Robson BaLa escreveu:Creio que até o final do ano a situação entre a H-D e o Grupo Izzo esteja resolvida.
Não torço para que a Izzo caia fora, mas para que outros Dealers possam, também, representar a H-D no Brasil.
Uma concorrência honesta nunca fará mal a ninguém.
Abraços,
Oi pessoal alguem sabe se há alguma novidade sobre o caso HD X IZZO . E A loja do Rio nas Américas como fica o café da manhã
Abraços Beto Braga
Estou viciado neste site é muito bom!!!Parabens Galera!!!!
Grupo Izzo Mantém Exclusividade da Marca Harley-Davidson no Brasil
Fonte: By Ricardo Bonatelli
Quinta, 1 Julho 2010
O Grupo Izzo obteve uma importante vitória na Justiça brasileira, que na última segunda-feira (28) concedeu liminar suspendendo os efeitos da sentença de primeira instância, concedida à Harley-Davidson e que permitia a quebra do contrato de exclusividade entre a marca e o Grupo. A decisão manteve o contrato entre as partes válido até dezembro de 2015 e reafirmou o Grupo como representante exclusivo da Harley-Davidson e único revendedor da marca no país.
Com esta liminar, a Harley-Davidson está impedida de anunciar novos representantes, devendo cumprir o contrato firmado em 2007 – e existente há 18 anos – entre as partes, até que o mérito da ação seja julgado em segunda instância.
A liminar refuta todos os pontos aplicados em primeira instância e ratifica que o Grupo Izzo sempre cumpriu com todas as suas obrigações contratuais. A principal alegação da Harley-Davidson era de que o Grupo havia violado o direito de exclusividade e aliado a marca a motocicletas concorrentes.
Segundo o texto da liminar, “a requerida (Harley-Davidson) não se incomodou em momento algum com a comercialização de outras marcas pela autora e com o seu comportamento abriu um espaço de liberdade contratual que não pode ser agora restrito, sob pena de violação da confiança e consequentemente da boa-fé que se exige dos contratantes, muito menos pode se aproveitar da sua consciente omissão para pleitear o desfazimento de contrato que era executado plenamente pelas partes a despeito do fato”.
Sobre a alegação de que o Grupo havia realizado alterações em sua estrutura societária o representante da Justiça brasileira disse o seguinte: “Está documentado nos autos que a criação de outras duas sociedades tinha como únicos sócios aqueles que integram a sociedade autora (Grupo Izzo), o que revela alteração incapaz de causar dano aos interesses da requerida e à execução do contrato”.
“Estávamos muito tranquilos quanto a esta decisão, tanto que mantivemos todas as nossas operações funcionando normalmente”, diz Carlos Byron, Diretor de Marketing do Grupo, que vende em média 600 motos por mês. O executivo reforça que o processo movido pela Harley-Davidson visa o controle de um dos principais mercados da marca no mundo. “O Grupo deverá vender, a partir de 2011, mais de 10 mil motos por ano, enquanto países como Rússia, Índia e China, que assim como o Brasil fazem parte dos Brics, juntos, vendem cerca de 500 motos por ano”.
Byron reforça que o Grupo Izzo conta com um centro de treinamento em manutenção, certificado pela gestão global da marca, estoque de peças superior a R$ 5 milhões e relação de cinco peças sobressalentes para cada uma efetivamente trocada.
Procurando moto antiga de baixa CC em Porto Alegre ou região metropolitana.
Sobre grupo Izzo nunca vi nenhum comentário favoravel, de qualquer forma se a Harle vir administar sua própria marca deve melhorar o serviço. Abrir mais revendas.
Pode chegar ao fim nesta semana a disputa entre a fabricante de motos americana Harley Davidson e a sua única rede de concessionárias no Brasil, a HDSP Comércio de Veículos, pertencente ao Grupo Izzo, de São Paulo. A queda-de-braço gira em torno de R$ 3 milhões. As empresas devem chegar a um acordo fora dos tribunais.
A possibilidade foi aberta com a suspensão da sentença proferida em junho deste ano em favor da Harley Davidson. Agora, as ex-parcerias –que atuaram juntas por mais de 19 anos — devem buscar uma negociação até a próxima sexta-feira (24/9).
“O Grupo Izzo ajuizou uma ação no tribunal para suspender a eficácia da sentença até que o recurso de apelação deles seja decidido. Com isso, é possível um acordo ainda nesta semana”, afirmou Celso Xavier advogado do escritório Demarest & Almeida e porta-voz da Harley Davidson.
A fabricante havia conseguido na Justiça a suspensão dos contratos entre as partes, mas o Grupo Izzo recorreu da decisão.
A briga entre as duas começou no final do ano passado porque a fabricante alegou ter havido violação do acordo de exclusividade entre as partes, a associação da marca Harley Davidson à de concorrentes, além de um suposto mau atendimento a clientes. Além disso, a multinacional pretende agir diretamente no Brasil, sem representantes.
Em nota publicada no site da empresa, o Grupo Izzo, cujo contrato com a Harley Davidson se encerraria em 2015, disse que estava em busca de acordo, diferentemente da fabricante de motos.
“A gestão global da marca optou unilateralmente por uma ação judicial que funcionasse como um atalho para a rescisão do contrato”, afirmou o Grupo Izzo.