Aproveitando, venho relatar algo de estranho que aconteceu com a motoca neste fim de semana, que por acaso, também é uma 2011/2011.
Decidi fazer um bate e volta entre Cotia/Campos do Jordão.
Na estrada foi tranquilo, aproveitei para fazer a média de consumo depois que troquei por correia dentada, chegou aos incríveis 37.8 km/l (descontando a subida e a descida da serra).
Pois bem, como nada é perfeito, quando cheguei à Campos do Jordão, percebi que quando acelerava a moto com a embreagem puxada e soltava o comportamento tinha mudado bruscamente. A aceleração era normal, porém quando soltava o acelerador, a RPM caia para abaixo de 1000, algumas vezes a motoca chegou a morrer. Outra coisa que percebi, o motor ficou muito fraco e o barulho não era o de costume.
A primeira coisa que pensei foi: "Queimou a bobina de ignição". Pois, já tinha acontecido e bem parecido como desta vez, porém, quando a bobina tinha ido pro saco estava em Alphaville e não à 270 km de casa,:shock: hehehehe.
Para não estender muito, chamei um mecânico, ele olhou, re-olhou, colocou o ouvido no motor, e eu do lado observando tudo.
Ele me falou: "na hora que você descer a serra vai tudo voltar ao normal, pode ir tranquilo, depois que você passar do túnel e chegar em Santo Antonio do Pinhal, pode testar."
Dito e feito!!
Agora pergunto, poderá ser o sensor TPS que foi-se??
Quem tem outra sugestão??
Mirage 250: Problemas elétricos em geral
Moderadores: Moderadores, Administradores
Ninguém tem mais nenhuma opinião do que pode ter acontecido???L0gan escreveu:Aproveitando, venho relatar algo de estranho que aconteceu com a motoca neste fim de semana, que por acaso, também é uma 2011/2011.
Decidi fazer um bate e volta entre Cotia/Campos do Jordão.
Na estrada foi tranquilo, aproveitei para fazer a média de consumo depois que troquei por correia dentada, chegou aos incríveis 37.8 km/l (descontando a subida e a descida da serra).
Pois bem, como nada é perfeito, quando cheguei à Campos do Jordão, percebi que quando acelerava a moto com a embreagem puxada e soltava o comportamento tinha mudado bruscamente. A aceleração era normal, porém quando soltava o acelerador, a RPM caia para abaixo de 1000, algumas vezes a motoca chegou a morrer. Outra coisa que percebi, o motor ficou muito fraco e o barulho não era o de costume.
A primeira coisa que pensei foi: "Queimou a bobina de ignição". Pois, já tinha acontecido e bem parecido como desta vez, porém, quando a bobina tinha ido pro saco estava em Alphaville e não à 270 km de casa,:shock: hehehehe.
Para não estender muito, chamei um mecânico, ele olhou, re-olhou, colocou o ouvido no motor, e eu do lado observando tudo.
Ele me falou: "na hora que você descer a serra vai tudo voltar ao normal, pode ir tranquilo, depois que você passar do túnel e chegar em Santo Antonio do Pinhal, pode testar."
Dito e feito!!
Agora pergunto, poderá ser o sensor TPS que foi-se??
Quem tem outra sugestão??
Altitude influenciar no funcionamento da moto injetada não deveria ocorrer,no caso talves um Tps mal regulado ,sensor IAPs fora de faixa de trabalho,ou sensor IAT fora de faixa trabalho.
filtro de ar já bem sujo costuma causar este comportamento.. vc da uma esticada no RPM e solta.. ai é criado um vácuo muito grande, o filtro sujo impede a alimentação rápida e o motor morre literalmente asfixiado hehe.
também pode inspecionar por mau contatos no chicote da ecu.. eu até jogaria um oleozinho ali.
também pode inspecionar por mau contatos no chicote da ecu.. eu até jogaria um oleozinho ali.
cafb, antes de viajar para Campos fiz uma revisão.cafb escreveu:Altitude influenciar no funcionamento da moto injetada não deveria ocorrer,no caso talves um Tps mal regulado ,sensor IAPs fora de faixa de trabalho,ou sensor IAT fora de faixa trabalho.
Na revisão limparam o corpo da borboleta. Quando peguei ela, a rpm da marcha lenta estava muito baixa, morria até quando passava nas lombadas, pedi para regularem novamente e solucionou o problema da rpm.
Acredito que eles não mapearam a ECU para corrigir a rpm da marcha lenta e sim ajustaram nos parafusos da borboleta.
Sabe se no manual fala sobre o angulo de abertura correto das borboletas?
Miau,Miau escreveu:filtro de ar já bem sujo costuma causar este comportamento.. vc da uma esticada no RPM e solta.. ai é criado um vácuo muito grande, o filtro sujo impede a alimentação rápida e o motor morre literalmente asfixiado hehe.
também pode inspecionar por mau contatos no chicote da ecu.. eu até jogaria um oleozinho ali.
essa asfixia se dá por conta que será injetado mais gasolina que o necessário??
Inspecionei os contatos do chicote na ECU e estão ok, acredito que não seja esse o problema. Mas o que você e o cafb falou faz sentido. Pensei também na sonda lambda.
Logan,no manual o ajuste é por tensão(voltagem)do TPS para UCE, agora se for por angulo de borboleta deve ser através do Scanner.
Em motos carburadas a altitude influi na potencia do motor,mas as injetadas teem sensores que monitoram a pressão atmosferica e a UCE corrige funcionamento do motor.
Em motos carburadas a altitude influi na potencia do motor,mas as injetadas teem sensores que monitoram a pressão atmosferica e a UCE corrige funcionamento do motor.
Ok, obrigado pelos esclarecimentos.cafb escreveu:Logan,no manual o ajuste é por tensão(voltagem)do TPS para UCE, agora se for por angulo de borboleta deve ser através do Scanner.
Em motos carburadas a altitude influi na potencia do motor,mas as injetadas teem sensores que monitoram a pressão atmosferica e a UCE corrige funcionamento do motor.
Valeu!!!!
sensor de pressão atmosférica? essa eu não sabia.. achava q o ajuste da mistura se dava pela informação que a lambda faz dos gases queimados.
ou seja quanto maior a altitude, mas rarefeito é o ar, ou seja, menos oxigênio por centímetro cubico.. logo o sensor lambda percebe essa variação pela analise da queima dos gases, informa para a ecu que faz o ajuste da mistura quase q em tempo real.
ou seja quanto maior a altitude, mas rarefeito é o ar, ou seja, menos oxigênio por centímetro cubico.. logo o sensor lambda percebe essa variação pela analise da queima dos gases, informa para a ecu que faz o ajuste da mistura quase q em tempo real.
O perfeito funcionamento de motor com injeção eletronica é dependente de informações de varios sensores que faz com que varie o tempo de injeçõa dos bicos injetores e a sonda lambda um dos principais,mas tem certa faixa de atuação em algumas situações ela já não opera e a UCE tenta corrigir com o mapa de funcionamento interno à mesma.
Há situacões no funcionamento do motor que os dados da sonda lambda é descartado embora não haja defeitos em nenhum sensor,no caso uma aceleração rapida,como em uma ultrapassagem rapida e aceleração praticamente total(punho todo aberto)
Há situacões no funcionamento do motor que os dados da sonda lambda é descartado embora não haja defeitos em nenhum sensor,no caso uma aceleração rapida,como em uma ultrapassagem rapida e aceleração praticamente total(punho todo aberto)

