M Valentim escreveu:De:jeffitaquera
Para:M Valentim
...Quanto a gasolina no óleo do motor é devido falha do projeto da mirage que permite que entre gasolina no motor, se você não fechar a torneira de combustivel quando ela fica parada...
A gasolina é injetada na parte superior do pistão, para a queima. Óleo fica na parte inferior do pistão, para lubrificação do cilindro. Em torno dos pistões existem os anéis de compressão e lubrificação e eles impedem que haja a mistura destes dois fluidos. Se houver a mistura dos dois fluidos, o óleo passará também a ser queimado e isso é verificado pela cor da fumaça que sairá do escapamento. E para que essa mistura ocorra, é porque houve mau uso do veículo, deixando-o sem lubrificação ou usando uma motocicleta custom de 250cc como se fosse uma esportiva de 1000cc. O simples fato de deixar a torneira de combustível aberta, que já possua desgaste natural, não é motivo para que ocorra a mistura de gasolina e óleo do motor.
Por curiosidade, fui localizar as mensagens de 'jeffitaquera' e não encontrei nenhuma mensagem deste usuário. Isso é intrigante, pois eu gostaria de discutir com esse usuário à respeito de seus problemas com a Mirage 250 dele.
Caro motociclista que pretente comprar uma Mirage 250:
Antes de se decidir, leia esse relato do que aconteceu comigo.
Tem um amigo meu do quartel que também tem uma Mirage 250 EFI, e vive reclamando das panes que a dele apresenta, então posso te dizer que se optar com ela terá que conviver com umas panes, digamos, curiosas e corriqueiras, inerentes ao modelo. O bom da História é que vc tiver tempo, poderá iniciar na arte de manutenção de motos.
Vamos ao relato (também postei no site reclame aqui)
Opinião de proprietário de Kasinski Mirage GV 250 ano 2008
Adquiri uma Motocicleta Kasinski Mirage GV 250 Custom 2008 em março de 2010, com 4 mil km. Já no inicio percebi que a moto, de forma intermitente, apresentava falha de partida, com trancos secos que impediam o funcionamento do motor. Depois de algumas tentativas, a moto pegava e ficava uns 2 dias sem apresentar a pane. Acreditei que o problema poderia ser a bateria e de imediato troquei por uma nova, de mesma especificação, no entanto a pane intermitente de trancos na partida não cessou após a instalação da nova bateria.
Ainda neste período inicial de aquisição, percebi que a torneira de combustível, encontrava-se emperrada e a troquei por uma nova e de melhor qualidade. Após um tempo e próximo da revisão de 6000 Km, a motocicleta apresentou um barulho de engrenagens quebradas e não mais foi possível dar a partida elétrica. Como em Taubaté não tinha oficina autorizada Kasinski, dei a partida a moda antiga (empurrando a moto) e levei a moto para revisão de 6 mil km na autorizada Kasinski de São José dos Campos, de nome Moto Route. Informei a eles que além da revisão, a moto não dava partida e que antes disso ela apresentava trancos durante a ignição.
Após uma semana e de forma até muito eficiente, foi entregue a moto revisada e houve a troca de duas engrenagens que tiveram seus dentes quebrados. Esta troca me chamou atenção pela gravidade da quebra, e então, questionei o porque de quebra tão prematura. De forma muito estranha o mecânico afirmou que poderia ser a forma de se dar partida, então perguntei a ele como deveria ser uma partida correta do modelo, e ele de forma bem simples e intuitiva puxou o afogador da moto e apertou o botão de partida, da mesma maneira que qualquer moto carburada com partida elétrica é acionada normalmente.
Apesar de perplexo com a resposta do mecânico, entendi que ele não sabia o porque da quebra das engrenagens. Logo após a revisão a moto passou a apresentar vazamento de óleo pela tampa do filtro de óleo do motor (pane que ganhei em função da revisão mal realizada na Moto Route) e a pane de trancos na partida retornou, mesmo eu tendo relatado sua ocorrência por ocasião da revisão de 6 mil km.
Como estava sendo transferido de local de trabalho da cidade de Taubaté para Manaus, e já não confiava na qualidade do serviço da Moto Route, decidi que levaria a motocicleta para uma concessionária da capital do estado do Amazonas, já que a assistência técnica de lá deveria ser melhor do que a de SJC, haja vista que a moto era fabricada na Zona Franca, ledo engano...
Assim que chegou a Manaus, a motocicleta apresentou pane elétrica que impedia a ignição do motor, inclusive com queima de fusível, desta forma contratei uma pick-up da própria oficina autorizada Kasinski Tecway para levá-la até a concessionária.
Chegando lá informei que além da pane elétrica, a moto possuía vazamento pela tampa do filtro de óleo(herdada da revisão mau feita na Moto Route de SJC) e que a partida apresentava trancos de forma intermitente. Foi realizada a manutenção do sistema elétrico, trocada a tampa do filtro de óleo por uma outra de uma moto de modelo diferente (já que não tinha a peça original para trocar) e entregue a moto funcionando. Apesar da tampa do filtro ser de marca e cor diferente da minha moto, fiquei satisfeito porque tinha parado o vazamento, mas como anteriormente relatado, a pane de trancos na partida ainda existia de forma intermitente, após uns 2 ou 3 dias ela retornou.
Decidi levar a moto de volta a Tecway e solicitar que fosse realizada uma inspeção, afim de finalmente resolver o problema da partida e seus trancos intermitentes e intermináveis. Após duas semanas de espera, eles resolveram pegar a moto para ver qual era o problema e descobriram que havia um vazamento de combustível pela bóia do carburador, que estaria encharcando de gasolina o motor e causando o efeito conhecido por “calço hidráulico”. Finalmente descoberto o problema eles disseram que, não possuíam peças para a troca e que iria demorar em média 40 dias para chegar.
Foi quando fui pesquisar na internet se outro proprietário tinha este mesmo problema de calço durante a partida e vi que a pane era inerente ao modelo e que era simplesmente solucionado fechando a torneira de combustível quando a moto estivesse parada. Voltei a Tecway, passei ao mecânico esta informação e já decorridos uns dois meses com a moto parada na oficina autorizada, levei a moto para casa e nunca mais tive problemas com a partida. Isso foi no inicio de julho.
Hoje, dia 17 de agosto, entretanto, a Mirage apresentou um barulho estranho no motor, rapidamente levei a moto para a Tecway, quando cheguei lá, o funcionário da recepção não queria receber a moto alegando falta de espaço para tantas motos aguardando revisão e manutenção, a maioria por falta de peças. Insisti que a moto ficasse lá porque não arriscaria levar a moto para casa com medo de quebrar no caminho, devido a barulheira que saia do motor.
Conclusão? Motocicleta Kasinski, nunca mais...
Para concluir o meu relato sobre minha experiencia e consequente opinião sobre a Mirage 250, informo-vos que o barulho que o motor da Mirage apresentou foi uma coisa bem simples e cotidiana: A ruptura completa de um dois eixos de comando do cabeçote do cilindro dianteiro! Não da para dizer com certeza o que ocorreu, a verdade que fez um estrago em inumeros componentes do cilindro. A peça de metal que não deveria ser frágil, seccionou por completo por corrosão interna do metal, por falha de fabricação. Como a revenda tecway não possui as peças, para variar, não tenho uma posição ainda do valor das peças e da mão de obra. Quando souber o saldo do estrago, informo para vocês.
Saldo do estrago e da falha na fabricação 900,00 em peças em outubro de 2011.
Kasinski e Moto Koreana, nunca mais...
“The Eagle Soars Alone” "Classic Rider Walk Alone"
Humm escreveu:só acho que o forum nao é lugar para estravazar a raiva de consumidor..
chega ao ponto talvez até de inventar coisas apenas para satisfazer sua auto necessidade de punir a kasinski a todo custo.
o chato é que isso polui o topico com informações inuteis.. onde deveriam haver posts sobre experiencias, problemas e solucoes..
todo mundo ja ta farto de saber que voce odeia a kasinski.. nao precisa ficar repetindo e repetindo e vindo com historias milaborantes.
por mim, apagaria esses posts inuteis, inclusive esse meu, que nao adiciona nada ao topico, e daria uma advertencia para manter o foco do topico.
ja ta virando bagunça..
Pq vcs tem tanta ressalva sobre falar dos defeitos da Moto?
Eu insisto em relatar, por uma razão simples, foi aqui que ouvi falar bem dela e onde me informei sobre o modelo e me dei mau, então é aqui que devo dar meu relato sobre a qualidade duvidosa da mesma, é minha obrigação, doa a quem doer.
O engraçado que se aqui não é o tópico para dar opinião de proprietário (no meu caso EX, graças a deus) qual será o assunto aqui? Propaganda de revenda de moto usada?
Será que não seria melhor mudar as regras de postagens do fórum, colocando que é expressamente proibido relatar panes da Mirage 250, já que está parecendo que este é um fórum para enaltecer as "qualidades" do modelo?...
“The Eagle Soars Alone” "Classic Rider Walk Alone"
M. Valentim, como eu já disse, vc teve uma experiência ruim com a moto, eu tive uma experiência boa.
Vc vem e fala que a moto é uma porcaria, eu venho e digo que a moto é ótima.
Vc não tem mais a moto, que era 2008 (e vc comprou usada), eu ainda tenho a minha, há 2 anos, ano 2011/2011, rodando todos os dias sem parar. Como vou falar que é ruim?
Não há problema nenhum em vc vir aqui e relatar problemas com a moto, porém vc está apenas re-postando uma reclamação de 3 anos atrás, de quando teve a moto.
Só acho que tem muita dor-de-cotovelo aí, pra ficar repostando uma reclamação de 2010 (de uma moto 2008).
Mesmo que fosse um problema "corriqueiro" das Mirage da época (2008), estamos em 2013... nem a tal "torneira" as Mirage tem mais, e faz tempo!
Qualquer pessoa com alguma maturidade consegue ver a real intenção da postagem.
Filhodobar escreveu:M. Valentim, como eu já disse, vc teve uma experiência ruim com a moto, eu tive uma experiência boa.
Vc vem e fala que a moto é uma porcaria, eu venho e digo que a moto é ótima.
Vc não tem mais a moto, que era 2008 (e vc comprou usada), eu ainda tenho a minha, há 2 anos, ano 2011/2011, rodando todos os dias sem parar. Como vou falar que é ruim?
Não há problema nenhum em vc vir aqui e relatar problemas com a moto, porém vc está apenas re-postando uma reclamação de 3 anos atrás, de quando teve a moto.
Só acho que tem muita dor-de-cotovelo aí, pra ficar repostando uma reclamação de 2010 (de uma moto 2008).
Mesmo que fosse um problema "corriqueiro" das Mirage da época (2008), estamos em 2013... nem a tal "torneira" as Mirage tem mais, e faz tempo!
Qualquer pessoa com alguma maturidade consegue ver a real intenção da postagem.
Muitos usuários novos tem vindo aqui, se informar sobre motos usadas para compra, independente de ter a torneira ou não, tbm conheço relatos sobre problemas das mais novas EFI, um companheiro do trabalho tem uma e vive reclamando das panes constantes, então é importante que esses usuários novos e inexperientes, saibam todos os detalhes sobre esta moto, antes de optarem pela compra da mesma, desta forma acredito ser correto ficarmos aqui enaltecendo o modelo, e no meu caso, repetindo o que aconteceu comigo, até pq ninguem fica lendo postagem antiga... Qualquer pessoa com um minimo de consciência, também consegue ver a importancia de se relatar os vicios do modelo e assim evitar dissabores futuros. Para aqueles que optarem por ela, mesmo sabendo dos riscos, não poderão se sentir enganados como eu...
“The Eagle Soars Alone” "Classic Rider Walk Alone"
Olá... É minha primeira postagem aqui no fórum... porem li quase todo ele antes de comprar minha Mirage 250 2013 a Alice...
Antes da compra, pesquisei a Hyosung no Brasil e no mundo, pesquisei a reputação da Aquila GV250 (nome europeu da Mirage 250, pesquisem) no mundo todo, pesquisei concessionarias e estou muito satisfeito com a Alice e com a Commoto onde a comprei.
Para acrescentar algo a discussão: Já comprei carro francês zero quilometro que saiu da concessionaria com o cárter seco, isso mesmo, sem óleo , fundiu a 1000 metros da concessionaria. Meses depois o mesmo apresentou trinca no para-brisa, mas nem por isso os carros franceses são ruins... eu dei azar e depois pequei uma valeta ferrada na estrada, paciência. Ano passado tirei um prisma zero e uns meses depois vi o carro “mijando” quando enchi o tanque, mangueira furada de fabrica, nem por isso a Chevrolet é uma marca ruim.... No caso de importados, eles obrigatoriamente, passam por um processo eufemicamente denominado tropicalização, que nada mais é que adequar o produto a realidade brasileira, com calibragem de suspenção para pegar nossa buraqueira, acerto na Centralina para beber gasolina com 25% de álcool e tantas outras coisas, dai advêm algumas peculiaridades dos modelos que rodam por aqui em relação aos que rodam no resto do mundo, mas paciência estamos no Brasil....
Agora se você quer comprar peça para moto por 10 raus e achar cabo de embreagem até na quitanda da esquina, compra uma CG125 ou uma Caloi 10 .... você vai estar bem mais servido
Se entrou na brincadeira é para se queimar, se não sabe ou não aguenta, pula fora. Também tenho um Jeep 1958, e acho o máximo os caras chorando porque quebrou uma peça de R$900,00 isso é o preço de um pneu de jeep... não aguenta, vai chorar na cama que é lugar quente. Mas ficar pichando sem saber nada de mecânica, sem saber da historia do produto e tendo comprado uma moto custom 1900 e guaraná com rolha que deus sabe como foi amaciada e como teve manutenção ... Cara como já disse... Vai chorar na cama que é lugar quente....