hahaha
boa ulisses!!!
hahaha
XVS 950A Midnight Star: Novidade em vista
Moderadores: Moderadores, Administradores, Colaboradores Yamaha
Boa noite, galera.
Bela tacada da Yamaha. A briga com a Honda é boa, pois ambas estão sempre se superando(Virago/Shadow 600/Drag Star 650/Shadow 750 e agora a Midnight 950).
A nível Brasil, o preço realmente é surpreendente, mas muito, muito longe dos irmãos do "primeiro mundo", em torno de USD 7.900,00.
Agora tenho um novo sonho de consumo, pois para trocar a minha SHADOW 600 o CUSTO X BENEFÍCIO ficaria numa proporção ingrata, considerando que teria que desembolsar uma grana para ter quase a mesma moto(EX: Drag Star ou a Suzuki M800, minhas preferidas, já que a Shadow 750 não me agrada pelo visual).
Todos os nossos feitos começam por sonhos, pensamentos..., e como é bom sonhar agora com uma moto que se apresenta no estilo que aprecio.
Abraços.
Bela tacada da Yamaha. A briga com a Honda é boa, pois ambas estão sempre se superando(Virago/Shadow 600/Drag Star 650/Shadow 750 e agora a Midnight 950).
A nível Brasil, o preço realmente é surpreendente, mas muito, muito longe dos irmãos do "primeiro mundo", em torno de USD 7.900,00.
Agora tenho um novo sonho de consumo, pois para trocar a minha SHADOW 600 o CUSTO X BENEFÍCIO ficaria numa proporção ingrata, considerando que teria que desembolsar uma grana para ter quase a mesma moto(EX: Drag Star ou a Suzuki M800, minhas preferidas, já que a Shadow 750 não me agrada pelo visual).
Todos os nossos feitos começam por sonhos, pensamentos..., e como é bom sonhar agora com uma moto que se apresenta no estilo que aprecio.
Abraços.
Jonir
hahahaha...
Essa galera é fogo...

Essa galera é fogo...
"Errar é humano, culpar os outros é estratégia."
lá-lá-lá-lá lá-lá-lá-lá-lá, HE MAN!!!
hauehauehauehaue
hauehauehauehaue
Loucura cara,fui na loja hoje e eles tinham acabado de colocar no salão.Parece o touro bandido,o guidom parece com um chifre de boi,no olhometro,deve ter um metro de manete a manete,o banco pega as nadegas e parte da coxa,um sofá.
Ela deve ter uma distância do solo de uns 15cm,cravada no chão.Só acho que se tivesse um velôcimetro na frente ficaria show.
E não tem refrigeração a ar/óleo é só a ar,como o yan falou vai tostar a perna quando parar no sinal.
Valeu.
Ela deve ter uma distância do solo de uns 15cm,cravada no chão.Só acho que se tivesse um velôcimetro na frente ficaria show.
E não tem refrigeração a ar/óleo é só a ar,como o yan falou vai tostar a perna quando parar no sinal.
Valeu.
- JocaMartins
- Mensagens: 1247
- Registrado em: 30 Jun 2008, 19:42
- Localização: São Paulo
Ola galera,
O desing da Yamaha, falhou e muito, quando colocou o conjunto do freio na cara do crime.
Ficou muito feio, sem istética parece uma gambiarra que os mecânicos fazem nas oficinas espalhadas por este Brasil a fora.
Outra coisa, a posição do guidão, depois de duas horas com os braços carregando melancia vai doer, e não tem outra posição pois o braço fica bem aberto.
O friso no tamque na cor preta ficou sozinha e sem razão de ser, o grafismo da vermelha deveria acompanhar na preta para dar razão do friso no tanque.
Ter plataforma na frente e não ter na garupa, brincou e mostra que as empresa não pensam em fazer o bem feito, é que a pedaleira tinha que ser de plataforma, senão seria uma graça.
E o custo da moto, ficou alto, pois de a drag está sendo negociada a 22 k, pedir 34 k, já viajaram no preço.
Bele....
O desing da Yamaha, falhou e muito, quando colocou o conjunto do freio na cara do crime.
Ficou muito feio, sem istética parece uma gambiarra que os mecânicos fazem nas oficinas espalhadas por este Brasil a fora.
Outra coisa, a posição do guidão, depois de duas horas com os braços carregando melancia vai doer, e não tem outra posição pois o braço fica bem aberto.
O friso no tamque na cor preta ficou sozinha e sem razão de ser, o grafismo da vermelha deveria acompanhar na preta para dar razão do friso no tanque.
Ter plataforma na frente e não ter na garupa, brincou e mostra que as empresa não pensam em fazer o bem feito, é que a pedaleira tinha que ser de plataforma, senão seria uma graça.
E o custo da moto, ficou alto, pois de a drag está sendo negociada a 22 k, pedir 34 k, já viajaram no preço.
Bele....
-
Yan.Metal
- Colaborador
- Mensagens: 1246
- Registrado em: 05 Jul 2008, 03:56
- Localização: Juiz de Fora - MG
Eu achei a posição dos braços boa no guidom, mas sou grande de braços compridos, por exemplo guidom da Virago 535 muito fechado, e que muitos gostam, eu não consigo nem andar com aquilo direito, gosto e ergonomia variam bastante de pessoa pra pessoa (logico que tem projetos que não ficam bom para ninguem).
O escapamento da moto gostei demais, agora a laterna traseira é um crime de feia, olho e olho denovo e não gosto.
Mas eu falo uma coisa com o frio que tá aqui em Juiz de Fora eu dava um braço pra ter essa Yamaha e ficar quentinho, no sinal sempre coloco a mão proximo do motor da Mirage, mas não dá pra esquentar, agora com ela...
O escapamento da moto gostei demais, agora a laterna traseira é um crime de feia, olho e olho denovo e não gosto.
Mas eu falo uma coisa com o frio que tá aqui em Juiz de Fora eu dava um braço pra ter essa Yamaha e ficar quentinho, no sinal sempre coloco a mão proximo do motor da Mirage, mas não dá pra esquentar, agora com ela...
Ex: Mirage 250, Dafra Apache 150, Harley-Davidson V-Rod, Yamaha R3
Atual: Ducati Supersport S
Atual: Ducati Supersport S
-
Yan.Metal
- Colaborador
- Mensagens: 1246
- Registrado em: 05 Jul 2008, 03:56
- Localização: Juiz de Fora - MG
Shadow X Midnight
Comparativo da Web Motors
- A liderança da Honda Shadow 750 no mercado de custom de alta cilindrada - em 2008 foram emplacadas 2.508 unidades – tem agora uma ameaça de peso: a novíssima Yamaha XVS 950 Midnight Star, lançada em maio no Brasil. Além da áurea de novidade mundial, a Midnight Star tem no design mais atraente e no motor maior e mais potente os grandes atributos para entrar nessa disputa. Porém, cobra no preço, já que a nova custom da Yamaha custa a partir de R$ 34,60 mil (R$ 34,90 mil a cor vermelha), enquanto a veterana Honda Shadow sai por R$ 30.000.
Para descobrir se vale a pena pagar 15% a mais pela nova Yamaha rodamos com essas duas motos custom em seu habitat natural: a estrada. Para fazermos uma análise fria escolhemos como destino a gelada cidade de Campos do Jordão, no interior de São Paulo. O caminho também era ideal para os modelos custom, afinal percorremos 240 km pelo bom asfalto das Rodovias Ayrton Senna/Carvalho pint* e outros 80 km pelas estradas sinuosas que levam ao famoso destino paulista das férias de inverno.
Design e praticidade
As diferenças começam já no design de cada modelo. A Honda aposta em um visual clássico, com grandes pára-lamas, lanterna “capelinha” e rodas raiadas na Shadow. Tão clássico que deixa a custom de 750 cm³ com ar de moto antiga. Já a Yamaha buscou inspiração nos carros da década de 30, conferindo à Midnight um ar mais esportivo denunciado pelas rodas de liga-leve, o farol pintado na cor da moto e a única saída de escape. Aí pesa também a idade de cada projeto: a Yamaha lançou a XVS 950 mundialmente nos salões de moto de 2008; a Shadow é bem mais antiga e, no ano passado, ganhou poucas mudanças estéticas e a injeção eletrônica para atender à nova lei brasileira de emissão de poluentes.
Depois de analisarmos o desenho dos modelos, era hora de arrumar nossa pequena bagagem e pegar a estrada. Neste início, ponto para a Shadow que traz pequenas cavidades no friso traseiro para facilitar a amarração da mala. Na Midnight, há apenas dois ganchos na pedaleira da garupa.
Analisando o painel, porém, vantagem para a Yamaha. Em ambas as motos ficam sobre o tanque. Mas na Midnight há velocímetro e luzes espia integradas, além de uma pequena tela de LCD, com regulagem de brilho, que traz um hodômetro total, dois parciais, fuel trip e relógio. Um detalhe importante é que as funções podem ser acionadas por um interruptor no punho esquerdo, evitando que se tire a mão do guidão. Já a custom da Honda só traz hodômetros digitais e as luzes espias ficam sob a mesa do guidão – debaixo do sol na estrada era difícil saber se estavam acesas ou apagadas. Agora um ponto negativo para as duas motos custom: nenhuma tem marcador de combustível. A Shadow tem uma luz de reserva e a Midnight, um fuel trip que conta os quilômetros rodados na reserva. A Midnight continua na frente se compararmos os punhos. Além de mais bem acabados, são completos. A Shadow não tem nem lampejador de farol.
Conforto e autonomia
Tratando-se de duas motos custom, ou estradeiras, como alguns preferem, conforto e autonomia são quesitos fundamentais no comparativo entre Yamaha Midnight Star e Honda Shadow.
No quesito autonomia, o modelo Honda sai atrás. Seu tanque tem capacidade para apenas 14 litros – menos que na Honda CG 150, onde cabem 16 litros. Já o tanque da custom Yamaha comporta 17 litros. Na teoria, pode-se ir mais longe com a Midnight Star.
Durante a viagem o consumo de ambas foi bastante similar, com leve vantagem para a Shadow. A primeira média obtida foi de 20,75 km/l com a Honda e 19,76 km/l no modelo Yamaha. Na segunda parte, rodando a 110 km/h constantes, apesar de maior, o motor da Midnight rodou 25 km/l e o da Shadow, 23,3 km/l. Na última medição, rodando em condições normais e levando-se em conta a subida da serra até Campos, a Shadow foi novamente mais econômica com média de 21,5 km/l. No mesmo trecho, a Midnight rodou 20,5 km/l.
Fazendo uma média dos consumos, a Shadow roda 21,85 km com um litro de combustível. Com seu tanque de 14 litros, pode-se percorrer 305 km sem abastecer a custom da Honda. Apesar de consumir um pouco mais (21,75 km/l), a Yamaha com 17 litros pode rodar mais - 369 km - sem parar no posto.
Já no quesito conforto a comparação é mais subjetiva que os números de consumo. Os dois modelos têm bancos largos, pedaleiras avançadas e uma posição de pilotagem relaxada, bem ao estilo custom. Na Shadow, porém, o piloto fica mais “sentado”, com as pernas mais flexionadas. Apesar de mais leve (247 kg a seco) tem-se a impressão que a Honda é mais pesada nas mudanças de direção. Uma das razões para isso pode ser o guidão mais aberto e curvado para baixo. A Midnight pesa 261 kg, mas oferece uma excelente posição de pilotagem na estrada e demonstra facilidade nas mudanças de direção.
Desempenho e ciclística
Os dois motores compartilham a mesma arquitetura: dois cilindros em “V”, mas inclinados a 60° na custom Yamaha e a 52° na Honda. Têm comandos simples no cabeçote (OHC), mas quatro válvulas na Yamaha e apenas três na Honda. A vantagem aqui vai para a Honda que tem refrigeração líquida, enquanto a Yamaha usa o sistema a ar. Alimentados por injeção eletrônica, têm capacidade cúbicas bem distintas: 952 cm³ na Midnight e 745 cm³ na Shadow.
Os 200 cm³ a mais de capacidade resultam em quase 20 cavalos a mais na potência máxima da nova Yamaha, que produz 53,6 cv a 6.500 rpm, contra 45,5 cv a 5500 rpm na veterana Honda. Mas é o torque máximo de 7,83 kgm já nas 3.000 rotações que fazem o piloto sentir mais “força” na nova Midnight. A Shadow 750, além de ter menos torque, os 6,5 kgm aparecem só nas 3.500 rpm. Com isso comparando as duas na estrada, a Midnight tem melhor retomada e aceleração.
Outro ponto positivo da custom Yamaha é a ciclística mais estável. Além da distância entre-eixos maior - 1.685 mm contra 1.639 mm -, a Midnight Star tem suspensões mais firmes – garfo telescópico na dianteira e balança monoamortecida atrás. Nas curvas, passa mais segurança que o bichoque na traseira da Shadow que parece dançar nas curvas mais fortes.
Pesa ainda a favor da Midnght Star seus freios, pois tem discos na dianteira e na traseira que, diga-se de passagem, funciona muito bem. Como nas motos custom há muito peso atrás, o freio a tambor na roda traseira da Shadow não para a moto com tanta eficácia.
Conclusão
Depois de rodar mais de 300 km com a Honda Shadow 750, líder de vendas no segmento custom, e a nova Yamaha XVS 950 Midnight Star e enfrentar os 14° C que fazem o charme da estância climática de Campos do Jordão nesta época do ano, fica fácil analisar friamente os dois modelos. Pode-se concluir que os 15% a mais cobrados pela nova Yamaha se justificam.
Fonte: http://www.webmotors.com.br/wmPublicado ... hnid=42530
Entre as duas eu prefiro a Midnight. Mas devia ter um comparativo com a M800 também.
Comparativo da Web Motors
- A liderança da Honda Shadow 750 no mercado de custom de alta cilindrada - em 2008 foram emplacadas 2.508 unidades – tem agora uma ameaça de peso: a novíssima Yamaha XVS 950 Midnight Star, lançada em maio no Brasil. Além da áurea de novidade mundial, a Midnight Star tem no design mais atraente e no motor maior e mais potente os grandes atributos para entrar nessa disputa. Porém, cobra no preço, já que a nova custom da Yamaha custa a partir de R$ 34,60 mil (R$ 34,90 mil a cor vermelha), enquanto a veterana Honda Shadow sai por R$ 30.000.
Para descobrir se vale a pena pagar 15% a mais pela nova Yamaha rodamos com essas duas motos custom em seu habitat natural: a estrada. Para fazermos uma análise fria escolhemos como destino a gelada cidade de Campos do Jordão, no interior de São Paulo. O caminho também era ideal para os modelos custom, afinal percorremos 240 km pelo bom asfalto das Rodovias Ayrton Senna/Carvalho pint* e outros 80 km pelas estradas sinuosas que levam ao famoso destino paulista das férias de inverno.
Design e praticidade
As diferenças começam já no design de cada modelo. A Honda aposta em um visual clássico, com grandes pára-lamas, lanterna “capelinha” e rodas raiadas na Shadow. Tão clássico que deixa a custom de 750 cm³ com ar de moto antiga. Já a Yamaha buscou inspiração nos carros da década de 30, conferindo à Midnight um ar mais esportivo denunciado pelas rodas de liga-leve, o farol pintado na cor da moto e a única saída de escape. Aí pesa também a idade de cada projeto: a Yamaha lançou a XVS 950 mundialmente nos salões de moto de 2008; a Shadow é bem mais antiga e, no ano passado, ganhou poucas mudanças estéticas e a injeção eletrônica para atender à nova lei brasileira de emissão de poluentes.
Depois de analisarmos o desenho dos modelos, era hora de arrumar nossa pequena bagagem e pegar a estrada. Neste início, ponto para a Shadow que traz pequenas cavidades no friso traseiro para facilitar a amarração da mala. Na Midnight, há apenas dois ganchos na pedaleira da garupa.
Analisando o painel, porém, vantagem para a Yamaha. Em ambas as motos ficam sobre o tanque. Mas na Midnight há velocímetro e luzes espia integradas, além de uma pequena tela de LCD, com regulagem de brilho, que traz um hodômetro total, dois parciais, fuel trip e relógio. Um detalhe importante é que as funções podem ser acionadas por um interruptor no punho esquerdo, evitando que se tire a mão do guidão. Já a custom da Honda só traz hodômetros digitais e as luzes espias ficam sob a mesa do guidão – debaixo do sol na estrada era difícil saber se estavam acesas ou apagadas. Agora um ponto negativo para as duas motos custom: nenhuma tem marcador de combustível. A Shadow tem uma luz de reserva e a Midnight, um fuel trip que conta os quilômetros rodados na reserva. A Midnight continua na frente se compararmos os punhos. Além de mais bem acabados, são completos. A Shadow não tem nem lampejador de farol.
Conforto e autonomia
Tratando-se de duas motos custom, ou estradeiras, como alguns preferem, conforto e autonomia são quesitos fundamentais no comparativo entre Yamaha Midnight Star e Honda Shadow.
No quesito autonomia, o modelo Honda sai atrás. Seu tanque tem capacidade para apenas 14 litros – menos que na Honda CG 150, onde cabem 16 litros. Já o tanque da custom Yamaha comporta 17 litros. Na teoria, pode-se ir mais longe com a Midnight Star.
Durante a viagem o consumo de ambas foi bastante similar, com leve vantagem para a Shadow. A primeira média obtida foi de 20,75 km/l com a Honda e 19,76 km/l no modelo Yamaha. Na segunda parte, rodando a 110 km/h constantes, apesar de maior, o motor da Midnight rodou 25 km/l e o da Shadow, 23,3 km/l. Na última medição, rodando em condições normais e levando-se em conta a subida da serra até Campos, a Shadow foi novamente mais econômica com média de 21,5 km/l. No mesmo trecho, a Midnight rodou 20,5 km/l.
Fazendo uma média dos consumos, a Shadow roda 21,85 km com um litro de combustível. Com seu tanque de 14 litros, pode-se percorrer 305 km sem abastecer a custom da Honda. Apesar de consumir um pouco mais (21,75 km/l), a Yamaha com 17 litros pode rodar mais - 369 km - sem parar no posto.
Já no quesito conforto a comparação é mais subjetiva que os números de consumo. Os dois modelos têm bancos largos, pedaleiras avançadas e uma posição de pilotagem relaxada, bem ao estilo custom. Na Shadow, porém, o piloto fica mais “sentado”, com as pernas mais flexionadas. Apesar de mais leve (247 kg a seco) tem-se a impressão que a Honda é mais pesada nas mudanças de direção. Uma das razões para isso pode ser o guidão mais aberto e curvado para baixo. A Midnight pesa 261 kg, mas oferece uma excelente posição de pilotagem na estrada e demonstra facilidade nas mudanças de direção.
Desempenho e ciclística
Os dois motores compartilham a mesma arquitetura: dois cilindros em “V”, mas inclinados a 60° na custom Yamaha e a 52° na Honda. Têm comandos simples no cabeçote (OHC), mas quatro válvulas na Yamaha e apenas três na Honda. A vantagem aqui vai para a Honda que tem refrigeração líquida, enquanto a Yamaha usa o sistema a ar. Alimentados por injeção eletrônica, têm capacidade cúbicas bem distintas: 952 cm³ na Midnight e 745 cm³ na Shadow.
Os 200 cm³ a mais de capacidade resultam em quase 20 cavalos a mais na potência máxima da nova Yamaha, que produz 53,6 cv a 6.500 rpm, contra 45,5 cv a 5500 rpm na veterana Honda. Mas é o torque máximo de 7,83 kgm já nas 3.000 rotações que fazem o piloto sentir mais “força” na nova Midnight. A Shadow 750, além de ter menos torque, os 6,5 kgm aparecem só nas 3.500 rpm. Com isso comparando as duas na estrada, a Midnight tem melhor retomada e aceleração.
Outro ponto positivo da custom Yamaha é a ciclística mais estável. Além da distância entre-eixos maior - 1.685 mm contra 1.639 mm -, a Midnight Star tem suspensões mais firmes – garfo telescópico na dianteira e balança monoamortecida atrás. Nas curvas, passa mais segurança que o bichoque na traseira da Shadow que parece dançar nas curvas mais fortes.
Pesa ainda a favor da Midnght Star seus freios, pois tem discos na dianteira e na traseira que, diga-se de passagem, funciona muito bem. Como nas motos custom há muito peso atrás, o freio a tambor na roda traseira da Shadow não para a moto com tanta eficácia.
Conclusão
Depois de rodar mais de 300 km com a Honda Shadow 750, líder de vendas no segmento custom, e a nova Yamaha XVS 950 Midnight Star e enfrentar os 14° C que fazem o charme da estância climática de Campos do Jordão nesta época do ano, fica fácil analisar friamente os dois modelos. Pode-se concluir que os 15% a mais cobrados pela nova Yamaha se justificam.
Fonte: http://www.webmotors.com.br/wmPublicado ... hnid=42530
Entre as duas eu prefiro a Midnight. Mas devia ter um comparativo com a M800 também.
Ex: Mirage 250, Dafra Apache 150, Harley-Davidson V-Rod, Yamaha R3
Atual: Ducati Supersport S
Atual: Ducati Supersport S
-
Felipe garcia
- Mensagens: 610
- Registrado em: 21 Nov 2008, 21:29
- Localização: São Paulo
A concorrencia está pessssssaaaaaaaaaaaaddddddaaaaaaa 
Amazonas !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Caros amigos,
A moto é "show de bola", mas a YAMAHA cometeu dois "graves erros" no projeto dessa moto. O primeiro é o de não disponibilizar o eixo cardan nessa moto e o segundo erro foi o preço que está bem salgado, pois com R$33000 (dinheiro na mão) nas revendas SUZUKI você compra uma Boulevard 1500 zero quilometro, mais barato que uma VXS 950 de R$35000. Que me perdoem os amantes da VXS 950, mas a Boulevard é superior, pois oferece à mais motor de 1500 cilindradas, radiador de óleo e refrigeração a água, transmissão secundária por eixo cardan com uma robustez impar, e quem prestar bem atenção verá que ainda por cima ela é muito melhor acabada.
Não sou contra a YAMAHA VXS 950 MIDNIGHT STAR, achei uma boa moto, mas pelo que ela oferece não vale R$ 35000 de jeito nenhum.
Xambre
A moto é "show de bola", mas a YAMAHA cometeu dois "graves erros" no projeto dessa moto. O primeiro é o de não disponibilizar o eixo cardan nessa moto e o segundo erro foi o preço que está bem salgado, pois com R$33000 (dinheiro na mão) nas revendas SUZUKI você compra uma Boulevard 1500 zero quilometro, mais barato que uma VXS 950 de R$35000. Que me perdoem os amantes da VXS 950, mas a Boulevard é superior, pois oferece à mais motor de 1500 cilindradas, radiador de óleo e refrigeração a água, transmissão secundária por eixo cardan com uma robustez impar, e quem prestar bem atenção verá que ainda por cima ela é muito melhor acabada.
Não sou contra a YAMAHA VXS 950 MIDNIGHT STAR, achei uma boa moto, mas pelo que ela oferece não vale R$ 35000 de jeito nenhum.
Xambre
A gata na garupa, muita estrada na veia, sem dor de cabeça!

