MENOS DE 7 ANOS, GASTOU R$ 584 MILHÕES! E SÓ AS IDENTIFICADAS PELA IMPRENSA
E o povão ainda aplaude e vota!
TODOS PRECISAM SABER. VAMOS REPASSAR
Tio Giba
O encanto de viajar está na própria viagem (M.Quintana)
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Jovi
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Então irmão concordo com você... hoje eu também não concordo com isso...mcfilipi escreveu:Bom, quanto a fazer parte de um grupo contra a ditadura, beleza. Mas mano: assalto, sequestro, terrorismo, etc.. na boa , não compactuo com isso.
Não voto na Dilma por conta disso assim como também não votei no Lula.
Sobre nosso presidente, como eu cresci em São Bernardo já cheirei muito gás lacrimogênio por causa desse "companheiro" que incitava seus seguidores a forçar os comerciantes da cidade a fecharem suas portas no dia das passeatas e greves do Sindicato, sob mira de atiradeiras e bolinhas de gude e ameaças de saque.
Depois dessa pacata passagem pelo centro comercial da cidade, nosso Lulinha-paz-e-amor ia lá no palco do 1º de Maio falar em Liberdade.
Pra mim, na boa, os fins não justificam os meios.
Agora o Brasil mudou muito nos últimos 10 anos, pra caramba nos últimos 20 anos, mudou infinitamente nos últimos 30 anos e por ai vai...
Lembro que quando era pequeno, minha mãe colocava eu e meu irmão no carro, e íamos para a fila do posto de gasolina para comprar galões e galões de gasolina... por que a meia noite o preço ia aumentar...
Lembro dessa fase por que brinquei muito dentro do carro enquanto não chegava nossa vez de comprar a maldita gasolina em galões...
Agora, hoje agente nem sabe o que é isso... pra mim é muito fácil falar sobre o que é errado ou certo...
Mas quando a necessidade é muito forte o ser humano faz umas coisas... calma, não tô dizendo que justifica...
Só estou dizendo que os tempos eram outros... pra alguns muito bom... para outros no entanto...
Pergunte a uma mãe de um desaparecido político desse período o que ela acha...
Eu não vivi no período, sou de 1979, nasci quando Bob Marley morreu e demorei uns 13 anos para começar, ainda sem entender a ouvi-lo...
Muitos anos depois, ouvir Bob Marley era me auto-intitular maconheiro... ainda é um pouco... mas hoje Bob Marley é um artista muito considerado... um mestre da música... rsrsrsrs
Sei lá, os tempos mudam, não quero ficar como papagaio de pirata falando o que ela fez ou não fez, por que, sem ter todos os dados e fatos na mão... é difícil de dizer...
Gilberto Gil teve de sair do país, depois virou político no Brasil... vai entender...
Código de Trânsito Brasileiro, Art. 29, XII, § 2º. Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.
[]´s Jovi
http://www.jovi.net.br
http://www.motoscustom.com.br
[]´s Jovi
http://www.jovi.net.br
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Quantas vezes você já viu, ouviu e leu os colunistas das Organizações Globo, no rádio, TV e jornal, falando mal das contas da previdência social, falando que aumentos de aposentadorias geram déficit, falando contra aumentos de salários do funcionalismo público civil e militar?
Esses colunistas recebem polpudos salários em dia para fazer estas campanhas contra o interesse dos aposentados, mas às custas do calote que empresas das Organizações Globo dão na previdência.
Em fevereiro de 2010, o calote da Infoglobo contabiliza o rombo milionário na receita do INSS de R$ 17.664.500,51.
Se essas empresas pagassem a previdência em dia, sem dar o calote, não haveria o chamado "déficit" para Miriam Leitão ficar escrevendo a respeito, e as aposentarias poderiam ter reajuste maiores.
1 – A Infoglobo empresa das Organizações Globo tem nove processos totalizando R$ 17.664.500,51, sendo que quatro deles são de “Penhora Regular e Suficiente”:
INFOGLOBO COMUNICACOES S.A.
CEI/CNPJ raiz: 00.396.253/0000-00
Total: R$ 17.664.500,51
http:// www1.previdencia.gov.br/devedores/consvalor.asp?cnpj=00396253000000
2 - A Editora Abril deve à Previdência R$ 1.169.560,41:
EDITORA ABRIL S.A.
CEI/CNPJ raiz: 02.183.757/0000-00
Total: R$ 1.169.560,41
http:// www1.previdencia.gov.br/devedores/consvalor.asp?cnpj=02183757000000
3 - A Rádio e Televisão Bandeirantes tem sete processos totalizando R$ 2.646.664,15, sendo que três deles são de “Pedido de Penhora e/ou Reforço de Penhora”:
RADIO E TELEVISAO BANDEIRANTES LTDA
CEI/CNPJ raiz: 60.509.239/0000-00
Total: R$ 2.646.664,15
http:// www1.previdencia.gov.br/devedores/consvalor.asp?cnpj=60509239000000
4 - A Folha de São Paulo tem quinze processos e deve à Previdência R$ R$ 3.740.776,10
EMPRESA FOLHA DA MANHA SA
CEI/CNPJ raiz: 60.579.703/0000-00
Total: R$ 3.740.776,10
http:// www1.previdencia.gov.br/devedores/consvalor.asp?cnpj=60579703000000
5 – O Estado de São Paulo tem dois processos e deve à Previdência R$ 2.078.955,87
S/A O ESTADO DE S.PAULO
CEI/CNPJ raiz: 61.533.949/0000-00
Total: R$ 2.078.955,87
http:// www1.previdencia.gov.br/devedores/consvalor.asp?cnpj=61533949000000
6 – A Editora Globo tem dois processos e deve à Previdência R$ 2.078.955,87
EDITORA GLOBO S.A.
CEI/CNPJ raiz: 04.067.191/0000-00
Total: R$ 1.776.377,29
http:// www1.previdencia.gov.br/devedores/consvalor.asp?cnpj=04067191000000
Código: Selecionar todos
Os links da previdencia estão inacessiveis, provavelmente precisa de login pra ver essas informações que não são de interesse público, anos atrás era possivel saber a lista dos devedores do INSS e era possivel ver o salario de exilado politico do lulla.http://saraiva13.blogspot.com/2010/02/g ... -para.html

Famílias de mortos no Haiti receberão R$ 500 mil
O governo vai conceder R$ 500 mil a cada uma das famílias dos 18 militares mortos no terremoto do Haiti, na semana passada. O valor deverá ser dividido entre os dependentes do militar morto, de acordo com critérios aplicados na legislação militar.
Além da indenização, o governo também vai oferecer um segundo benefício aos estudantes dependentes. Cada um deles receberá uma Bolsa-Educação de R$ 510 mensais para custeio da educação. O benefício será concedido até que o estudante complete 24 anos. A Bolsa-Educação será reajustada pelo índice geral da previdência social, segundo informou a assessoria de imprensa do Planalto.
Os dois benefícios fazem parte de um Projeto de Lei que será publicado amanhã no Diário Oficial da União. O projeto será enviado ao Congresso Nacional em forma de mensagem, segundo o Planalto. Espera-se, neste caso, rápida tramitação.
Conforme o regulamento militar, as viúvas receberão pensão vitalícia equivalente ao soldo dos cônjuges, que receberam uma promoção post-mortem, equivalente a uma patente acima. Os familiares das vítimas ainda terão direito a uma indenização da Organização das Nações Unidas (ONU).
Ainda segundo o governo, caberá aos ministérios da Defesa e do Planejamento fazer o monitoramento dos estudantes que receberão a Bolsa-Educação, bem como a frequência deles nas escolas.
O governo vai conceder R$ 500 mil a cada uma das famílias dos 18 militares mortos no terremoto do Haiti, na semana passada. O valor deverá ser dividido entre os dependentes do militar morto, de acordo com critérios aplicados na legislação militar.
Além da indenização, o governo também vai oferecer um segundo benefício aos estudantes dependentes. Cada um deles receberá uma Bolsa-Educação de R$ 510 mensais para custeio da educação. O benefício será concedido até que o estudante complete 24 anos. A Bolsa-Educação será reajustada pelo índice geral da previdência social, segundo informou a assessoria de imprensa do Planalto.
Os dois benefícios fazem parte de um Projeto de Lei que será publicado amanhã no Diário Oficial da União. O projeto será enviado ao Congresso Nacional em forma de mensagem, segundo o Planalto. Espera-se, neste caso, rápida tramitação.
Conforme o regulamento militar, as viúvas receberão pensão vitalícia equivalente ao soldo dos cônjuges, que receberam uma promoção post-mortem, equivalente a uma patente acima. Os familiares das vítimas ainda terão direito a uma indenização da Organização das Nações Unidas (ONU).
Ainda segundo o governo, caberá aos ministérios da Defesa e do Planejamento fazer o monitoramento dos estudantes que receberão a Bolsa-Educação, bem como a frequência deles nas escolas.


