Julgamento da Velhinha
- Juiz: Qual sua idade?
- Velhinha: Tenho 86 anos.
- Juiz: No dia 1º de abril do ano passado, diga-nos, com suas próprias palavras, o que lhe aconteceu.
- Velhinha: Estava sentada no balanço de minha varanda, num fim-de-tarde suave de verão, quando um jovem sorrateiramente senta-se ao meu lado.
- Juiz: Você o conhecia?
- Velhinha: Não, mas ele foi muito amigável.
- Juiz: O que aconteceu depois?
- Velhinha: Depois de um bate-papo delicioso, ele começou a acariciar minha coxa.
- Juiz: A senhora o deteve?
- Velhinha: Não.
- Juiz: Por que não?
- Velhinha: Foi agradável. Ninguém nunca mais havia feito isto desde que meu Abner faleceu há 30 anos.
- Juiz: O que aconteceu depois?
- Velhinha: Acredito que pelo fato de não tê-lo detido, ele começou acariciar meus seios.
- Juiz: A senhora o deteve então?
- Velhinha: Mas claro que não.
- Juiz: Por que não?
- Velhinha: Porque, Meritíssimo, me fez sentir viva e excitada. Não me sentia molhadinha assim há anos!
- Juiz: O que aconteceu depois?
- Velhinha: Ora Sr. Juiz, o que poderia uma mulher de verdade ardendo em chamas, já de noitinha, diante de um jovem ávido e tarado por amor?
Estávamos a sós e eu abrindo as pernas suavemente, disse: Possua-me, rapaz!
- Juiz: Ele a possuiu?
- Velhinha: Não. Ele gritou: 1º de ABRIIIILLLL
Piada de Boteco
Moderadores: Moderadores, Colaboradores, Administradores
Esse manja!!
ANTONIO ROBERTO É UM PSICÓLOGO QUE APRESENTA UM PROGRAMA DE TV EM BH
Caro Antonio Roberto,
Espero que possa me ajudar.
Peguei meu carro e saí pra trabalhar, deixando meu marido em casa vendo televisão, como sempre.
Rodei pouco mais de 1 km quando o motor morreu e o carro parou. Voltei pra casa, para pedir ajuda ao meu marido. Quando cheguei, nem pude acreditar: Ele estava no quarto, com a filha da vizinha!
Eu tenho 32 anos, meu marido 34, e a garota 22.
Estamos casados há 10 anos. Ele confessou que eles estavam tendo um caso há 6 meses. Eu o amo muito e estou desesperada. Você pode me ajudar?
Antecipadamente grata.
Patrícia
RESPOSTA:
Cara Patrícia ,
Quando um carro pára, depois de haver percorrido uma pequena distância, isso pode ter ocorrido devido a uma série de fatores. Comece por verificar se tem gasolina no tanque. Depois veja se o filtro de gasolina não está entupido. Verifique também se tem algum problema com a injeção eletrônica. Se nada disso resolver o problema, pode ser que a própria bomba de gasolina esteja com defeito, não proporcionando quantidade ou pressão suficiente nos injetores. A pessoa ideal para ajudá-la seria um mecânico. Você jamais deveria voltar em casa para chamar seu marido. Ele não é mecânico.
Você está errada. Não repita mais isso.
Espero ter ajudado.
ANTONIO ROBERTO

ANTONIO ROBERTO É UM PSICÓLOGO QUE APRESENTA UM PROGRAMA DE TV EM BH
Caro Antonio Roberto,
Espero que possa me ajudar.
Peguei meu carro e saí pra trabalhar, deixando meu marido em casa vendo televisão, como sempre.
Rodei pouco mais de 1 km quando o motor morreu e o carro parou. Voltei pra casa, para pedir ajuda ao meu marido. Quando cheguei, nem pude acreditar: Ele estava no quarto, com a filha da vizinha!
Eu tenho 32 anos, meu marido 34, e a garota 22.
Estamos casados há 10 anos. Ele confessou que eles estavam tendo um caso há 6 meses. Eu o amo muito e estou desesperada. Você pode me ajudar?
Antecipadamente grata.
Patrícia
RESPOSTA:
Cara Patrícia ,
Quando um carro pára, depois de haver percorrido uma pequena distância, isso pode ter ocorrido devido a uma série de fatores. Comece por verificar se tem gasolina no tanque. Depois veja se o filtro de gasolina não está entupido. Verifique também se tem algum problema com a injeção eletrônica. Se nada disso resolver o problema, pode ser que a própria bomba de gasolina esteja com defeito, não proporcionando quantidade ou pressão suficiente nos injetores. A pessoa ideal para ajudá-la seria um mecânico. Você jamais deveria voltar em casa para chamar seu marido. Ele não é mecânico.
Você está errada. Não repita mais isso.
Espero ter ajudado.
ANTONIO ROBERTO
Tio Giba
O encanto de viajar está na própria viagem (M.Quintana)
O encanto de viajar está na própria viagem (M.Quintana)
Qual é a diferença entre sonho e pesadelo?
Sonho é comer um churrasco preparado por gaúchos, numa praia do nordeste, com mulheres mineiras, organizado por paulistas e animado por cariocas.
Pesadelo é comer um churrasco preparado por mineiros, numa praia gaúcha, com mulheres nordestinas, organizado por cariocas e animado por paulistas.
Luiz Fernando Veríssimo

Sonho é comer um churrasco preparado por gaúchos, numa praia do nordeste, com mulheres mineiras, organizado por paulistas e animado por cariocas.
Pesadelo é comer um churrasco preparado por mineiros, numa praia gaúcha, com mulheres nordestinas, organizado por cariocas e animado por paulistas.
Luiz Fernando Veríssimo
Tio Giba
O encanto de viajar está na própria viagem (M.Quintana)
O encanto de viajar está na própria viagem (M.Quintana)
NADA É POR ACASO . . . . . . . . . . . . . . . .
Tem coisas que só acontecem no Morumbi... Quero-Quero faz ninho no gramado do Morumbi.
Todos nós já assistimos quero-queros sobrevoando jogadores em partida de futebol.
No Morumbi, estádio do São Paulo, era muito comum assistir tal fato.
A administração do estádio então tomou a seguinte providência ecológica: O pica-pau, por ser um predador natural do quero-quero, foi
trazido para o Morumbi para solucionar o problema.
Soltaram uma dezena de pica-paus no gramado com o intuito de espantar os
quero-queros que ali tinham feito seus ninhos. Surpresa! Algum tempo depois
notaram que, ao invés de espantarem os quero-queros, os pica-paus estavam acasalando com eles.
Como resultado desse cruzamento inusitado, nasceram dezenas de filhotes de
pica-quero, quero-pau e quero-pica.
Tem coisas que só acontecem no Morumbi... Quero-Quero faz ninho no gramado do Morumbi.
Todos nós já assistimos quero-queros sobrevoando jogadores em partida de futebol.
No Morumbi, estádio do São Paulo, era muito comum assistir tal fato.
A administração do estádio então tomou a seguinte providência ecológica: O pica-pau, por ser um predador natural do quero-quero, foi
trazido para o Morumbi para solucionar o problema.
Soltaram uma dezena de pica-paus no gramado com o intuito de espantar os
quero-queros que ali tinham feito seus ninhos. Surpresa! Algum tempo depois
notaram que, ao invés de espantarem os quero-queros, os pica-paus estavam acasalando com eles.
Como resultado desse cruzamento inusitado, nasceram dezenas de filhotes de
pica-quero, quero-pau e quero-pica.
Parece piada...
VIVER VERÃO
Paulo Wainberg
Está chegando o verão e com ele o veraneio, como chamamos aqui no Sul.
Não sei se vocês, de outros Estados, sabem, mas temos o mais fantástico litoral do País: de Torres ao Chuí, uma linha reta, sem enseadas, baias, morros, re-entrâncias ou recortes. Nada! Apenas uma linha reta, areia de um lado, o mar do outro.
Torres, aliás, é um equívoco geográfico, contrário às nossas raízes farroupilhas e devia estar em Santa Catarina.
Característica nossa, não gostamos de intermediários.
Nosso veraneio consiste em pisar na areia, entrar no mar, sair do mar e pisar na areia. Nada de vistas deslumbrantes, vegetações verdejantes, montanhas e falésias, prainhas paradisíacas e outras frescuras cultivadas aí para cima.
O mar gaúcho não é verde, não é azul, não é turquesa.
É marrom!
Cor de barro iodado, é excelente para a saúde e para a pele! E nossas ondas são constantes, nem pequenas nem gigantes, não servem para pegar jacaré ou furar onda. O solo do nosso mar é escorregadio, irregular, rico em buracos. Quem entra nele tem que se garantir.
Não vou falar em inconvenientes como as estradas engarrafadas, balneários hiper-lotados, supermercados abarrotados, falta de produtos, buzinaços de manhã de tarde e de noite, areia fervendo, crianças berrando, ruas esburacadas, tempestades e pele ardendo, porque protetor solar é coisa de fresco e em praia de gaúcho não tem sombra. Nem nos dias de chuva, quase sempre nos fins-de-semana, provocando o alegre, intermitente, reincidente e recorrente coaxar dos sapos e assustadoras revoadas de mariposas.
Dois ventos predominam, em nosso veraneio: o nordeste – também chamado de nordestão – e o sul, cuja origem é a Antártida.
O nordestão é vento com grife e estilo... estilo vendaval.
Chega levantando areia fina que bate em nosso corpo como milhões de mosquitos a nos pinicar. Quem entra no mar, ao sair rapidamente se transforma no – como chamamos com bom-humor – veranista à milanesa. A propósito, provoca um fenômeno único no universo, fazendo com que o oceano se coloque em posição diagonal à areia: você entra na água bem aqui e quando sai, está a quase um quilômetro para sul. Essa distância é variável, relativa ao tempo que você permanecer dentro da água.
Outra coisa: nosso mar é pra macho! Água gelada, vai congelando seus pés e termina nos cabelos. Se você prefere sofrer tudo de uma vez, mergulhe e erga-se, sabendo que nos próximos quinze minutos sua respiração voltará ao normal: é o tempo que leva para recuperar-se do choque térmico.
Noventa por cento do nosso veraneio é agraciado pelo nordestão que, entre outras coisas, promove uma atividade esportiva praiana, inusitada e exclusiva do Sul: Caça ao guardassol. Guardassol, você sabe, é o antigo guarda-sol, espécie de guarda-chuva de lona, colorida de amarelo, verde, vermelho, cores de verão, enfim, cujo cabo tem uma ponta que você enterra na areia e depois senta embaixo, em pequenas cadeiras de alumínio que não agüentam seu peso e se enterram na areia.
Chega o nordestão e... lá se vai o guardassol, voando alegremente pela orla e você correndo atrás. Ganha quem consegue pegá-lo antes de ele se cravar na perna de alguém ou desmanchar o castelo de areia que, há três horas, você está construindo com seu filho de cinco anos.
O vento sul, por sua vez, é menos espalhafatoso. Se você for para a praia de sobretudo, cachecol e meias de lã, mal perceberá que ele está soprando. É o vento ideal para se comprar milho verde e deixar a água fervente escorrer em suas mãos, para aquecê-las.
Raramente, mas acontece, somos brindados com o vento leste, aquele que vem diretamente do mar para a terra. Aqui no Sul, chamamos o vento leste de ‘vento cultural’, porque quando ele sopra, apreendemos cientificamente como se sentem os camarões cozinhados ao bafo.
E, em todos os veraneios, acontece aquele dia perfeito: nenhum vento, mar tranquilo e transparente, o comentário geral é: “foi um dia de Santa Catarina, de Maceió, de Salvador” e outras bichices. Esse dia perfeito quase sempre acontece no meio da semana, quando quase ninguém está lá para aproveitar. Mas fala-se dele pelo resto do veraneio, pelo resto do ano, até o próximo verão.
Morram de inveja, esta é outra das coisas de gaúcho!
Atenta a essas questões, nossa industria da construção civil, conhecida mundialmente por suas soluções criativas e inéditas, inventou um sistema maravilhoso que nos permite veranear no litoral a uma distância não inferior a quinhentos metros da areia e, na maioria dos casos, jamais ver o mar: os famosos condomínios fechados.
A coisa funciona assim: a construtora adquire uma imensa área de terra (areia), em geral a preço barato porque fica longe do mar, cerca tudo com um muro e, mal começa a primavera, gasta milhares de reais em anúncios na mídia, comunicando que, finalmente agora você tem ao seu dispor o melhor estilo de veranear na praia: longe dela. Oferece terrenos de ponta a ponta, quanto mais longe da praia, mais caro é o terreno. Você vai lá e compra um.
Enquanto isso a construtora urbaniza o lugar: faz ruas, obras de saneamento, hidráulica, elétrica, salão de festas comunitário, piscina comunitária com águas térmicas, jardins e até lagos e lagoas artificiais onde coloca peixes para você pescar. Sem falar no ginásio de esportes, quadras de tênis, futebol, futebol-sete, se o lago for grande, uma lancha e um professor para você esquiar na água e todos os demais confortos de um condomínio fechado de Porto Alegre, além de um sistema de segurança quase, repito, quase invulnerável.
Feliz proprietário de um terreno, você agora tem que construir sua casa, obedecendo é claro ao plano-diretor do condomínio que abrange desde a altura do imóvel até o seu estilo.
O que fazemos nós, gaúchos, diante dessa fabulosa novidade? Aderimos, é claro. Construímos as nossas casas que, de modo algum, podem ser inferiores as dos vizinhos, colocamos piscinas térmicas nos nossos terrenos para não precisar usar a comunitária, mobiliamos e equipamos a casa com o que tem de melhor, sobretudo na questão da tecnologia: internet, TV à cabo, plasma ou LSD, linhas telefônicas, enfim, veraneamos no litoral como se não tivéssemos saído da nossa casa na cidade.
Nossos veraneios costumam começar aí pela metade de janeiro e terminar aí pela metade de fevereiro, depende de quando cai o Carnaval. Somos um povo trabalhador, não costumamos ficar parados nas nossas praias. Vamos para lá nas sextas-feiras de tarde e voltamos de lá nos domingos à noite. Quase todos na mesma hora, ida e volta.
É assim que, na sexta-feira, pelas quatro ou cinco da tarde, entramos no engarrafamento. Chegamos ao nosso condomínio lá pelas nove ou dez da noite. Usufruímos nosso novo estilo de veranear no sábado – manhã, tarde e noite – e no domingo, quando fechamos a casa.
Adoramos o trabalhão que dá para abrir, arrumar e prover a casa na sexta de noite, e o mesmo trabalhão que dá no domingo de noite.
E nem vou contar quando, ao chegarmos, a geladeira estragou, o sistema elétrico pifou ou a empregada contratada para o fim-de-semana não veio.
Temos, aqui no Sul, uma expressão regional que vou revelar ao resto do mundo: Graças a Deus que terminou esta bost* de veraneio!
VIVER VERÃO
Paulo Wainberg
Está chegando o verão e com ele o veraneio, como chamamos aqui no Sul.
Não sei se vocês, de outros Estados, sabem, mas temos o mais fantástico litoral do País: de Torres ao Chuí, uma linha reta, sem enseadas, baias, morros, re-entrâncias ou recortes. Nada! Apenas uma linha reta, areia de um lado, o mar do outro.
Torres, aliás, é um equívoco geográfico, contrário às nossas raízes farroupilhas e devia estar em Santa Catarina.
Característica nossa, não gostamos de intermediários.
Nosso veraneio consiste em pisar na areia, entrar no mar, sair do mar e pisar na areia. Nada de vistas deslumbrantes, vegetações verdejantes, montanhas e falésias, prainhas paradisíacas e outras frescuras cultivadas aí para cima.
O mar gaúcho não é verde, não é azul, não é turquesa.
É marrom!
Cor de barro iodado, é excelente para a saúde e para a pele! E nossas ondas são constantes, nem pequenas nem gigantes, não servem para pegar jacaré ou furar onda. O solo do nosso mar é escorregadio, irregular, rico em buracos. Quem entra nele tem que se garantir.
Não vou falar em inconvenientes como as estradas engarrafadas, balneários hiper-lotados, supermercados abarrotados, falta de produtos, buzinaços de manhã de tarde e de noite, areia fervendo, crianças berrando, ruas esburacadas, tempestades e pele ardendo, porque protetor solar é coisa de fresco e em praia de gaúcho não tem sombra. Nem nos dias de chuva, quase sempre nos fins-de-semana, provocando o alegre, intermitente, reincidente e recorrente coaxar dos sapos e assustadoras revoadas de mariposas.
Dois ventos predominam, em nosso veraneio: o nordeste – também chamado de nordestão – e o sul, cuja origem é a Antártida.
O nordestão é vento com grife e estilo... estilo vendaval.
Chega levantando areia fina que bate em nosso corpo como milhões de mosquitos a nos pinicar. Quem entra no mar, ao sair rapidamente se transforma no – como chamamos com bom-humor – veranista à milanesa. A propósito, provoca um fenômeno único no universo, fazendo com que o oceano se coloque em posição diagonal à areia: você entra na água bem aqui e quando sai, está a quase um quilômetro para sul. Essa distância é variável, relativa ao tempo que você permanecer dentro da água.
Outra coisa: nosso mar é pra macho! Água gelada, vai congelando seus pés e termina nos cabelos. Se você prefere sofrer tudo de uma vez, mergulhe e erga-se, sabendo que nos próximos quinze minutos sua respiração voltará ao normal: é o tempo que leva para recuperar-se do choque térmico.
Noventa por cento do nosso veraneio é agraciado pelo nordestão que, entre outras coisas, promove uma atividade esportiva praiana, inusitada e exclusiva do Sul: Caça ao guardassol. Guardassol, você sabe, é o antigo guarda-sol, espécie de guarda-chuva de lona, colorida de amarelo, verde, vermelho, cores de verão, enfim, cujo cabo tem uma ponta que você enterra na areia e depois senta embaixo, em pequenas cadeiras de alumínio que não agüentam seu peso e se enterram na areia.
Chega o nordestão e... lá se vai o guardassol, voando alegremente pela orla e você correndo atrás. Ganha quem consegue pegá-lo antes de ele se cravar na perna de alguém ou desmanchar o castelo de areia que, há três horas, você está construindo com seu filho de cinco anos.
O vento sul, por sua vez, é menos espalhafatoso. Se você for para a praia de sobretudo, cachecol e meias de lã, mal perceberá que ele está soprando. É o vento ideal para se comprar milho verde e deixar a água fervente escorrer em suas mãos, para aquecê-las.
Raramente, mas acontece, somos brindados com o vento leste, aquele que vem diretamente do mar para a terra. Aqui no Sul, chamamos o vento leste de ‘vento cultural’, porque quando ele sopra, apreendemos cientificamente como se sentem os camarões cozinhados ao bafo.
E, em todos os veraneios, acontece aquele dia perfeito: nenhum vento, mar tranquilo e transparente, o comentário geral é: “foi um dia de Santa Catarina, de Maceió, de Salvador” e outras bichices. Esse dia perfeito quase sempre acontece no meio da semana, quando quase ninguém está lá para aproveitar. Mas fala-se dele pelo resto do veraneio, pelo resto do ano, até o próximo verão.
Morram de inveja, esta é outra das coisas de gaúcho!
Atenta a essas questões, nossa industria da construção civil, conhecida mundialmente por suas soluções criativas e inéditas, inventou um sistema maravilhoso que nos permite veranear no litoral a uma distância não inferior a quinhentos metros da areia e, na maioria dos casos, jamais ver o mar: os famosos condomínios fechados.
A coisa funciona assim: a construtora adquire uma imensa área de terra (areia), em geral a preço barato porque fica longe do mar, cerca tudo com um muro e, mal começa a primavera, gasta milhares de reais em anúncios na mídia, comunicando que, finalmente agora você tem ao seu dispor o melhor estilo de veranear na praia: longe dela. Oferece terrenos de ponta a ponta, quanto mais longe da praia, mais caro é o terreno. Você vai lá e compra um.
Enquanto isso a construtora urbaniza o lugar: faz ruas, obras de saneamento, hidráulica, elétrica, salão de festas comunitário, piscina comunitária com águas térmicas, jardins e até lagos e lagoas artificiais onde coloca peixes para você pescar. Sem falar no ginásio de esportes, quadras de tênis, futebol, futebol-sete, se o lago for grande, uma lancha e um professor para você esquiar na água e todos os demais confortos de um condomínio fechado de Porto Alegre, além de um sistema de segurança quase, repito, quase invulnerável.
Feliz proprietário de um terreno, você agora tem que construir sua casa, obedecendo é claro ao plano-diretor do condomínio que abrange desde a altura do imóvel até o seu estilo.
O que fazemos nós, gaúchos, diante dessa fabulosa novidade? Aderimos, é claro. Construímos as nossas casas que, de modo algum, podem ser inferiores as dos vizinhos, colocamos piscinas térmicas nos nossos terrenos para não precisar usar a comunitária, mobiliamos e equipamos a casa com o que tem de melhor, sobretudo na questão da tecnologia: internet, TV à cabo, plasma ou LSD, linhas telefônicas, enfim, veraneamos no litoral como se não tivéssemos saído da nossa casa na cidade.
Nossos veraneios costumam começar aí pela metade de janeiro e terminar aí pela metade de fevereiro, depende de quando cai o Carnaval. Somos um povo trabalhador, não costumamos ficar parados nas nossas praias. Vamos para lá nas sextas-feiras de tarde e voltamos de lá nos domingos à noite. Quase todos na mesma hora, ida e volta.
É assim que, na sexta-feira, pelas quatro ou cinco da tarde, entramos no engarrafamento. Chegamos ao nosso condomínio lá pelas nove ou dez da noite. Usufruímos nosso novo estilo de veranear no sábado – manhã, tarde e noite – e no domingo, quando fechamos a casa.
Adoramos o trabalhão que dá para abrir, arrumar e prover a casa na sexta de noite, e o mesmo trabalhão que dá no domingo de noite.
E nem vou contar quando, ao chegarmos, a geladeira estragou, o sistema elétrico pifou ou a empregada contratada para o fim-de-semana não veio.
Temos, aqui no Sul, uma expressão regional que vou revelar ao resto do mundo: Graças a Deus que terminou esta bost* de veraneio!
Tio Giba
O encanto de viajar está na própria viagem (M.Quintana)
O encanto de viajar está na própria viagem (M.Quintana)
Brasil, pais da piada pronta...
Essa piada é uma homenagem as nossos fazedores de leis
Seu João criava porcos. Um belo dia um fiscal do governo foi até o chiqueiro e a ele perguntou:
-Meu amigo , com o que vc alimenta seus porcos?
responde seu joão:
-com lavagem meu amigo, por que?
responde o fical:
-Então terei que te multar em R$100,00 por alimentar muito mal esses pobres animais.
Após ter passado um mês, volta o fiscal e faz a mesma pergunta.
responde seu joão:
-Olha , eu dou filé de frango um dia ,lagosta em outros , e assim por diante .
Reclama o fiscal:
-Então terei que te multar em R$200,00 por vc estar dando estes alimentos aos porcos enquanto há milhares de crianças passando fome por aí.
No mês seguinde, novamente o fiscal lhe pergunta:
-Com o que vc alimenta seus porcos?
seu joão responde:
-Olha, na hora do almoço eu dou um ticket refeição para cada um e eles que decidem.
Restaurantes, lanchonetes, bares, padarias, confeitarias, doceiras, sorveterias, hotéis e pousadas poderão ser obrigados a fazer constar em seus cardápios dieta alimentar planejada e elaborada por nutricionistas capacitados, compatível com as necessidades das pessoas diabéticas. A medida consta do Projeto de Lei 425/09, de autoria da vereadora Sandra Tadeu (DEM), cujo parecer favorável foi aprovado, nesta quinta-feira (29/10), pela Comissão de Trânsito, Transporte, Atividade Econômica, Turismo, Lazer e Gastronomia da Câmara Municipal.
O PL prevê que inicialmente o infrator será punido com advertência e, em caso de reincidência, será aplicada multa no valor que varia de R$ 500,00 a R$ 30 mil, observadas a gravidade da infração, o porte econômico do infrator, a sua conduta e o resultado produzido, de acordo com o critério da proporcionalidade e razoabilidade. Incorrendo em nova infração será cassada a autorização de funcionamento.
Essa piada é uma homenagem as nossos fazedores de leis
Seu João criava porcos. Um belo dia um fiscal do governo foi até o chiqueiro e a ele perguntou:
-Meu amigo , com o que vc alimenta seus porcos?
responde seu joão:
-com lavagem meu amigo, por que?
responde o fical:
-Então terei que te multar em R$100,00 por alimentar muito mal esses pobres animais.
Após ter passado um mês, volta o fiscal e faz a mesma pergunta.
responde seu joão:
-Olha , eu dou filé de frango um dia ,lagosta em outros , e assim por diante .
Reclama o fiscal:
-Então terei que te multar em R$200,00 por vc estar dando estes alimentos aos porcos enquanto há milhares de crianças passando fome por aí.
No mês seguinde, novamente o fiscal lhe pergunta:
-Com o que vc alimenta seus porcos?
seu joão responde:
-Olha, na hora do almoço eu dou um ticket refeição para cada um e eles que decidem.
Restaurantes, lanchonetes, bares, padarias, confeitarias, doceiras, sorveterias, hotéis e pousadas poderão ser obrigados a fazer constar em seus cardápios dieta alimentar planejada e elaborada por nutricionistas capacitados, compatível com as necessidades das pessoas diabéticas. A medida consta do Projeto de Lei 425/09, de autoria da vereadora Sandra Tadeu (DEM), cujo parecer favorável foi aprovado, nesta quinta-feira (29/10), pela Comissão de Trânsito, Transporte, Atividade Econômica, Turismo, Lazer e Gastronomia da Câmara Municipal.
O PL prevê que inicialmente o infrator será punido com advertência e, em caso de reincidência, será aplicada multa no valor que varia de R$ 500,00 a R$ 30 mil, observadas a gravidade da infração, o porte econômico do infrator, a sua conduta e o resultado produzido, de acordo com o critério da proporcionalidade e razoabilidade. Incorrendo em nova infração será cassada a autorização de funcionamento.

Atenção Cardíacos
sobre a GORDURA
No Japão, são consumidas poucas gorduras e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA; em compensação, na França se consome muitas gorduras e, ainda assim, o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA;
sobre o VINHO
Na Índia, se bebe pouco vinho tinto e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA;
Em compensação, na Espanha se bebe muito vinho tinto e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA;
Sobre o SEXO
Na Argélia, se transa muito pouco e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA;
Em compensação, no Brasil se transa muuuuuito e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA;
CONCLUSÃO :
Beba, coma e trepe sem parar, pois o que mata é falar inglês!

sobre a GORDURA
No Japão, são consumidas poucas gorduras e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA; em compensação, na França se consome muitas gorduras e, ainda assim, o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA;
sobre o VINHO
Na Índia, se bebe pouco vinho tinto e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA;
Em compensação, na Espanha se bebe muito vinho tinto e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA;
Sobre o SEXO
Na Argélia, se transa muito pouco e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA;
Em compensação, no Brasil se transa muuuuuito e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA;
CONCLUSÃO :
Beba, coma e trepe sem parar, pois o que mata é falar inglês!
Tio Giba
O encanto de viajar está na própria viagem (M.Quintana)
O encanto de viajar está na própria viagem (M.Quintana)
Como era boa a época da ditadura! Muito boa...
Na época da ditadura, podíamos acelerar nossos Mavericks acima dos 120km/h
sem a delação dos radares, mas não podíamos falar mal do presidente.
Podíamos cortar a goiabeira do quintal, empesteada de taturanas, sem que
isso constituísse crime ambiental, mas não podíamos falar mal do
presidente.
Podíamos tomar nossa redentora cerveja após o expediente, sem o risco de
sermos jogados à vala da delinqüência, mas não podíamos falar mal do
presidente.
Não usávamos eufemismos hipócritas para fazer referências a raças ("ei
negão"), credos ("esse crente aí") ou preferências sexuais ("fala sua
bicha") e não éramos processados por isso, mas não podíamos falar mal do
presidente.
Íamos a bares e restaurantes cujas mesas mais pareciam Cubatão em razão de
tantos fumantes, os quais não eram alocados entre o banheiro e a coluna que
separa a chapa, mas não podíamos falar mal do presidente.
Cantava a menina do Contas a Pagar ou a recepcionista sem medo de sofrer
processo judicial por assédio, mas não podia falar mal do presidente.. .
A ditadura de agora:
Hoje a única coisa que podemos fazer é falar mal do presidente !
Que merd* ! ! !

Na época da ditadura, podíamos acelerar nossos Mavericks acima dos 120km/h
sem a delação dos radares, mas não podíamos falar mal do presidente.
Podíamos cortar a goiabeira do quintal, empesteada de taturanas, sem que
isso constituísse crime ambiental, mas não podíamos falar mal do
presidente.
Podíamos tomar nossa redentora cerveja após o expediente, sem o risco de
sermos jogados à vala da delinqüência, mas não podíamos falar mal do
presidente.
Não usávamos eufemismos hipócritas para fazer referências a raças ("ei
negão"), credos ("esse crente aí") ou preferências sexuais ("fala sua
bicha") e não éramos processados por isso, mas não podíamos falar mal do
presidente.
Íamos a bares e restaurantes cujas mesas mais pareciam Cubatão em razão de
tantos fumantes, os quais não eram alocados entre o banheiro e a coluna que
separa a chapa, mas não podíamos falar mal do presidente.
Cantava a menina do Contas a Pagar ou a recepcionista sem medo de sofrer
processo judicial por assédio, mas não podia falar mal do presidente.. .
A ditadura de agora:
Hoje a única coisa que podemos fazer é falar mal do presidente !
Que merd* ! ! !
Tio Giba
O encanto de viajar está na própria viagem (M.Quintana)
O encanto de viajar está na própria viagem (M.Quintana)
WFT???



Carta autêntica enviada em 02/01/ 2010 para a coluna sentimental da revista Contigo.
"Estou com um problema e preciso da sua ajuda:
Sou um rapaz no auge da vida, no momento sem trabalho e, infelizmente, soropositivo.
Tenho 3 irmãos: um é gay e são-paulino, o outro foi condenado a 22 anos de prisão por homicídio qualificado, e uma irmã prostituta. Minha mãe morreu de overdose quando eu tinha 3 anos. Meu pai nos abandonou após a morte da minha mãe e vende drogas num bairro degradado da zona norte.
Recentemente, conheci uma garota que acabou de sair da FEBEM por ter tentado afogar o seu filho recém-nascido.
Amo essa garota e quero construir uma relação estável com ela. Para que possamos ser felizes só concebo uma relação transparente e de amor verdadeiro.
A minha dúvida é: Devo falar a ela que tenho um irmão são-paulino?"
"Estou com um problema e preciso da sua ajuda:
Sou um rapaz no auge da vida, no momento sem trabalho e, infelizmente, soropositivo.
Tenho 3 irmãos: um é gay e são-paulino, o outro foi condenado a 22 anos de prisão por homicídio qualificado, e uma irmã prostituta. Minha mãe morreu de overdose quando eu tinha 3 anos. Meu pai nos abandonou após a morte da minha mãe e vende drogas num bairro degradado da zona norte.
Recentemente, conheci uma garota que acabou de sair da FEBEM por ter tentado afogar o seu filho recém-nascido.
Amo essa garota e quero construir uma relação estável com ela. Para que possamos ser felizes só concebo uma relação transparente e de amor verdadeiro.
A minha dúvida é: Devo falar a ela que tenho um irmão são-paulino?"

