16/01/2015
Hoje de manhã, vindo para o trampo, deu pra curtir melhor a danada, fiz o caminho de sempre, o de rotina, e por uns momentos até esqueci que tinha uma variavel nova, depois que lembrei, acalmei.
Mas a motoca é de fácil adaptação, eu já estava a vontade mesmo com ela, mas pensei "cuidado, vai com calma descobrindo os segredos e surpresas que ela tem pra vc"
Num deu outra, de repente, num remendo do asfalto em uma rua, o guidom deu aquela tremida doida, coisa que a Vulcan em 10 meses nunca fez. Se não tõ enganado a 650r fazia isso tambem.
Na Regis, depois do Taboão, dei uma acelerada e a bicha disparou como um foguete, deu pra ouvir ela berrar gostoso enquanto eu encarcava, Mas foi rapidinho, e logo voltei pra calma de um piloto de Custom
Vulcan 900: Diário de uma Custom
Moderadores: Moderadores, Administradores, Colaboradores Kawasaki, Colaboradores Kasinski
16/01/2015
Ontem eu comentei que estranhei quando contornei uma rotatoria no trampo, hoje, passei por ela duas vezes, e já não foi tão estranho, quase normal, de resto, a volta pra casa foi tranquila, até porque foi sem chuva, ao contrário de ontem.
Tõ quase concluindo que a Night Rod é uma moto fácil de se pilotar, parece leve, parece fina (pra passar entre os carros no corredor). E faz você sentir um pouco de esportividade, matando a saudade de uma esportiva. Peguei ela ontem, só rodei 156,5 kms e já tõ quase me sentindo em casa. Curtindo muito as retomadas que ela faz como nenhuma outra que pilotei (se bem que posso ter esquecido como era gostosa minha 650r)
Eu sei que fazem dez meses que eu não sei o que é uma Sport, pilotei uma 300 há um mês atrás, mas foi numa estradinha cheia de curvas e eu tomando cuidado por causa da adaptação, mesmo assim, tõ concluindo que a V-Rod está no meio do caminho entre uma Sport e uma Custom, essa moto ainda vai me agradar, não só pelo visual diferente mas também pela pilotagem e é claro, pelo seguro mais barato que o de um carro de padre de interior.
Amanhã eu estava pensando em um BV, mas vou na General Osório procurar uma antena corta pipa pra ela, prefiro ela feia do que eu sem pescoço, e o protetor de pescoço que eu usei hoje não tem condições de uso neste calor dos infernos que está fazendo em SunPaulo.
Ontem eu comentei que estranhei quando contornei uma rotatoria no trampo, hoje, passei por ela duas vezes, e já não foi tão estranho, quase normal, de resto, a volta pra casa foi tranquila, até porque foi sem chuva, ao contrário de ontem.
Tõ quase concluindo que a Night Rod é uma moto fácil de se pilotar, parece leve, parece fina (pra passar entre os carros no corredor). E faz você sentir um pouco de esportividade, matando a saudade de uma esportiva. Peguei ela ontem, só rodei 156,5 kms e já tõ quase me sentindo em casa. Curtindo muito as retomadas que ela faz como nenhuma outra que pilotei (se bem que posso ter esquecido como era gostosa minha 650r)
Eu sei que fazem dez meses que eu não sei o que é uma Sport, pilotei uma 300 há um mês atrás, mas foi numa estradinha cheia de curvas e eu tomando cuidado por causa da adaptação, mesmo assim, tõ concluindo que a V-Rod está no meio do caminho entre uma Sport e uma Custom, essa moto ainda vai me agradar, não só pelo visual diferente mas também pela pilotagem e é claro, pelo seguro mais barato que o de um carro de padre de interior.
Amanhã eu estava pensando em um BV, mas vou na General Osório procurar uma antena corta pipa pra ela, prefiro ela feia do que eu sem pescoço, e o protetor de pescoço que eu usei hoje não tem condições de uso neste calor dos infernos que está fazendo em SunPaulo.
17/01/2015
Fui no centrão de sampa, na Barão de Limeira para um banho de butique na Bruta, depois posto fotos, e que beleza é essa danada no transito, ao contrário da Vulcan, ela se sai bem em corredor, quase uma naked 250 CC. Satisfação é pouco. Suzana Vieira que se cuide, Arlete Sales não tá para brincadeira não.
Tõ impressionado com essa maquina, e começo a concordar (só que com prazer) com o que os Harleiros conservadores falam com desprezo da V-Rod, devido ao projeto, mecanica e tecnologia desenvolvido pela Porsche : "Não é uma Harley, é uma Porsche". Ótimo, onde encontro um adesivo da Porsche pra ela? Até um da Kawasaki caia bem nela. Kkkkk
Fui no centrão de sampa, na Barão de Limeira para um banho de butique na Bruta, depois posto fotos, e que beleza é essa danada no transito, ao contrário da Vulcan, ela se sai bem em corredor, quase uma naked 250 CC. Satisfação é pouco. Suzana Vieira que se cuide, Arlete Sales não tá para brincadeira não.
Tõ impressionado com essa maquina, e começo a concordar (só que com prazer) com o que os Harleiros conservadores falam com desprezo da V-Rod, devido ao projeto, mecanica e tecnologia desenvolvido pela Porsche : "Não é uma Harley, é uma Porsche". Ótimo, onde encontro um adesivo da Porsche pra ela? Até um da Kawasaki caia bem nela. Kkkkk
18/01/2015
Abasteci a V-Rod hoje, Arlete Salles bebe muito mais que Suzana Vieira, 13,3 km/l. Só pra comparar a média da Vulcan está em 20.8 km/l!
Matar a sede de 125 cavalos exige mais liquido que a de 50.

Já que chama a atenção e bebe tanto, a danada tá mais pra Vera Fisher, barraqueira e manguaceira
Depois de uma Vulcan, vc acha a V-rod pequena e facil de pilotar
Abasteci a V-Rod hoje, Arlete Salles bebe muito mais que Suzana Vieira, 13,3 km/l. Só pra comparar a média da Vulcan está em 20.8 km/l!
Matar a sede de 125 cavalos exige mais liquido que a de 50.

Já que chama a atenção e bebe tanto, a danada tá mais pra Vera Fisher, barraqueira e manguaceira
Depois de uma Vulcan, vc acha a V-rod pequena e facil de pilotar
20/01/2015
Seis dias que não uso a Vulcan, mas hoje vou para o trampo com Suzana, vou da um "trato" nela que é pra ela não se sentir relegada. Vamos ver se desacostumei com ela.
Cheguei no trampo com a Vulcan, 30 km. Impressões de quem pilotou uma V-Rod por 6 dias e pegou a Vulcan depois.
1- A V-Rod é macia, mas a Vulcan tem suspensão mais macia ainda
2- O câmbio da Vulcan é mais suave nas trocas, menos trancos e cluncs, a posição do pedal e alavanca de câmbio da Vulcan é melhor, encaixa melhor no pé.
3- A Vulcan tem arrancadas e retomadas muito boas, mas a V-Rod é incrível, verdadeiro foguete. a Vulcan começa a perder um pouco de disposição nas retomadas a partir de 120 km/H, a V-Rod parece que ganha mais ainda.
4- A posição tradicional dos comandos (buzina, pisca, farol) da Vulcan me agradam mais, não buzinei quando queria acionar pisca, nem liguei os piscas quando queria buzinar.
5- A V-Rod é mais presa no chão, à frente da Vulcan é muito leve, deve ser a roda de aro 21 com pneu 90, enquanto a V-Rod tem 19 e 120.
6- Os freios da Vulcan são menos rudes que os da V-Rod, apesar do ABS, frear na V-Rod assusta, pois breca muito bruscamente.
7- A posição de pilotagem nas duas é excelente, confortáveis, na Vulcan é mais relaxada, mas o banco da V-Rod segura mais.
8- O calor gerado pela ventoinha da Vulcan quase não incomoda, já o da V-Rod.... Devido ao desenho dos escapamentos, o risco de queimar a canela direita na Vulcan é quase zero, já na V-Rod, quase uma certeza
Parei a Vulcan ao lado de uma Ninja aqui no trampo,e um colega encostou e começou a falar sobre as duas, compara aqui, compara lá, e me saiu com essa:
- Quem chega nessa aqui (Ninja) tá dizendo "tõ com o pint* duro", já quem chega numa dessa (Vulcan) tá dizendo "tõ com o pint* mole". Kkkkkk
Chega outro e completa
- Mas quem tem a Vulcan tá dizendo "eu já peguei várias", já o da Ninja "tõ começando agora".
chega um terceiro e completa:
- Moto é como mulher, o importante é agente estar em cima de uma.
Kkkkk
Hoje, depois de seis dias com a V-Rod, fui (e voltei) com a Vulcan para o trampo, 60 km.
Sem medo de errar, duas belas maquinas, bem feitas, cada uma com suas qualidades, suas belezas estéticas, montou nelas, e elas te dão prazer, são gostosas, tem suas diferenças, uma um pouco mais mansa, outra mais brava, uma mais quente, outra mais morna, mas ambas te fazem suar enquanto você monta nelas, uma mais agressiva, outra mais mansa, uma mais macia, outra mais durinha, uma berra, a outra geme, no banco de ambas você "encaixa" diferente, mas com conforto, uma tem mais pressa, a outra gosta de ir mais devagar... mas ambas chegam "lá".
Ambas de "boa família", quisera eu poder ter mais uma, e mais outra, cada uma de um tipo... Não é a toa que "Carro" é masculino, e "Motocicleta" é feminino. Não há moto ruim, e sim, moto mal pilotada
Seis dias que não uso a Vulcan, mas hoje vou para o trampo com Suzana, vou da um "trato" nela que é pra ela não se sentir relegada. Vamos ver se desacostumei com ela.
Cheguei no trampo com a Vulcan, 30 km. Impressões de quem pilotou uma V-Rod por 6 dias e pegou a Vulcan depois.
1- A V-Rod é macia, mas a Vulcan tem suspensão mais macia ainda
2- O câmbio da Vulcan é mais suave nas trocas, menos trancos e cluncs, a posição do pedal e alavanca de câmbio da Vulcan é melhor, encaixa melhor no pé.
3- A Vulcan tem arrancadas e retomadas muito boas, mas a V-Rod é incrível, verdadeiro foguete. a Vulcan começa a perder um pouco de disposição nas retomadas a partir de 120 km/H, a V-Rod parece que ganha mais ainda.
4- A posição tradicional dos comandos (buzina, pisca, farol) da Vulcan me agradam mais, não buzinei quando queria acionar pisca, nem liguei os piscas quando queria buzinar.
5- A V-Rod é mais presa no chão, à frente da Vulcan é muito leve, deve ser a roda de aro 21 com pneu 90, enquanto a V-Rod tem 19 e 120.
6- Os freios da Vulcan são menos rudes que os da V-Rod, apesar do ABS, frear na V-Rod assusta, pois breca muito bruscamente.
7- A posição de pilotagem nas duas é excelente, confortáveis, na Vulcan é mais relaxada, mas o banco da V-Rod segura mais.
8- O calor gerado pela ventoinha da Vulcan quase não incomoda, já o da V-Rod.... Devido ao desenho dos escapamentos, o risco de queimar a canela direita na Vulcan é quase zero, já na V-Rod, quase uma certeza
Parei a Vulcan ao lado de uma Ninja aqui no trampo,e um colega encostou e começou a falar sobre as duas, compara aqui, compara lá, e me saiu com essa:
- Quem chega nessa aqui (Ninja) tá dizendo "tõ com o pint* duro", já quem chega numa dessa (Vulcan) tá dizendo "tõ com o pint* mole". Kkkkkk
Chega outro e completa
- Mas quem tem a Vulcan tá dizendo "eu já peguei várias", já o da Ninja "tõ começando agora".
chega um terceiro e completa:
- Moto é como mulher, o importante é agente estar em cima de uma.
Kkkkk
Hoje, depois de seis dias com a V-Rod, fui (e voltei) com a Vulcan para o trampo, 60 km.
Sem medo de errar, duas belas maquinas, bem feitas, cada uma com suas qualidades, suas belezas estéticas, montou nelas, e elas te dão prazer, são gostosas, tem suas diferenças, uma um pouco mais mansa, outra mais brava, uma mais quente, outra mais morna, mas ambas te fazem suar enquanto você monta nelas, uma mais agressiva, outra mais mansa, uma mais macia, outra mais durinha, uma berra, a outra geme, no banco de ambas você "encaixa" diferente, mas com conforto, uma tem mais pressa, a outra gosta de ir mais devagar... mas ambas chegam "lá".
Ambas de "boa família", quisera eu poder ter mais uma, e mais outra, cada uma de um tipo... Não é a toa que "Carro" é masculino, e "Motocicleta" é feminino. Não há moto ruim, e sim, moto mal pilotada
22/01/2015
Negócio é o seguinte, a V-Rod bebe muito, eu já sabia, mas não pensei que fosse tanto, então vai mudar de nome, Vera Fischer.
Só abasteci uma vez, o transito que pego, tá mais pra Rodovia que cidade, ela fez 13,3 km/l. Mas o pessoal que conheço e tem ela, diz que 13,3 foi até bom, que ela faz menos que isso, +/- 11 km/l.
Minha esperança é que eu costumo obter medias melhores que a maioria (mas não chega a ser os milagres de @mpol), mas ai só com o tempo eu vou saber
Por enquanto, a Vulcan faz 6 km/l a mais que ela.
Negócio é o seguinte, a V-Rod bebe muito, eu já sabia, mas não pensei que fosse tanto, então vai mudar de nome, Vera Fischer.
Só abasteci uma vez, o transito que pego, tá mais pra Rodovia que cidade, ela fez 13,3 km/l. Mas o pessoal que conheço e tem ela, diz que 13,3 foi até bom, que ela faz menos que isso, +/- 11 km/l.
Minha esperança é que eu costumo obter medias melhores que a maioria (mas não chega a ser os milagres de @mpol), mas ai só com o tempo eu vou saber
Por enquanto, a Vulcan faz 6 km/l a mais que ela.
22/01/2015
Teste: H-D Night Rod Special (Revista Motociclismo)
Se a família VRSC provocou uma revolução na cultura da marca, a versão Night Rod é o expoente máximo de estilo e atitude dentro dessa linhagem
A primeira VRSC (V-Twin Racing Street Custom), ou V-Rod, apareceu em 2001 e causou alvoroço no mundo do motociclismo por fugir completamente, e em todos os aspectos, do “padrão” Harley-Davidson: estilo, proposta, motorização... Era uma verdadeira revolução. Foi considerada uma heresia para os admiradores mais puristas da marca (e até hoje essa linha não é bem-aceita por alguns), mas o fato é que a V-Rod abriu as portas da marca para um novo perfil de consumidor. A jogada arriscada deu certo, especialmente no Brasil, onde, pelo segundo ano consecutivo, as atuais representantes da família (os modelos Night Rod Special e Muscle) são as custom mais vendidas do país.

Custom, sim, mas ninguém compra um canhão destes para lotá-la de alforges e rumar para Ushuaia. Estamos falando de uma moto que é viciada na fumaça de um burn out e é alérgica a franjinhas de couro e cromados. Ela está muito mais para Ducati Diavel do que para Fat Boy. Lembro-me bem de quando andei pela primeira vez em uma Night Rod, em setembro de 2008. Na ocasião, estilo e desempenho já eram impressionantes, mas com suspensões extremamente duras e uma posição de pilotagem muito forçada à frente, o prazer de pilotá-la acabava um pouco sacrificado. Contudo, os anos fizeram muito bem à Night, e hoje nos deparamos com uma motocicleta muito evoluída e que soube ressaltar ainda mais os seus pontos fortes e corrigir os pontos fracos de alguns anos atrás.

O assento para o passageiro é minimalista. A Night Rod é uma moto para ser curtida sozinho.
As suspensões, especialmente a traseira, melhoraram substancialmente com uma calibragem aprimorada, entretanto, dizer que são confortáveis seria uma mentira. Não há milagre, especialmente se levarmos em conta que a dupla de amortecedores traseiros (que não tem nada de excepcional) e o garfo dianteiro devem entregar estabilidade condizente para uma moto que passa com facilidade dos 200 km/h, que pesa mais de 300 kg e que ainda conta com curso bem reduzido. O resultado prático é um modelo seguro e equilibrado em alta velocidade e em asfalto bom, mas que não nos deixa esquecer que a qualidade do asfalto não é uma prioridade de nossos políticos.

Dado o caráter esportivo da Night Rod, o velocímetro e o conta-giros podiam trocar de lugar
Com um guidão mais próximo ao piloto, a posição de pilotagem também está muito melhor do que nas primeiras Night Rod, mas ainda assim é uma motocicleta na qual o estilo, que não deixa de ser importante nesse tipo de moto, impõe um posicionamento não tão favorável para o conforto de quem pilota. Uma coisa podemos garantir, depois que você acelerá-la, tudo o que falamos até aqui passa a ser um mero efeito colateral de algo espetacularmente bom: a sua performance.

O que parece o tanque, é na verdade, a caixa do filtro de ar
Se o visual da moto é a razão que faz muitos “candidatos a proprietário” serem atraídos para uma concessionária da marca, é sem dúvida o motor que garante a assinatura dos cheques. Derivado do que foi utilizado na Superbike VR 1000, o bicilíndrico em V a 60° com arrefecimento líquido recebeu o “ajuste fino” no centro de desenvolvimento da Porsche, em Weissach, na Alemanha. Coincidência ou não, quando aceleramos a Night Rod como ela pede (e gosta!), o som que sai da dupla de escapes lembra muito a melodia dos tradicionais motores boxer usados pelos superesportivos da marca alemã.

Se a discrição é o seu negócio, esqueça esta moto. Ninguém resiste ao seu design e imponência
Com um pneu de 240 mm, entre-eixos longo e praticamente imune a empinadas, nas acelerações a Night Rod é uma catapulta, levando a moto a 100 km/h em pouco mais de 4 s. Se não aliviarmos o acelerador e continuarmos jogando marcha — só a primeira já passa de 100 km/h no velocímetro — esta Harley passa de 230 km/h no painel (216 km/h reais). É desnecessário reduzir marchas para uma retomada, mas se mantivermos o giro acima de 5 000 rpm, fica tudo muito mais divertido...E rápido. A facilidade que encontramos para ganhar velocidade é enorme, mas logo lembramos que o guidão é largo, o nosso peito fica totalmente exposto, e os pés, estão apoiados em finas pedaleiras láááá na frente. Ou seja, até 130 km/h – 140 km/h o vento não incomoda tanto, mas acima disso começamos a brigar para continuarmos grudados à moto.

O acesso para o tanque de combustível fica sob o assento
A embreagem antibloqueio impede o travamento da roda traseira em uma redução de marcha mais brusca, mas (felizmente), não impede que o pneu destracione durante uma aceleração mais radical. Tudo o que anda muito também precisa parar, e, para azar do sistema de freios, esta Harley, além do desempenho de esportiva, tem mais dois agravantes: o peso de mais de 300 kg e a distribuição de peso, que segue o melhor estilo custom. Em outras palavras, o peso está lá atrás e isso significa que não dá para abusar da dianteira. O ABS neste caso é fundamental, diria que muito mais do que em qualquer outra moto com esse potencial de performance. No fim das contas, com componentes Brembo e três grandes discos, a moto para com segurança e bom tato.

São três discos de 300 mm. Todos mordidos por pinças Brembo de 4 pistões
Considerando sua proposta, ela vai até bem nas curvas. A ciclística não reclama, e o limite de inclinação (32° para ambos os lados) é dado pelas pedaleiras. Na cidade, a Night enfrenta as limitações de uma típica custom longa, pesada e com motor de grande capacidade, e isso significa pouca agilidade para manobrar entre outros veículos ou nos corredores e um excesso de calor na perna direita, que fica a centímetros dos tubos de escapes. O assento a apenas 65 cm do chão ajuda nas manobras de estacionamento.

A Night Rod Special será a moto sorteada na promoção Motociclismo "Um mito em sua garagem"
Quer saber, no fim das contas, todos esses contras são anulados pelos muitos prós desta Harley-Davidson!
Em quatro palavras
CIDADE
Ela pode ser usada eventualmente, mas deixa claro que está fora de seu ambiente. O entre-eixos longo e o peso acabam sacrificando a agilidade que necessitamos para encarar engarrafamentos. As suspensões sofrem nas irregularidades, e o motor esquenta bastante.
ESTRADA
Sua ciclística foi pensada para a estrada, melhor ainda se tiver poucas curvas. Ela é estável, o motor não vibra, e o desempenho é impressionante. A falta de proteção aerodinâmica e a posição de pilotagem não colaboram em altas velocidades.
GARUPA
A Night Rod é uma moto para ser curtida sozinho. Garupa só por curtos trajetos e rodando devagar. Além do assento pequeno, as pernas ficam muito dobradas e não há onde se segurar. Não abuse do torque do motor se não quiser perder o garupa pelo caminho.
EMOÇÃO
Esta é uma daquelas motos que exigem um breve período para conhecê-la, mas depois que isso acontece, não queremos mais largá-la. O estilo é arrasador, a marca no tanque traz todo um charme, mas o protagonista da história é o estupendo motor Revolution.

A dupla saída de escape emite um urro empolgate quando as rotações do motor sobem
Conclusão
O “Special” no nome é mais do que justo. Goste você do estilo ou não, e independentemente da marca que ela leva no tanque (que, convenhamos, traz um apelo a mais), é inegável que esta moto é uma daquelas fora de série. Não me refiro à excelência técnica, até porque ela, na essência, é uma moto até simples. Digo fora de série no sentido de que é um dos modelos do mercado que mais oferecem prazer ao pilotar. É uma moto para entusiastas do estilo custom, mas que preferem a adrenalina de uma aceleração que cola o estômago nas costas do que a endorfina de um calmo passeio com a paisagem refletindo no farol cromado.
http://carroonline.terra.com.br/motocic ... ial/?rlabs
Teste: H-D Night Rod Special (Revista Motociclismo)
Se a família VRSC provocou uma revolução na cultura da marca, a versão Night Rod é o expoente máximo de estilo e atitude dentro dessa linhagem
A primeira VRSC (V-Twin Racing Street Custom), ou V-Rod, apareceu em 2001 e causou alvoroço no mundo do motociclismo por fugir completamente, e em todos os aspectos, do “padrão” Harley-Davidson: estilo, proposta, motorização... Era uma verdadeira revolução. Foi considerada uma heresia para os admiradores mais puristas da marca (e até hoje essa linha não é bem-aceita por alguns), mas o fato é que a V-Rod abriu as portas da marca para um novo perfil de consumidor. A jogada arriscada deu certo, especialmente no Brasil, onde, pelo segundo ano consecutivo, as atuais representantes da família (os modelos Night Rod Special e Muscle) são as custom mais vendidas do país.

Custom, sim, mas ninguém compra um canhão destes para lotá-la de alforges e rumar para Ushuaia. Estamos falando de uma moto que é viciada na fumaça de um burn out e é alérgica a franjinhas de couro e cromados. Ela está muito mais para Ducati Diavel do que para Fat Boy. Lembro-me bem de quando andei pela primeira vez em uma Night Rod, em setembro de 2008. Na ocasião, estilo e desempenho já eram impressionantes, mas com suspensões extremamente duras e uma posição de pilotagem muito forçada à frente, o prazer de pilotá-la acabava um pouco sacrificado. Contudo, os anos fizeram muito bem à Night, e hoje nos deparamos com uma motocicleta muito evoluída e que soube ressaltar ainda mais os seus pontos fortes e corrigir os pontos fracos de alguns anos atrás.

O assento para o passageiro é minimalista. A Night Rod é uma moto para ser curtida sozinho.
As suspensões, especialmente a traseira, melhoraram substancialmente com uma calibragem aprimorada, entretanto, dizer que são confortáveis seria uma mentira. Não há milagre, especialmente se levarmos em conta que a dupla de amortecedores traseiros (que não tem nada de excepcional) e o garfo dianteiro devem entregar estabilidade condizente para uma moto que passa com facilidade dos 200 km/h, que pesa mais de 300 kg e que ainda conta com curso bem reduzido. O resultado prático é um modelo seguro e equilibrado em alta velocidade e em asfalto bom, mas que não nos deixa esquecer que a qualidade do asfalto não é uma prioridade de nossos políticos.

Dado o caráter esportivo da Night Rod, o velocímetro e o conta-giros podiam trocar de lugar
Com um guidão mais próximo ao piloto, a posição de pilotagem também está muito melhor do que nas primeiras Night Rod, mas ainda assim é uma motocicleta na qual o estilo, que não deixa de ser importante nesse tipo de moto, impõe um posicionamento não tão favorável para o conforto de quem pilota. Uma coisa podemos garantir, depois que você acelerá-la, tudo o que falamos até aqui passa a ser um mero efeito colateral de algo espetacularmente bom: a sua performance.

O que parece o tanque, é na verdade, a caixa do filtro de ar
Se o visual da moto é a razão que faz muitos “candidatos a proprietário” serem atraídos para uma concessionária da marca, é sem dúvida o motor que garante a assinatura dos cheques. Derivado do que foi utilizado na Superbike VR 1000, o bicilíndrico em V a 60° com arrefecimento líquido recebeu o “ajuste fino” no centro de desenvolvimento da Porsche, em Weissach, na Alemanha. Coincidência ou não, quando aceleramos a Night Rod como ela pede (e gosta!), o som que sai da dupla de escapes lembra muito a melodia dos tradicionais motores boxer usados pelos superesportivos da marca alemã.

Se a discrição é o seu negócio, esqueça esta moto. Ninguém resiste ao seu design e imponência
Com um pneu de 240 mm, entre-eixos longo e praticamente imune a empinadas, nas acelerações a Night Rod é uma catapulta, levando a moto a 100 km/h em pouco mais de 4 s. Se não aliviarmos o acelerador e continuarmos jogando marcha — só a primeira já passa de 100 km/h no velocímetro — esta Harley passa de 230 km/h no painel (216 km/h reais). É desnecessário reduzir marchas para uma retomada, mas se mantivermos o giro acima de 5 000 rpm, fica tudo muito mais divertido...E rápido. A facilidade que encontramos para ganhar velocidade é enorme, mas logo lembramos que o guidão é largo, o nosso peito fica totalmente exposto, e os pés, estão apoiados em finas pedaleiras láááá na frente. Ou seja, até 130 km/h – 140 km/h o vento não incomoda tanto, mas acima disso começamos a brigar para continuarmos grudados à moto.

O acesso para o tanque de combustível fica sob o assento
A embreagem antibloqueio impede o travamento da roda traseira em uma redução de marcha mais brusca, mas (felizmente), não impede que o pneu destracione durante uma aceleração mais radical. Tudo o que anda muito também precisa parar, e, para azar do sistema de freios, esta Harley, além do desempenho de esportiva, tem mais dois agravantes: o peso de mais de 300 kg e a distribuição de peso, que segue o melhor estilo custom. Em outras palavras, o peso está lá atrás e isso significa que não dá para abusar da dianteira. O ABS neste caso é fundamental, diria que muito mais do que em qualquer outra moto com esse potencial de performance. No fim das contas, com componentes Brembo e três grandes discos, a moto para com segurança e bom tato.

São três discos de 300 mm. Todos mordidos por pinças Brembo de 4 pistões
Considerando sua proposta, ela vai até bem nas curvas. A ciclística não reclama, e o limite de inclinação (32° para ambos os lados) é dado pelas pedaleiras. Na cidade, a Night enfrenta as limitações de uma típica custom longa, pesada e com motor de grande capacidade, e isso significa pouca agilidade para manobrar entre outros veículos ou nos corredores e um excesso de calor na perna direita, que fica a centímetros dos tubos de escapes. O assento a apenas 65 cm do chão ajuda nas manobras de estacionamento.

A Night Rod Special será a moto sorteada na promoção Motociclismo "Um mito em sua garagem"
Quer saber, no fim das contas, todos esses contras são anulados pelos muitos prós desta Harley-Davidson!
Em quatro palavras
CIDADE
Ela pode ser usada eventualmente, mas deixa claro que está fora de seu ambiente. O entre-eixos longo e o peso acabam sacrificando a agilidade que necessitamos para encarar engarrafamentos. As suspensões sofrem nas irregularidades, e o motor esquenta bastante.
ESTRADA
Sua ciclística foi pensada para a estrada, melhor ainda se tiver poucas curvas. Ela é estável, o motor não vibra, e o desempenho é impressionante. A falta de proteção aerodinâmica e a posição de pilotagem não colaboram em altas velocidades.
GARUPA
A Night Rod é uma moto para ser curtida sozinho. Garupa só por curtos trajetos e rodando devagar. Além do assento pequeno, as pernas ficam muito dobradas e não há onde se segurar. Não abuse do torque do motor se não quiser perder o garupa pelo caminho.
EMOÇÃO
Esta é uma daquelas motos que exigem um breve período para conhecê-la, mas depois que isso acontece, não queremos mais largá-la. O estilo é arrasador, a marca no tanque traz todo um charme, mas o protagonista da história é o estupendo motor Revolution.

A dupla saída de escape emite um urro empolgate quando as rotações do motor sobem
Conclusão
O “Special” no nome é mais do que justo. Goste você do estilo ou não, e independentemente da marca que ela leva no tanque (que, convenhamos, traz um apelo a mais), é inegável que esta moto é uma daquelas fora de série. Não me refiro à excelência técnica, até porque ela, na essência, é uma moto até simples. Digo fora de série no sentido de que é um dos modelos do mercado que mais oferecem prazer ao pilotar. É uma moto para entusiastas do estilo custom, mas que preferem a adrenalina de uma aceleração que cola o estômago nas costas do que a endorfina de um calmo passeio com a paisagem refletindo no farol cromado.
http://carroonline.terra.com.br/motocic ... ial/?rlabs
22/01/2015
Duas senhoras máquinas! Não dá pra dizer qual a mais isso ou aquilo!
https://youtu.be/tf5PZsTN3Wc
https://youtu.be/thOGtPYrr-4
E essa "caçula"?? Que beleza... Acho que vou ter que arranjar espaço na garagem
https://youtu.be/1AtJKHqWI2o
Custom não é bonita? Quem disse?
https://youtu.be/Ee4Dr_vYxm8
https://youtu.be/mr9c7WNOp6o
https://youtu.be/_NJ2wxbJkk4
https://youtu.be/_NJ2wxbJkk4
Bacana a estória de criação da V-Rod
https://youtu.be/0fuChSQN328
Duas senhoras máquinas! Não dá pra dizer qual a mais isso ou aquilo!
https://youtu.be/tf5PZsTN3Wc
https://youtu.be/thOGtPYrr-4
E essa "caçula"?? Que beleza... Acho que vou ter que arranjar espaço na garagem
https://youtu.be/1AtJKHqWI2o
Custom não é bonita? Quem disse?
https://youtu.be/Ee4Dr_vYxm8
https://youtu.be/mr9c7WNOp6o
https://youtu.be/_NJ2wxbJkk4
https://youtu.be/_NJ2wxbJkk4
Bacana a estória de criação da V-Rod
https://youtu.be/0fuChSQN328



