Intruder 125: Opiniões de proprietários

Motos: Suzuki Intruder, Suzuki Boulevard, Suzuki Savage, Suzuki Marauder, etc.

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andreguedes
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Gotei da definição do pessoal!!!!

"Tratorzinho"!!! KKKKKKK Parece aqueles jipes americanos da segunda guerra! Os motoristas deles diziam que eles eram fieis como um cão, forte como uma mula e ágil como uma cabra!!! Igualzinho a "trudinha". Eee motinha boa!!! KKKKKK

Pessoal, tenho um probleminha com a minha. A alguns dias, quando ligo ela de manhã ele solta um pouco de fumaça mas em pouco tempo para de soltar. Um mecânico me disse para colocar ela na estrada para descarbonizar, outro disse que podem ser os retentores de válvulas. Ela é 2006/2007 e está com 30000km rodados. Alguém já teve ou conhece alguém que já teve esse problema com sua trudi. Eu acredito que seja mesmo carbonização.

Forte abraço a todos!
Pilotar é uma terapia...
Guilherme
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Comprada! Agora é esperar absurdos 10 dias até ela ser faturada, documentada, emplacada, fazer o infinito trajeto de Jundiaí até São Paulo e render alguns dias de investimento para a concessionária para só então eu colocar a mão na minha "TrudiGood".

Me aguardem porque vou encher muito o saco dos Intrudeiros por aqui dando e pedindo palpites, ok!

Já vão se organizando ai para o nosso "1º Comboio de Trudinhas Motoscustom.com.br" pelas bandas de Sampa! Não vejo a hora de fotografar e filmar uma fila delas por aqui :-)
Guilherme Moto Relax
Intruder 125
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Guilherme
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Já rodei uns 30 km.

Alegrias até agora:
- A moto é bonita demais
- Pilotar a Trudi é uma beleza - ela praticamente roda sozinha
- Abastecer não dói nada
- os corredores ficaram bem maiores. Qualquer frestinha já dá pra passar
- Qualquer cantinho já dá para estacionar

Ainda estou estranhando:
- Ter que rodar a 5000 rpm (60 km/h) para amaciar! Tentei pegar a Marginal Pinheiros, pensando em rodar um pouco na Rodovia dos Bandeirantes mas desisti rapidinho. Com trânsito pesado é suicídio por enquanto. Vou fazer isso num domingo bem cedo e sem movimento. Só assim pra rodar logo os 1600 km e amaciar conforme manda o figurino.
- Ligar no frio é uma ciência exata - já tinha me esquecido disso e afoguei a coitadinha no segundo dia de uso.
- Acho que a marcha lenta dela tá muito lenta. Sábado vou levar na CC pra ver isso. Tá apagando ou funcionando no ritmo lento das Harleys quando paro num sinal. Fico acelerando parado e o consumo vai me cobrar a conta com certeza.

Se valeu a pena a escolha?
- 101% de certeza que valeu!

Segue o primeiro de muitos vídeos que pretendo fazer com ela:

<object width="420" height="315"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/NtEB_OcGhvM?ve ... ram><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/NtEB_OcGhvM?version=3&hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>
Guilherme Moto Relax
Intruder 125
Royal Enfield Classic 500
https://www.youtube.com/user/grfmoto
Luthier
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Guilherme, seus vídeos são sensacionais. Meus parabéns. Belíssimo trabalho. Aproveito para tirar umas dúvidas contigo já que tenho a intenção da compra do modelo.

1) A moto continua a vibrar como os modelos anteriores?
2) Confortável?
3) Consumo?
4) Em rodovias o motor ficou mais fraco que o modelo anterior?
5) Mencionou que fazê-la pegar pela manhã fria é chato. Eu tive uma Yes 2005 e levei muito tempo até pegar a manha pra fazê-la pegar. Eu parei de fechar a torneira de ocmbustível, assim o problema acabou.
6) Valeu mesmo cada centavo nela?

Estou numa dúvida terrível entre a Factor ED nova ou a Intruder nova. A Factor é muito, muito cara comparada a Intruder, embora bem mais moto em todos os sentidos. Mas não tem o carisma da Trudy. Fora o medo que tenho dos roubos aqui no RJ. Intruder é mais tranquilão.

Guilherme, obrigado pela ajuda, forte abraço e ponha mais vídeos pq eles ficaram muito bons. Na verdade, foram os melhores a que assisti.
lcsm1966
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Registrado em: 30 Mar 2013, 18:53
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Só para deixar registrado aqui a força e confiança que a Trudinha merece: Fiz mais de 1100 Km com ela neste feriadão. Saímos de Vila Velha no Espirito Santo para Teresópolis no Rio de Janeiro, rodamos lá e voltamos de Teresópolis para Vila Velha sem problema nenhum. Foi só abastecer e rodar. No caminho de ida pifaram uma Honda Shadow 650 e uma Amazonas 250 e a Intruder 125 continuou sem nem sequer ter que esticar a corrente. O ÚNICO "problema" é a falta de potência para ultrapassar caminhões cumpridos. E se você tem paciência nem isso é um inconveniente.
Na vida e na moto, para manter o equilíbrio é necessário estar em movimento.
Guilherme
Mensagens: 872
Registrado em: 21 Jun 2008, 20:16
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Luthier escreveu:Guilherme, seus vídeos são sensacionais. Meus parabéns. Belíssimo trabalho. Aproveito para tirar umas dúvidas contigo já que tenho a intenção da compra do modelo.

1) A moto continua a vibrar como os modelos anteriores?
2) Confortável?
3) Consumo?
4) Em rodovias o motor ficou mais fraco que o modelo anterior?
5) Mencionou que fazê-la pegar pela manhã fria é chato. Eu tive uma Yes 2005 e levei muito tempo até pegar a manha pra fazê-la pegar. Eu parei de fechar a torneira de ocmbustível, assim o problema acabou.
6) Valeu mesmo cada centavo nela?

Estou numa dúvida terrível entre a Factor ED nova ou a Intruder nova. A Factor é muito, muito cara comparada a Intruder, embora bem mais moto em todos os sentidos. Mas não tem o carisma da Trudy. Fora o medo que tenho dos roubos aqui no RJ. Intruder é mais tranquilão.

Guilherme, obrigado pela ajuda, forte abraço e ponha mais vídeos pq eles ficaram muito bons. Na verdade, foram os melhores a que assisti.
Fala Luthier!
Muito obrigado por assistir (e gostar) dos meus vídeos!

Segue “um livro...” :-)

Quanto às suas dúvidas, não tenho a certeza sobre todos os aspectos da Trudi pois ainda estou amaciando ela de acordo com o manual e isso significa não passar (quase nunca) as 5000 rpm, o que dá 60 km/h. A Trudi está agora com uns 140 km de vida, então ainda não testei todo o potencial dela.

Ontem eu criei coragem e peguei uma estrada com o firme propósito de manter no máximo as 5000 rpm “de lei”. Porém por segurança, para escapar de alguns caminhões que cresciam rápido no retrovisores, houve momentos em que eu cheguei aos 7000 rpm (80 km/h) mas por pouquíssimo tempo (menos de 1 minuto cada vez). Rodei quase 100 km na rodovia dos Bandeirantes aqui em São Paulo. Quem conhece sabe que não se deve rodar a 60 km/h nessa rodovia cuja velocidade máxima é 120 km/h, e onde nos finais de semana se vê “enxames” de motos esportivas a mais de 200 km/h! (passaram várias por mim) Mas encarei com todo o cuidado seguindo próximo ao acostamento, para onde “fugi” várias vezes deixando passar quem viesse me ultrapassar pela mesma pista.

A última moto 125cc que eu tive foi uma Yamaha TT 125 lá no início dos anos 80 e depois disso fiquei um longo período sem moto. Em 2008 comprei uma Mirage 250cc e em 2009 troquei por uma V-Strom 650 que vem sendo a minha moto tanto para viagens quanto para o dia-a-dia até comprar a Intruder. Portanto, não sou capaz de comparar a Intruder com outra 125 cc.

Mas vamos lá... das experiências que tive até agora com minha “TrudiGood”, posso te responder o seguinte:

1) A moto continua a vibrar como os modelos anteriores?
Resposta: Até os 5000 rpm não sinto qualquer vibração que possa gerar desconforto. Acho que só se alguém se concentrar muito neste aspecto vai sentir alguma coisa. Do que eu já li sobre o modelo novo, ela vibra tanto quanto o modelo antigo acima dos 80-90km/h. Como não houve alteração significativa no motor, eu acho que isso continua igual no modelo novo. Ontem quando rodei a 7000 rpm senti alguma vibração sim, o que deve aumentar acima dessa rotação, mas andei muito pouco tempo para saber se isso pode incomodar.

2) Confortável?
Resposta:
Achei o banco bem confortável e a suspensão deu conta do recado para os meus 84 kg. Rodei ontem uns 120 km e não senti qualquer desconforto. Nas ruas esburacadas de Sampa, as vezes é preciso levantar do banco antes de alguns calombos ou buracos, mas faço isso também na V-Strom. Portanto considero a Trudi bem confortável.

3) Consumo?
Resposta:
Ainda não consegui consumir o primeiro tanque que eu enchi, mas dizem que andando numa boa é possível chegar a 35-40 km/l.

4) Em rodovias o motor ficou mais fraco que o modelo anterior?
Resposta:
Pelo que li ela ficou um pouco mais fraca para reduzir as emissões, e este é um dos pontos que muitos criticam na nova Trudi. Eu sinto muita diferença da 650 cc mas essa não é uma comparação justa. Teria que comparar com outra 125cc para descobrir se não está dentro dos padrões desta categoria. Não sei se é ainda resultado do período de amaciamento, mas vou voltar a concessionária para que seja regulada a marcha lenta – ela tem apagado com facilidade mesmo depois de esquentar. Quando acelero para tentar sair na frente dos carros num semáforo sinto que ela responde bem devagar parecendo que está afogando, mas acho que é alguma regulagem que tem que ser feita. Pelo visto quando me entregaram a moto na concessionária o máximo que fizeram foi passar um paninho no tanque – revisão mesmo acho que não fizeram em nada. As ccs são uma porcaria mesmo! Aqui em Sampa a ccs que se salva é a Belikar onde trabalha um amigão (Sidão do VIRU’S MC) mas acabei não comprando lá.

5) Mencionou que fazê-la pegar pela manhã fria é chato. Eu tive uma Yes 2005 e levei muito tempo até pegar a manha pra fazê-la pegar. Eu parei de fechar a torneira de combustível, assim o problema acabou.
Resposta:
Já pequei o esquema pra ligar ela sem problemas. Puxo todo o afogador, dou a partida e logo em seguida ponho o afogador no meio (curso). Ela liga de primeira. Deixo ela esquentar por uns 2 minutos, coloco a mão no motor e ele já está quente mesmo nos dias frios que estão fazendo aqui em Sampa. Porém como falei, a marcha lenta dela não está boa e se eu não ficar acelerando um pouco ela apaga mesmo já estando quente – vou ver isso esta semana. Seguindo o manual, eu estou fechando a torneirinha quando chego em casa mas o problema é que as vezes esqueço de abrir (ai o problema é da minha idade e não da moto :) )

6) Valeu mesmo cada centavo nela?
Resposta:
De acordo com a minha expectativa, valeu sim! Quando chego na garagem e vejo a Trudinha brilhando me dá aquela sensação boa de ter ela. Nenhum arrependimento até agora. Acho que é um sentimento próximo de quem tem (e gosta) quando vê um Fusca brilhando na garagem. Ela tem a praticidade de qualquer 125 mas é uma clássica, tem personalidade. Claro que esta é uma visão romântica que influencia as decisões de alguns motociclistas. Confesso que se eu visse todo os dias no lugar da Trudi uma CG ou uma Yes não teria um sentimento tão bom quanto o que tenho experimentado todas as manhãs. Dizem que as CGs são as melhores 125 (durabilidade, preço de manutenção, etc.), e pode ser que sejam pois a grande maioria dos motoboys que precisam de uma moto pra rodar sem parar preferem ela. Porém eu nunca cogitei de verdade comprar uma 125 que não fosse a Intruder. Mas isto vai depender do seu gosto pessoal e da sua necessidade de uso. Tirando o fato de que eu “queria por que queria” ter uma Intruder 125, achei como vantagens mais racionais dessa escolha o preço, e os relatos de que ela é uma moto confiável e confortável para se rodar todos os dias. O fato de ser carburada a mantém com uma tecnologia defasada, aliás, pesquisando a história das Intruders (Suzuki GN 125 lá no exterior) dá pra ver que a base do motor já tem uns 30 anos de vida! Mas essa defasagem não a torna uma moto ruim e justifica, em parte, cobrarem um preço menor que as mais vendidas 125cc. Se eu fosse tomar uma decisão puramente racional provavelmente compraria uma scooter para rodar no dia-a-dia, mas além de mais caras elas não me atraem nem um pouco. Até achei interessante um novo lançamento da Honda – a scooter PCX 150cc – que é um sucesso mundial e dizem que pega uma estrada com bom desempenho além de economia e conforto. Mas ela custa uns R$ 3 mil a mais do que na Trudi (então, nem pensar!). Acho que também olharia pra ela ou para uma Lead 125 (uns R$ 1200 mais cara que a Trudi) todo dia achando não ter feito um bom negócio.
Ainda tenho que rodar um pouco mais com a motoca pra ter uma opinião definitiva quanto ao desempenho dela aqui em Sampa. Por segurança preciso que ela consiga arrancar na frente da maioria dos carros na maioria dos semáforos na maioria das vezes. Por enquanto não estou forçando ela para ter certeza que ela é capaz de fazer isso. Vou fazer as regulagens necessárias, amaciar bem o motor e com quase toda a certeza ela será a minha companheira fiel do dia-a-dia por muitos anos. Por saudosismo (há a minha saudosa TT 125!) tenho muita vontade de colocar ela na estrada também, mas para pequenos passeios em estradas boas e bem tranqüilas.

Como sugestão final, acho que seria bom montar um comparativo entre as 125cc disponíveis. Isto vai deixar a sua consciência bem mais tranqüila para decidir. Coloque numa planilha aspectos como: preço, potência, custo de manutenção, conforto, preço do seguro, rede de concessionárias. Cruze estas informações com as suas reais necessidades em relação a uma moto. Isso lhe dará uma direção em relação a decisão racional de compra. Saiba que se tiver que escolher entre uma moto carburada ou com injeção eletrônica, a com injeção vai lhe dar menos dor de cabeça com regulagens e para ligar nos dias frios. Procure se informar em fóruns (nos das Intruders todos são apaixonados por ela), fale com amigos, etc. Vá a concessionárias de outras marcas e encha os vendedores de perguntas. Antes de comprar a Trudi, eu procurei não descartar de cara outras alternativas. Fui a uma concessionária da Yamaha e vi a Factor, sentei nela, e falei bastante com o vendedor. A Factor é sem dúvida uma boa moto pelo que eu ouvi. No final, conversa vai - conversa vem ele foi deixando de ser vendedor e eu deixando de ser comprador e começamos um papo mais de motociclistas, “brothers” mesmo. Pra resumir, ele olhou pra mim e me apontou para uma Lead da Honda no estacionamento dizendo... ”quer saber, pro dia-a-dia compre uma daquelas. Não tem coisa melhor. É o que eu uso e vale muito a pena” :).
Bom, nada do que li em fóruns, sites e afins me fez mudar a ideia fixa de ter uma Intruder, mas se você decidir por outro modelo não tem problema algum. A sua opinião sobre a Factor já é um bom indicativo do que você procura numa moto. Talvez o estilo da Intruder não seja assim tão importante para você, o que é claro que não é nenhum pecado (mortal :-) ). Felizmente temos motos que atendem a todos os gostos e necessidades. Lá em 1980 a TT 125 não era uma unanimidade em relação a beleza, desempenho, etc. (as CGs já eram as mais desejadas) mas todos os dias, quando eu olhava pra ela eu sentia um prazer enorme em tê-la comigo! Ou seja, cada cabeça uma sentença :)

Te desejo uma ótima decisão e muito boa sorte meu amigo Luthier!

Com o passar dos quilômetros vou contando aqui minhas experiências com a Trudi...

Um abraço Guilherme
Guilherme Moto Relax
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Guilherme
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lcsm1966 escreveu:Só para deixar registrado aqui a força e confiança que a Trudinha merece: Fiz mais de 1100 Km com ela neste feriadão. Saímos de Vila Velha no Espirito Santo para Teresópolis no Rio de Janeiro, rodamos lá e voltamos de Teresópolis para Vila Velha sem problema nenhum. Foi só abastecer e rodar. No caminho de ida pifaram uma Honda Shadow 650 e uma Amazonas 250 e a Intruder 125 continuou sem nem sequer ter que esticar a corrente. O ÚNICO "problema" é a falta de potência para ultrapassar caminhões cumpridos. E se você tem paciência nem isso é um inconveniente.
Show lcsm1966!

Muito bom saber!
Foi então ao encontro Motoscustom em Teresópolis?!

Abraço,
Guilherme
Guilherme Moto Relax
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lcsm1966
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Guilherme escreveu:
lcsm1966 escreveu:Só para deixar registrado aqui a força e confiança que a Trudinha merece: Fiz mais de 1100 Km com ela neste feriadão. Saímos de Vila Velha no Espirito Santo para Teresópolis no Rio de Janeiro, rodamos lá e voltamos de Teresópolis para Vila Velha sem problema nenhum. Foi só abastecer e rodar. No caminho de ida pifaram uma Honda Shadow 650 e uma Amazonas 250 e a Intruder 125 continuou sem nem sequer ter que esticar a corrente. O ÚNICO "problema" é a falta de potência para ultrapassar caminhões cumpridos. E se você tem paciência nem isso é um inconveniente.
Show lcsm1966!

Muito bom saber!
Foi então ao encontro Motoscustom em Teresópolis?!

Abraço,
Guilherme
Sim Guilherme. Esteve muito bom. E a Trudy é uma baita maquina.
Na vida e na moto, para manter o equilíbrio é necessário estar em movimento.
Luthier
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Grande, Guilherme, muito obrigado mesmo pelas orientações. Contudo, companheiro, regulamos a idade..rsss... tenho 49 anos. Minha última moto foi a Titan injetada, ótima moto. Mas precisei vendê-la. Eu conheço bem motos. Em termos de carisma, certamente eu olharia a Intruder com muito mais carinho que a Factor. Primeiro pq é o meu estilo. Segundo pq ela é histórica. A Factor mau comparando seria a amante..kkkk... contudo há 3 senões neste modelo pra mim: é visada no RJ, não tanto qto a Honda, mas é; o preço é absurdo para uma 125cc(custa aqui 7300 dilmas a versão ED, completa)e não tem a identidade que pra mim deve existir numa moto. No que preciso a Intruder é suficiente pois não trabalho de moto, é para rolés curtos ou viagens curtas em estradas boas. Meu maior medo, na verdade é o ano 2014. É o ano da nova norma anti-poluição e certamente muitas motos irão morrer e nascerão outras mais modernas e a tão deseja injeção. A Titan de fato é uma moto vigorosa. A injeção de fato veio para ficar.
Relembrando, sou da época da Turuna, TT, DT, CG(de ótimo acabamento, não como as atuais), RX125 e por aí vai..eh eh eh.

Resumo da ópera: acho que estou fazendo muito drama para pouco romance..rssssss...pro que irei rodar é mais que suficiente a Intruder com a vantagem que quase não se ouve furto/roubo deste modelo.

Forte abraço.
Guilherme
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Luthier escreveu:Grande, Guilherme, muito obrigado mesmo pelas orientações. Contudo, companheiro, regulamos a idade..rsss... tenho 49 anos. Minha última moto foi a Titan injetada, ótima moto. Mas precisei vendê-la. Eu conheço bem motos. Em termos de carisma, certamente eu olharia a Intruder com muito mais carinho que a Factor. Primeiro pq é o meu estilo. Segundo pq ela é histórica. A Factor mau comparando seria a amante..kkkk... contudo há 3 senões neste modelo pra mim: é visada no RJ, não tanto qto a Honda, mas é; o preço é absurdo para uma 125cc(custa aqui 7300 dilmas a versão ED, completa)e não tem a identidade que pra mim deve existir numa moto. No que preciso a Intruder é suficiente pois não trabalho de moto, é para rolés curtos ou viagens curtas em estradas boas. Meu maior medo, na verdade é o ano 2014. É o ano da nova norma anti-poluição e certamente muitas motos irão morrer e nascerão outras mais modernas e a tão deseja injeção. A Titan de fato é uma moto vigorosa. A injeção de fato veio para ficar.
Relembrando, sou da época da Turuna, TT, DT, CG(de ótimo acabamento, não como as atuais), RX125 e por aí vai..eh eh eh.

Resumo da ópera: acho que estou fazendo muito drama para pouco romance..rssssss...pro que irei rodar é mais que suficiente a Intruder com a vantagem que quase não se ouve furto/roubo deste modelo.

Forte abraço.
Beleza Luthier! Ganhei de você por 1 ano - já cheguei aos 50tinhas. Aliás, as cinquentinhas no nosso tempo faziam um grande sucesso né!
A minha TT chegava aos 100 km/h de final e isso era bom o suficiente para fazer qualquer viagem numa boa. Bons tempos de muitas motos clássicas! A tua lista eu acrescentaria a "luxuosa premium" Honda ML - baita 125 também! A poderosona XL 250 - espetacular! ... ... :-) bons tempos.
O fato de não ser muito atrativa aos amigos do alheio é realmente uma grande vantagem da Trudy. Enfim é moto para se apaixonar e casar.
Eventualmente vou a capital Fluminense; numa dessas a gente pode tomar um chopp por ai amigo.

Grande abraço, Guilherme
Guilherme Moto Relax
Intruder 125
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