Viagem Inesquecível

Assuntos diversos, relacionados ou não ao motociclismo

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torresbeto
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Registrado em: 27 Jun 2012, 20:57
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Olá Pessoas,

Sabe aquela viagem inesquecível, que você fez sozinho, com motoclube, com o pessoal do forum, e que sempre é contada nos encontros, que você se orgulha de ter feito?

Acho que todo mundo aqui tem uma dessas pelo menos.

Resolvi Criar esse tópico, para cada um poder contar essa história, e abrilhantar ainda mais o mundo estradeiro...

Tenho certeza que muitos novos no mundo custom lerão essas histórias e vão querer meter o pé na estrada a cada história publicada...

No último Happy Hour aqui do Motos Custom, sugeriram que eu publicasse a minha história, o que farei agora e quero que as pessoas também publiquem aquela viagem única, que só de lembrar já faz você esboçar um sorriso no rosto.
Não importa qual a sua moto, o vento é o mesmo para todos!
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torresbeto
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Registrado em: 27 Jun 2012, 20:57
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Sei que muitos vão pensar, pô, viagem inesquecível, para Monte Verde? Mas são só 170 kms de SP...

Então... o pequeno detalhe é que eu e a Gabi, fizemos essa viagem a bordo de uma Yamaha NEO - A Poderosa.

Dia 30/12/2011

Sai do trabalho as 18hs, rumo a minha casa para acabarmos de arrumar as mochilas e pegar a estrada.

Dois casais de amigos já tinha saído mais cedo de carro a caminho de lá

Mochila arrumada, moto revisada, barriga cheia, é hora de sair.

Saimos as 18:45 da Zona Norte de SP rumo a Monte Verde.

Marginal Tietê abarrotada, Calor infernal, mas mesmo assim de jaqueta e capa de chuva...

Pegamos a Fernão Dias, velocidade de cruzeiro 80, 90km/h - A NEO tem apenas 115 cilindradas e ainda é automática.

Até aí tudo bem, o problema foi quando começamos subir a serra de Mairiporã, a velocidade da moto caiu para 60km/h, vento lateral absurdo, caminhões ultrapassando, mas e daí? Tá na chuva é para se molhar...

Continuamos nosso trajeto...1h30 minutos depois, chegamos a Extrema - MG, bem na divisa São Paulo - Minas.

Paramos num posto para reabastecer(tanque da NEO são somente 4,8l) esticar as pernas, tomar um café...

Detalhe importante: enquanto nos preparavamos para pegar a estrada novamente, um carro para com tudo na frente do posto e começa um corre-corre, uma mulher dentro do carro estava entrando em trabalho de parto, felizmente conseguiram chamar uma ambulância para a coitada!

Pegamos estrada novamente, mais meia hora de curvas, frio de lascar e uma garoa que pareciam agulhas entrando na pele...

Saímos da Fernão Dias na Cidade de Camanducaia - MG (141 kms de SP)
Cidade vazia, mais parecia aquelas cidades fantasmas dos filmes de Velho Oeste.

Placas para a serra de monte verde, 5 minutos dentro da cidade e alcançamos o pé da Serra...

Iluminação zero, pelo menos o asfalto era novo em folha (foi feito a menos de dois anos)...

30km de subida ingreme, numa moto 115 automática, meus amigos não queiram passar por isso.

No começo ia bem, a 50, 60km por hora, mas chegou um determinado momento que o motorzinho começou a pedir arrego, subimos mais da metade da serra a 20km/h, eu a Gabi, a poderosa e aquela estrada escura...

Em determinado momento cheguei a titubear, achando que não iria dar pra chegar, mas não deixei transparecer pois a Gabi já estava assustada...

Chegamos...as 00:30... mas chegamos

totalizando todo o tempo rodado, sem contar as paradas, foram 3:30 minutos de estrada.

O Lugar valeu a pena o esforço, Monte Verde é uma cidade maravilhosa...e a queima de fogos no alto do aeroporto de Monte verde, foi sensacional!

Mas, e a volta?

01/01/2012
A volta foi bem mais tranquila, a GAbi decidiu voltar com nossos amigos no carro para aliviar o peso na Neo e eu poder voltar mais sossegado, mas a maioria do trecho é só descida.

Mas lá fui eu, jaqueta, capa de chuva, fone de ouvido, e o rock n roll como companhia na volta, marcamos de nos encontrar no Frango Assado de Mairiporã para o almoço.

Descida, só uma pessoa na NEOzinha... Consegui manter uma velocidade de cruzeiro de 100km/h

Uma chuva filha da mãe me pegou no caminho e cheguei no frango assado encharcado...almoçamos e pegamos estrada, logo depois do tunel da serra, tudo parado...coloquei a moto no corredor e vamos lá :oops:

chegue em casa as 18:30, contabilizando 2:30 minutos de estrada...

o pessoal de carro só foi chegar as 22:30 por conta do transito...

Realmente foi a viagem da minha vida, e o que me motivou a comprar a Mirage, sempre gostei de motos custom, mas antes de ter a Neo nem pensava em ter uma moto, mas quando voltei de viagem percebemos que precisavamos de uma moto maior!!!

Sem palavras para descrever a emoção de estar na estrada numa aventura dessas...

Mas é isso aí, deixem seus comentários, e postem suas viagens inesquecíveis
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Paulocartell
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Registrado em: 04 Out 2010, 08:45
Localização: Rio Grande

Bela iniciativa Torresbeto, e bela narrativa também. Vou dar minha contribuição para este tópico.

Final de 2010, fazia pouco tempo que tinha comprado a minha M250EFI já modelo 2011. O motor nem tinha amaciado e resolvi fazer uma viagem internacional, sozinho.
Saí da cidade de Rio Grande, que fica no extremo sul do estado do Rio Grande do Sul em direção a cidade uruguaia de Rio Branco, que faz divisa com a cidade gaúcha de Jaguarão, num percurso de aproximadamente 200km. (400 ida e volta)
Faziam mais de 20 anos que eu não andava de moto, e nunca tinha andado numa custom. A moto é ótima, confortável, as trocas de marchas macias, rápida nas ultrapassagens e muito estável.
Passei por cidades como Pelotas, Cerrito e Arroio Grande. A estrada é a Br116, e nesses trechos quase não tem curvas, o que deixa a viagem um pouco monótona. Para quebrar o ritmo resolvi a certa altura ver o quanto ela andava e enrolei o cabo. Chegou fácil aos 140k/h, mas fiquei um pouco receoso de ir além disso, ainda mais que estava só.
Chegando na cidade uruguaia, que é famosa pelos freeshops, comprei umas batatinhas fritas e uma coca-cola e voltei pra Rio Grande. O objetivo da viagem era apenas de botar a motoca na estrada, e ela não fez feio. Nos lugares em que parei ela chamou muita atenção, e as pessoas não acreditavam que era uma 250cc.
Média de 25k/lt, e velocidade de cruzeiro entre 110/120k/h, sem garupa e sem bagagem.
Não foi a minha viagem dos sonhos, mas foi a minha primeira viagem numa moto custom. Único detalhe é o banco, que depois de percorrer mais de 80km começa a ficar desconfortável. Hoje uso um Gilberto Bancos para viagens mais longas.
Abraços à todos!
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Foto da M250 antes da viagem.
Russo
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Registrado em: 19 Mar 2008, 23:12
Localização: Curitiba

Uma das minhas viagens inesquecíveis eu postei nesse tópico:

viewtopic.php?t=1119&postdays=0&postorder=asc&start=30

... mas vou repostar também aqui:
Russo escreveu:Ae Kamerads:

Eu comprei a minha amada, idolatrada, salve, salve sportster 883 Custom em julho passado (de 2008) e somente tive a oportunidade de viajar, em setembro, para Pitanga. foi um passeio curto, só prá acostumar com a motoca.

Neste mês de janeiro, aproveitado que a D. Russa também estava de férias, saímos, sem pressa rumo ao sul de Minas Gerais. Vou dividir esse relato em três partes, a moto, o percurso e as minhas impressões sobre a máquina. Tirei poucas fotos com o celular, pois estava sem uma máquina fotográfica decente.


A moto:
Quando comprei a moto, ela já veio equipada com suspensões traseiras PS, escapes esportivos e Sissy-bar escamoteável. Comprei apenas um par de alforjes novo e uma bolha grande, estilo Chips.

Retirei o encosto do sissy-bar o no seu lugar, coloquei o baúleto com encosto, instalei os alforjes, o banco origina, uma antena corta-pipasl e a bolha grande (no dia a dia uso uma mini-bolha e um banco esportivo). Depois instalei um par de almofadas GelSeat, modelo novo, para que pudesse também testá-los.

A 883 na configuração dia-a-dia:
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A 883 com o banco original mais as almofadas GelSeat novas:
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A 883 vestida para viagem (foto tirada em Cambuquira-MG)
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O percurso:

Como não tinhamos pressa, optamos por sair sempre um pouco mais tarde, entre 8 e 10 h da manhã, o que se revelou uma boa estratégia, pois nesse horário a maioria dos caminhões já ia longe e o tráfego nas rodovias era geralmente bem mais tranquilo.

Partimos de Curitiba na segunda, 12/01/09, às 9 h, tocamos até Registro/SP e um pouco adiante pegamos a Serra de Juquiá. Nesse trecho, tentei acompanhar um casal que estava numa VStrom, mas o cara era mais bração que eu, eheheh... passei-o e fui embora, seguindo para Sorocaba, depois Itú e finalmente, Atibaia, lá pelas 16 h. A minha idéia era tocar direto até Pouso Alegre, mas a D.Russa começou a reclamar do cansaço de modo que arranjamos um hotel, tomamos banho, passeamos um pouco pela cidade, jantamos, fizemos séquiço e fomos dormir, eheheh...

Na terça, reabasteci a moto saímos lá pelas 9 h, pegamos a Fernão Dias e tocamos direto por Pouso Alegre e almoçamos e Santa Rita do Sapucai. Depois, tocamos para Pedralva e daí até São Lourenço. Acomodamos nossas coisas no Hotel Termo-não sei-o-que (meia boca, mas barato - R$ 65,00 a diária por casal, com café da manhã), e fomos direto para o Parque das Águas, "lavar a poeira da estrada". Um bom banho de imersão em águas quentes sulforosas, que tirando o cheiro de peid* desse tipo de água, nos fez muito bem... só achei caro (R$ 20,00 por pessoa. Nas Termas de SC, Gravaltal e etc, um banho desses custa entre R$ 3,00 e R$ 5,00).

No dia seguinte, deixamos o grosso das tralhas no hotel e fomos conhecer Caxambú, onde passamos o dia. Antes de sair a D.Russa reclamou um monte do capacete que estava usando, um M5. Por sorte, havia uma loja de motos quase em frente ao hotel e compramos um capacete novo por lá. O capacete velho foi doado ao primeiro moto boy que cruzou o nosso caminho.

Caxambú é um pouco menor que São Lourenço, e menos "organizada", mas é uma localidade bonita. Deixamos a moto na praça, aos cuidados de um flanelinha, que inclusive tratou com uma senhora de uma das lojinhas para guardar as jaquetas e capacetes, contratamos uma charrete e fomos conhecer a cidade e adjacências.

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Retornamos a São Lourenço no final da darde, mais um banho de imersão, mais um pouco de séquiço, jantamos e fomos dormir. No dia seguinte, saímos um pouco mais cedo e fomos para São Tomé das Letras. Até a chegada na cidade, tudo bem. Mas quando entramos na cidade, começou a bateção. As ruas são calçadas com enormes placas de pedra irregulares, com desníveis de até 10 cm. Resolvi deixar a moto na praça e os equipamentos numa loja e contratar um jipeiro para conhecer as cachoeiras das redondezas. Confesso que quase me arrependi de gastar R$ 70,00 nesse passeio, pois a estrada não era tão ruim assim e, desculpem-me os mineiros, mas para quem está acostumado com Corupá e Prudentópolis, as Cacheiras de São Tomé não chamam muito a atenção.

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Porém, na volta do passeio, desabou um aguaceiro sem tamanho. Santa Reduzida Batman! adrenalina pura, eheheh... retornamos à praça, emlameados, colocamos as roupas de chuva e tocamos 130 km abaixo de toró até São Lourenço... onde caímos na velha rotina: banho quente de imersão, jantar e séquiço, eheheh...

Aproveitamos a quinta e a sexta-feira para conhecer São Lourenço e redondezas, à bordo de outra possante charrete. Eu ainda queria mais séquiço mas a D.Russa me mandou às favas, eheheh...

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No sábado cedinho, lá pelas 10 h, partimos de São Lourenço, com destino a São Bento do Sapucaí, onde almoçamos num restaurante no alto de um morro (caro prá cacete), mas com uma vista esplêndida:

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Depois do almoço, tocamos para Campos do Jordão e esse foi o pedaço mais penoso da viagem, pois além da chuva, pegamos o "caminho mais curto". Uma serrinha prá lá de travada, lisa, úmida, havia até limo na pista em certos trechos, com muita sujeira (barro, folhas, galhos). Levamos quase 1 hora e meia nesse trajeto. Depois, foi a rotina de sempre (banho quente, jantar, passeio e nada de séquiço, eheheh).

Na segunda feira, 9 hs, iniciamos o regreço. Tocamos até Taubaté, onde pegamos a Carvalho pint*, depois já em São Paulo, pegamos a Marginal Tiete, depois a Marginal Pinheiros, daí a Régis Bittencourt e chegamos em casa antes das 19 h.

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O comportamento da motoka:

A 883 me surpreendeu, positivamente, em vários aspectos. Somados aos 265 kg da moto, havia o combustível (17 L), as bagagens (dois alforjes e um baú lotados), o peso do gel seat (us 6 kg), o meu peso, que não conta muito e o da D.Russa, que compensa o meu, eheheh... resultado, tudo devia passar dos 450 kg fácil. E a motoka nem "tchum", respondia ao acelerador como se estivesse vazia.

A velocidade de cruzeiro ficou entre 100 e 120 km/h nas estradas de mão dupla e entre 120 e 140 nas estradas de pista dupla, com direito a picos de quase 160 km/h nos retões (141 reais, pelo GPS). A moto tinha gás para ir além mas o meu CG (coeficiente de cag*ço) não permitiu. O detalhe é que com a bolha grande a moto atingia legal os 140, sem balançar ou tremer, comigo sentadão, ereto, eheheh... outra coisa digna de nota é o torque: nada de perder embalo ou ter que reduzir marchas nas subidas.

A suspensão traseira PS mostrou a que veio. Foram raras as vezes que deu "fim-de-curso", no entanto pareceu-me mais dura que a da Savage, com a qual eu tinha feito, no ano passado, uma viagem de 1650 km com a D.Russa.

Quanto à ciclística, a moto é muito estável nas retas, mesmo em piso ruim e eu não senti nenhuma dificuldade nas curvas. Ela é um pouco mais pesada e prá colocá-la nas curvas mais fechadas tinha que usar o contra-esterço, puxar a moto com o joelho e forçar um pouco com o pé a pedaleira oposta. Mas uma vez no traçado da curva beleza, a moto não apresentava nenhuma tendência, permanecendo neutra (a Savage tinha a tendência de abrir a frente nas curvas).

Quanto ao consumo: no passeio à Pitanga, sozinho, a moto tinha feito 26 km/L. Nesse passeio agora, garupada e carregada, a motoka surpreendeu de novo. Foram consumidos exatos 90 litros de gasolina e percorridos exatos 2.053 km, resultando numa média de 22,8 km/L.

A vibração do V2 não chegou a incomodar. É uma vibração com menor frequência e maior amplitude que a vibração das Big Single, como a Savage e a XT 600. Só achei a embreagem muito dura, principalmente nas serrinhas, pois fora disso é colocar quinta marcha e esquecer da vida.

A posição das pedaleiras, que na 883C é mais avançada que nas outras 883 é bem cômoda, tanto para o piloto quanto para a garupa.

Em relação aos novos modelos de almofada GelSeat, eles foram aprovados. A grande vantagem que eu percebi não foi durante o tempo que estive sobre a moto, pois não tem jeito, chega uma hora que a bunda não aguenta, não há posição que resolva. O efeito da almofada de gel era nitidamente percebido nos momentos em que eu descia da moto. Em poucos segundos a dor e o desconforto passavam, não ficava aquela sensação de formigamento.

Uma única coisa que eu estranhei na motoka: não vazou nem uma gota de óleo nem baixou um mililitro sequer o nível do óleo. Também não perdi (que tenha visto) nenhum parafuso pelo caminho.
Será que a motoka está com algum defeito? eheheheh...

Soçarba!
PS. Vendi essa Sportster em 2010 e peguei uma HD FXSTDE (Softail 1450 cc)
" A smooth sea never made a skilled mariner "
torresbeto
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Que relatos sensacionais paulo e Russo...

A proposito Russo, eu e minha esposa estavamos querendo ir para sao lourenco no ano novo, voce acha que é pouca cidade para 4 dias?
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Russo
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torresbeto escreveu:Que relatos sensacionais paulo e Russo...

A proposito Russo, eu e minha esposa estavamos querendo ir para sao lourenco no ano novo, voce acha que é pouca cidade para 4 dias?
Fique 4 dias em São Lourenço e você já já se torna tão popular que pode concorrer à vereador, eheheh... mas tem Caxambú e outras cidadezinhas por perto que dá prá visitar.
" A smooth sea never made a skilled mariner "
torresbeto
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Russo escreveu:
torresbeto escreveu:Que relatos sensacionais paulo e Russo...

A proposito Russo, eu e minha esposa estavamos querendo ir para sao lourenco no ano novo, voce acha que é pouca cidade para 4 dias?
Fique 4 dias em São Lourenço e você já já se torna tão popular que pode concorrer à vereador, eheheh... mas tem Caxambú e outras cidadezinhas por perto que dá prá visitar.
Hahahaha, alem de caxambu, sao thome das letras fica a uns 60km de la tbm nao eh?

Mas obrigado pelas dicas...
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P.H.
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Torres,
eu e a Vilma fomos para São Lourenço em 2010. A cidade é muito bacana, mas mais bacana é Passa Quatro, muito sossegada.
S.L. é legal o parque de fontes de agua que tem lá.
E o caminho pela Estrada Real é sem comentário, sensacional.

E você quer ir para S.Thome para ir para Machu Pichu pelo túnel, to ligado na sua meu irmão ! :)
Empreendendo
torresbeto
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jackpaul escreveu:Torres,
eu e a Vilma fomos para São Lourenço em 2010. A cidade é muito bacana, mas mais bacana é Passa Quatro, muito sossegada.
S.L. é legal o parque de fontes de agua que tem lá.
E o caminho pela Estrada Real é sem comentário, sensacional.

E você quer ir para S.Thome para ir para Machu Pichu pelo túnel, to ligado na sua meu irmão ! :)
Que legal Jack... mas vc acha mais legal para passar o ano, Passa Quatro ou São Lourenço???

Logico, vou colocar a Mirage no tunel colocar algumas correntes nos pneus, e Machu Pichu aí vamos nós :D :D :D
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P.H.
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Depende do que você quer.
Passa Quatro é muito sossegado e menor que S.Lourenço. Se quiser um pouco mais de agito, acredito que S.L. seja mais indicado.
Nunca passei a virada em nenhuma das 2, fui la em outra época.
Empreendendo
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