Mirage 650: Opiniões de proprietários
Moderadores: Moderadores, Administradores
-
Easy Rider
- Mensagens: 106
- Registrado em: 30 Set 2013, 13:44
- Localização: Passo Fundo
Apesar de tudo, pelo que vi, sou privilegiado. Minha moto está indo para os 27 mil km e a relação está boa. Havia uma baita chiadeira e fui regulando manualmente mesmo; o pneu traseiro foi trocado com uns 22 mil km (se é que não fora trocada pelo dono anterior) Porém, já troquei amortecedores, bucha de amortecedores dianteiros, refiz no torno o eixo da balança, troquei o disco de freio traseiro, pastilhas de freio (normal para o km), e agora tenho que trocar o tanque.
Puxa Easy, com tantos problemas e ainda vc se sente privilegiado!?!?Easy Rider escreveu:Apesar de tudo, pelo que vi, sou privilegiado. Minha moto está indo para os 27 mil km e a relação está boa. Havia uma baita chiadeira e fui regulando manualmente mesmo; o pneu traseiro foi trocado com uns 22 mil km (se é que não fora trocada pelo dono anterior) Porém, já troquei amortecedores, bucha de amortecedores dianteiros, refiz no torno o eixo da balança, troquei o disco de freio traseiro, pastilhas de freio (normal para o km), e agora tenho que trocar o tanque.
* tive que trocar o conjunto de embreagem;
* a bobina de ignição do cilindro traseiro;
* a bateria do relógio do painel está descarregada;
* a mola de retorno do eixo da mudança de marcha afrouxou, por isso tive que desmontar a caixa de marcha novamente;
* troquei o pneu traseiro com 14 mil km, estava careca do lado esquerdo e do lado direito rodava mais uns 6 mil km tranquilo;
* o pneu dianteiro segue o mesmo destino... felizmente com desgaste irregular um pouco menos acentuado.
Com respeito ao conjunto de transmissão ainda não tive nenhum problema, espero ser mais um "privilegiado" rsss*
Já que toquei no assunto do pneu dianteiro, vi o anuncio de um pneu da Midnight Star, Dunlop 130/70-18 com um bom preço. Será que esse pneu, dez milímetros mais largo, serve na nossa motoca?
Uma geração constrói a estrada onde a próxima trafega.
-
Vladimir650
- Mensagens: 918
- Registrado em: 02 Mai 2012, 22:49
- Localização: São Bernardo do Campo
http://www.hdwheels.com/Product.htm
Roda Mirage dianteira é tala 3,5, portanto pode usar sem problemas.
Roda Mirage dianteira é tala 3,5, portanto pode usar sem problemas.
-
COUTINHO.JOI
- Mensagens: 1191
- Registrado em: 14 Out 2010, 15:48
- Localização: Joinville
Só que daí acho que não dá de usar o para-lama, certo?Vladimir650 escreveu:http://www.hdwheels.com/Product.htm
Roda Mirage dianteira é tala 3,5, portanto pode usar sem problemas.
A paz, se possível, mas a verdade, a qualquer preço. 'Lutero'
Eu estava olhando, o paralama acho que não teria problema mas o suporte do paralama vai pegar. O pneu 120 passa quase raspando lateralmente no suporte, acho que menos que 5mm de cada lado, então para usar o 130 acho que teria que raspar alguns milímetros no suporte. 
Uma geração constrói a estrada onde a próxima trafega.
-
Vladimir650
- Mensagens: 918
- Registrado em: 02 Mai 2012, 22:49
- Localização: São Bernardo do Campo
Não olhei na minha mas com "ajuste fino" resolve isso, se é que me entende. Kkk
-
COUTINHO.JOI
- Mensagens: 1191
- Registrado em: 14 Out 2010, 15:48
- Localização: Joinville
Claro que entendo, está aí a ferramente de ajuste fino...kkkk


A paz, se possível, mas a verdade, a qualquer preço. 'Lutero'
-
Vladimir650
- Mensagens: 918
- Registrado em: 02 Mai 2012, 22:49
- Localização: São Bernardo do Campo
Isso mesmo e se precisar o Sasquatch faz um suporte novo com Durepox... Tá manjando muito. Kkkkkk
e não é que a massinha vira mesmo que pedra quando seca, rsrssrsr
hoje troquei relé de partida e bobinas, tudo magnetron, com isso não me preocupo mais!
GYN, um camarada no face colocou pneu 130 na frente e disse que fica 1cm das bengalas, se brincar pega 140, mas o paralama, ate mesmo no 130, ele disse que tem que fazer modificação...........mas depois que andei lendo sobre pneu acima da medida original, descartei, só pra ganhar visual não da!
hoje troquei relé de partida e bobinas, tudo magnetron, com isso não me preocupo mais!
GYN, um camarada no face colocou pneu 130 na frente e disse que fica 1cm das bengalas, se brincar pega 140, mas o paralama, ate mesmo no 130, ele disse que tem que fazer modificação...........mas depois que andei lendo sobre pneu acima da medida original, descartei, só pra ganhar visual não da!
Duas Rodas | 27/06/2014
Revendas Kasinski estão minguando em São Paulo
Um levantamento feito na sexta-feira mostra que a maior parte da rede Kasinski do Estado de São Paulo deixou de vender motos zero-quilômetro desta marca. Com situação ainda indefinida em relação ao novo sócio, a empresa está com a produção parada desde 2013 (veja aqui).
Dos 19 revendedores do Estado listados no site Kasinski, Automotive Business conseguiu ouvir 16. Destes, apenas seis continuam como concessionários. Nos outros dez existem casos de troca de bandeira, migração para o mercado multimarcas e há ainda os que passaram a vender apenas motocicletas usadas ou trabalhar como oficina.
A Konstru Motos, de Votuporanga, tornou-se Dafra. A empresa ainda tem peças de reposição Kasinski, mas atende os consumidores marca com dificuldade. “Falta tudo”, disse Marcos, do setor de assistência técnica, citando cabos e carenagens. A revenda ainda tem itens em estoque, mas seriam insuficientes para a demanda.
A MPB Motos, de Piracicaba, agora só tem motocicletas Kasinski usadas. A empresa enfrenta problemas para continuar assistindo usuários e dá preferência a clientes antigos da loja: “É difícil atender motos com histórico de problemas que vieram de outras concessionárias”, diz o profissional Nivaldo, que se empenha em reparar as motos Kasinski de sua região. “Noventa por cento da minha oficina tem casos desse tipo. Dá para resolver, desde que o cliente tenha paciência.”
A falta de peças de reposição é queixa generalizada nas revendas do interior do Estado. Na Fast Motos, de Barretos, que também deixou de revender as Kasinski zero-quilômetro, também ocorre a falta de carenagens de motos e scooters. “Temos motos paradas há três meses”, diz o vendedor Caio.
Em 14 de fevereiro, Cláudio Rosa Júnior, atual proprietário da Kasinski, afirmou que em no máximo 60 dias anunciaria a entrada de um novo sócio, um “fundo de participação”, que injetaria até R$ 30 milhões para a retomada da produção. Já se passaram mais de 130 dias e o parceiro ainda não foi revelado.
Lembrem-se, vocês tem uma hyosung na mão e não uma kasinki!
E hyosung não existe no Brasil!
Revendas Kasinski estão minguando em São Paulo
Um levantamento feito na sexta-feira mostra que a maior parte da rede Kasinski do Estado de São Paulo deixou de vender motos zero-quilômetro desta marca. Com situação ainda indefinida em relação ao novo sócio, a empresa está com a produção parada desde 2013 (veja aqui).
Dos 19 revendedores do Estado listados no site Kasinski, Automotive Business conseguiu ouvir 16. Destes, apenas seis continuam como concessionários. Nos outros dez existem casos de troca de bandeira, migração para o mercado multimarcas e há ainda os que passaram a vender apenas motocicletas usadas ou trabalhar como oficina.
A Konstru Motos, de Votuporanga, tornou-se Dafra. A empresa ainda tem peças de reposição Kasinski, mas atende os consumidores marca com dificuldade. “Falta tudo”, disse Marcos, do setor de assistência técnica, citando cabos e carenagens. A revenda ainda tem itens em estoque, mas seriam insuficientes para a demanda.
A MPB Motos, de Piracicaba, agora só tem motocicletas Kasinski usadas. A empresa enfrenta problemas para continuar assistindo usuários e dá preferência a clientes antigos da loja: “É difícil atender motos com histórico de problemas que vieram de outras concessionárias”, diz o profissional Nivaldo, que se empenha em reparar as motos Kasinski de sua região. “Noventa por cento da minha oficina tem casos desse tipo. Dá para resolver, desde que o cliente tenha paciência.”
A falta de peças de reposição é queixa generalizada nas revendas do interior do Estado. Na Fast Motos, de Barretos, que também deixou de revender as Kasinski zero-quilômetro, também ocorre a falta de carenagens de motos e scooters. “Temos motos paradas há três meses”, diz o vendedor Caio.
Em 14 de fevereiro, Cláudio Rosa Júnior, atual proprietário da Kasinski, afirmou que em no máximo 60 dias anunciaria a entrada de um novo sócio, um “fundo de participação”, que injetaria até R$ 30 milhões para a retomada da produção. Já se passaram mais de 130 dias e o parceiro ainda não foi revelado.
Lembrem-se, vocês tem uma hyosung na mão e não uma kasinki!
E hyosung não existe no Brasil!

