Mirage 250 EFI: Opinião dos proprietários

Motos: Kasinski Mirage 250, Kasinski Mirage 650, Kasinski Cruiser, etc.

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ernesto walter
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dougnaestrada escreveu: O ponto negativo fica por conta do câmbio que teima e não engatar o neutro com a moto parada e o motor ligado. Nesse caso o piloto tem que se planejar para desengatar a moto com ela ainda em movimento.
Este problema eu resolvi usando um óleo bom ,que não é especifico para motos.
É o TOP TURBO,que eu tambem usei na kansas que eu tinha e que eu vendi com 45000 km.
Quem quiser saber sobre este óleo: http://comunidade.motonline.com.br/foru ... mitstart=0 ou este aqui: http://dafra.forumais.com/t2947-qual-o- ... rbo+kansas
E também foi usada em motos maiores: http://comunidade.motonline.com.br/foru ... mitstart=0
ex Kansas 150 atual mirage 250 12/13
pior seria se pior fosse
agpcardoso
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Muito bacana seu relato.

Pelas fotos notei que você não trocou a posição do retificador como muitos aqui fazem.

Você chegou a fazer um teste onde depois de rodar um tempo, tirar o banco e encostar o dedo no retificador chiaratto?

Se sim, pode dizer se ele esquenta a ponto de não conseguir deixar o dedo lá?

O meu não deu problema, mas estou pensando em comprar um desses e trocar só por segurança.
Meu medo é a moto apagar do nada numa rodovia movimentada por causa desse retificador problemático.

dougnaestrada escreveu:Após mais de um ano com a Mirage, segue um review. Espero que gostem! :)

Na época escolhi a Mirage em função do design e do desempenho. Também queria uma moto mais nova para evitar problemas com manutenção (na época as opções eram ela e Virago 250), pois usaria a moto no dia a dia e em viagens.


A moto é 2012/2013 (EFI com injeção da Delphi), dualtone vermelho/preto e foi comprada zero quilômetro e está com 14.500 quilômetros muito bem rodados em percursos urbanos e rodovias.

Conforto
A posição de pilotagem para mim (1,70m) é boa e não houve a necessidade de colocar comandos avançados.
O que fiz foi regular o guidão, trocar o banco e colocar plataformas. Essa combinação de mudanças deixou a moto um espetáculo de conforto!

O Banco original é bem ruinzinho assim como na maioria das customs e os amortecedores traseiros dão final de curso com relativa facilidade (no começo não, mas depois dos 8000 Km). Não cheguei a colocar os amortecedores FAR, mas dizem que a moto fica ainda mais gostosa.

Desempenho
Essa moto com seus 29 cv não faz feio nas estradas e acompanhou bem meus amigos com motos maiores (600cc) em velocidade de cruzeiro de aproximadamente 110Km/h. Em viagens era comum andar com ela com quase 150Kg de carga e só percebia uma perda significativa de performance em subidas longas.

Sem dúvidas ela tem o melhor motor dentre as concorrentes de 250cc! É uma autêntica V2 com motor DOHC (duplo comando de válvulas no cabeçote) com arrefecimento a ar e óleo. Esse motor tem como característica funcionar em altas rotações, sendo que seu torque máximo é obtido a 7000 RPM (isso frustra as pessoas que querem ronco de Harley, pois a baixa cilindrada e os canos de escape estreitos fazem o ronco afinar em altas rotações, ficando o som agradável apenas quando está em marcha lenta).

A estabilidade dela também é outro ponto forte, pois não balança com facilidade por causa de turbulência e ventos.
Ela também é boa de curvas, mas claro que tem suas limitações de inclinação por ser custom (cheguei a raspar o protetor de motor e o escapamento sem perder o controle da máquina).

O ponto negativo fica por conta do câmbio que teima e não engatar o neutro com a moto parada e o motor ligado. Nesse caso o piloto tem que se planejar para desengatar a moto com ela ainda em movimento.

Design
O design dela é bem clássico no melhor estilo long and low (longa e baixa) que chama a atenção por onde passa. É facilmente confundida com motos de mair cilindrada, principalmente depois de equipada com acessórios.

Acessórios e Customização
Não tive dificuldades de encontrar acessórios aqui em São Paulo ou pela Internet. Coloquei mata-cachorro (estilo Harley), bolha média, sissy bar, troquei os retrovisores pelos da Intruder, coloquei plataforma Dalavas, banco da Gilberto Bancos, alforges laterais e traseiro e ponteira Torbal.

Manutenção
Não tive problemas com peças e tenho certeza que a imensa lista de peças genéricas me ajudaria muito caso precisasse.

A mão de obra já é uma mais difícil, pois muitos mecânicos se recusam a mexer nas mirages com medo de ficar com a moto encostada por falta de peças. Isso dificilmente acontecerá se o mecânico for bom e tiver um pouco de boa vontade.

Nesse quesito tive problemas com mecânicos ruins que me causaram prejuízos e cobraram por serviços que não executaram e, por isso, optei por fazer as manutenções preventivas eu mesmo. Apenas a última revisão eu paguei para fazer por pura falta de tempo.

Confiabilidade
No início eu não confiava muito na moto devido aos problemas que passei, mas agora ela está estabilizada e confiaria tranquilamente em fazer uma longa viagem com ela.

Há relatos de viagens internacionais e grandes viagens nacionais em que as miragezinhas foram e voltaram sem o menor problema.

Problemas e defeitos
Com pouco mais de 4 mil quilômetros fiquei sem embreagem, pois o mecânico da Kasinki havia deixado o cabo enforcado na revisão dos três mil.

Com mais ou menos 6.500 Km tomei um baile para resolver a parte elétrica que havia me deixado na mão (nessa época já havia aberto mão da garantia). Na realidade o primeiro mecânico me enganou e apenas deu uma carga na bateria, sendo que o segundo trocou a bateria e desativou o sensor do pezinho (que eu havia diagnosticado que estava falhando), mas o que resolveu mesmo o problema foi a troca do retificador que eu mesmo fiz (usei um Chiaratto específico para Mirage 250).

Com 10 mil quilômetros mandei fazer uma limpeza de bicos (hoje tenho conhecimento que era desnecessária) que me resultou em três problemas: o especialista colocou velas incompatíveis, quebrou o cachimbo de vela e ainda danificou o bico injetor. Como não tinha conhecimento para diagnosticar isso, paguei por uma revisão na Edgar Soares que resolveu todos estes problemas causados pelo mexânico FDP. :evil:

Também tive que trocar o cabo do acelerador duas vezes (a manopla que coloquei e que estava mordendo o cabo) e também a tampa do magneto que perdi (usei a da Intruder 125 que é mais bonito).

Resumidamente o único problema grave foi o regulador/retificador, sendo que os demais foram provocados por inabilidade dos mecânicos. O resto foi manutenção preventiva além da trocar o óleo, esticar corrente e lavar.

Resumo
É uma moto que não deve ser largada e ter a sua manutenção preventiva negligenciada (na verdade nenhuma das motos atuais gosta), mas que é bastante confiável depois de ter seus problemas crônicos sanados. Melhor ainda se o candidato a proprietário se dispuser a buscar informações nos fóruns e no guia de serviços ou caso conte com um mecânico de sua confiança.

Se indico? Claro!!! :D Não só indico como teria outra. Aliás, não estaria vendendo a minha caso pudesse ter duas motos (comprei uma Shadow).
O custo benefício de uma Mirage 250 usada é excepcional. Atualmente há boas motos a venda por preços bastante chamativos e com a vantagem de serem motos que, em muitos casos, já foram estabilizadas e ainda terão muitos anos de uso pela frente (desde que bem conservada).

Meu único arrependimento foi ter comprado uma moto zero e pagado por uma garantia que dificilmente é prestada de acordo o que se espera (abri mão da garantia porque as revisões eram caras e demoradas além das concessionárias estarem fechando).

Espero ter ajudado as pessoas que estão buscando informações para decidirem que moto comprar. Procurei colocar os fatos juntamente com minhas opiniões para tentar deixar as pessoas formarem suas próprias opiniões sobre esta boa máquina que é a Mirage 250.

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1ª Hunter 90cc 2006
2ª Mirage 250cc 2012
3ª Midnight XVS 950cc 2014
agpcardoso
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Hoje quando sai com o carro me sugiu essa duvida, Qual a maneira correta de dar partida na mirage?

Motivo:
Desde qdo comprei a mirage sofro pelo famoso problema de que depois que esquenta, ocorrem dificuldades de pegar e depois de levar em autorizadas diferentes e todos falarem que está normal desisti de correr atrás.

Só que hoje notei que qdo viramos a chave do carro, o carro também faz aquele barulhinho de injeção, mas bem mais baixo. Então resolvi dar a partida no carro igual eu faço na mirage e o resultado foi DIFICULDADE EM PEGAR. Pegou só na terceira tentativa sendo que sempre pega de primeira.

A maneira que dou partida na mirage é a seguinte.

1- Viro a chave
2- Aperto a embreagem
3- Ligo o botão vermelho (Interruptor de corte)
(Nesse momento inicia aquele barulho da injeção)
4- Aguardo o barulho da injeção parar
5- Depois que para dou a partida.

Será que o problema é esse? Aguardar o barulho parar?
Qdo aguardei o barulho da injeção do carro parar para dar a partida, houve dificuldade em pegar.

Será que devo dar a partida enquanto a injeção faz o barulho?

OBS: Eu sei que poderia fazer esse teste na moto ao invés de perguntar, mas só conseguirei faze-lo no sábado, e a ansiedade me mata...hehehe
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dougnaestrada
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ernesto walter escreveu:
dougnaestrada escreveu: O ponto negativo fica por conta do câmbio que teima e não engatar o neutro com a moto parada e o motor ligado. Nesse caso o piloto tem que se planejar para desengatar a moto com ela ainda em movimento.
Este problema eu resolvi usando um óleo bom ,que não é especifico para motos.
É o TOP TURBO,que eu tambem usei na kansas que eu tinha e que eu vendi com 45000 km.
Quem quiser saber sobre este óleo: http://comunidade.motonline.com.br/foru ... mitstart=0 ou este aqui: http://dafra.forumais.com/t2947-qual-o- ... rbo+kansas
E também foi usada em motos maiores: http://comunidade.motonline.com.br/foru ... mitstart=0
Ernesto,

Não vejo problemas em testar outros óleos desde que sejam de especificação igual ou superior aos recomendados pelos fabricantes. Aí vale até óleo de caminhão! (se não me engano as HDs usam)

Não conheço esse Top Turbo, mas se ele se enquadrar dentro das especificações, acho válido, caso contrário poderá causar prejuízos no longo prazo.

Na minha Mirage usei Motul 3000 em todas as trocas (efetuadas a cada 3000 Km).

Abraço,
Doug
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dougnaestrada
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agpcardoso escreveu:Muito bacana seu relato.

Pelas fotos notei que você não trocou a posição do retificador como muitos aqui fazem.

Você chegou a fazer um teste onde depois de rodar um tempo, tirar o banco e encostar o dedo no retificador chiaratto?

Se sim, pode dizer se ele esquenta a ponto de não conseguir deixar o dedo lá?

O meu não deu problema, mas estou pensando em comprar um desses e trocar só por segurança.
Meu medo é a moto apagar do nada numa rodovia movimentada por causa desse retificador problemático.
Agpcardoso,

Não fiz o "exame de toque" na pobre, portanto não sei dizer quanto à temperatura. O que fiz foram inspeções visuais nos fios e plugues e estavam todos em perfeito estado (muito diferentes de como estavam). Lembrando apenas que não usei os plugues da moto ou do retificador novo (cortei tudo e usei conectores sindal com os fios devidamente estanhados - até o mecânico elogiou minha instalação :)).

Acredito que o melhor teste para saber se seu retificador está funcionando corretamente é feito com o multímetro testando tanto a moto quente quanto fria. Veja se ele está entregando a voltagem correta (veja como testar aqui ou aqui).

Abraço,
Doug
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ernesto walter
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dougnaestrada escreveu:
ernesto walter escreveu:
dougnaestrada escreveu: O ponto negativo fica por conta do câmbio que teima e não engatar o neutro com a moto parada e o motor ligado. Nesse caso o piloto tem que se planejar para desengatar a moto com ela ainda em movimento.
Este problema eu resolvi usando um óleo bom ,que não é especifico para motos.
É o TOP TURBO,que eu tambem usei na kansas que eu tinha e que eu vendi com 45000 km.
Quem quiser saber sobre este óleo: http://comunidade.motonline.com.br/foru ... mitstart=0 ou este aqui: http://dafra.forumais.com/t2947-qual-o- ... rbo+kansas
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Ernesto,

Não vejo problemas em testar outros óleos desde que sejam de especificação igual ou superior aos recomendados pelos fabricantes. Aí vale até óleo de caminhão! (se não me engano as HDs usam)

Não conheço esse Top Turbo, mas se ele se enquadrar dentro das especificações, acho válido, caso contrário poderá causar prejuízos no longo prazo.

Na minha Mirage usei Motul 3000 em todas as trocas (efetuadas a cada 3000 Km).

Abraço,
Doug
A especificação é:
15W-40 API CI-4/SL , sendo que a parte da classificação CI-4 é referente aos motores diesel e a parte da classificação SL é referente aos motores gasolina,por isso atende aos dois tipos de uso,ou seja,frota mista.
Não se deve colocar óleo com especificação somente CI,pois são exclusivamente para diesel.

Abraço.
ex Kansas 150 atual mirage 250 12/13
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ernesto walter
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Hoje troquei o retificador de lugar.
Coloquei na frente do motor,preso no suporte de buzina,que na minha estava sem uso.
Ele ainda é original,da marca magnetron.
Depois de instalado,fiz medição de carga da bateria:14,35V em marcha lenta e 14,75V em 5000 RPM.Acho que está bom.
Abraços
ex Kansas 150 atual mirage 250 12/13
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ernesto walter
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Cheguei agora à pouco de um test-drive para saber o resultado da modificação do retificador.
Andei cerca de 45 km entre estrada(Airton Senna) e cidade,chegando em casa pus a mão no retificador.Ele estava morno.
Aproveitando para falar sobre a troca de óleo.Eu sempre coloquei 1,5 litro sem a troca de filtro,e como verifico o nivel semanalmente,percebia que na primeira semana abaixava um pouco e depois estabilizava.
Quem ja teve uma kansas sabe que os manuais induzem ao erro,ao ponto de na kansas muitos motociclistas perdem o motor com uma km muito baixa,travando ou danificando o cambio.Vejam neste fórum: http://dafra.forumais.com/t2487-medicao ... kansas-150.
Resolvi seguir o procedimento indicado no manual (pag 25) para verificar o nivel após a troca,e para minha surpresa o nivel com 1,5 litro de óleo fica entre as marcas MAX e MIN do visor(exatamente o nivel que eu percebia depois de uma semana da troca).
Acrescentei 100 ml e repeti a operação e ainda não chegou ao nível MAX.
Para chegar ao nÍvel MAX precisei acrescentar mais 100 ml,totalizando 1,7 litro para chegar ao nível MAX,que é o que eu considero ideal,pois no caso de alguma perca por vazamento ainda terá uma boa quantidade antes de chegar ao nivel MIN,sem contar que mais óleo refrigera melhor o motor.
Esta característica de alguns fabricantes par iludir o consumidor a respeito do nivel de óleo pode ser constatada aqui: http://minhaprimeiramoto.blogspot.com.b ... tes-e.html.
Abraços
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agpcardoso
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E ae pessoal?

Eu nunca tinha tomado chuva com nenhuma moto, sempre foi no maximo uma garoa.

Hj resolvi almoçar no serra azul e qdo voltei peguei uma p... chuva na saida da bandeirantes para marginal pinheiros em um ponto que não tinha nenhum posto nem nda para parar e aguardar a chuva passar. Choveu ate um pouco de granizo.

Fiquei com medo da moto me deixar na mao, mas A mirage se mostrou valente

Eu passei por umas poças muito grandes de água fora a agua que os carros jogavam

Uma duvida e que o motor da mirage esquenta bastante e uma chuva dessas com água espirrando de tdo q e lado nao pode dar um choque termico em peças como cilindro, radiador de oleo ou outra que esquente muito?

Muitos de vcs ja pegaram chuva forte assim com a mirage efi? Como ela se comportou?
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3ª Midnight XVS 950cc 2014
dougnaestrada
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agpcardoso escreveu:E ae pessoal?

Eu nunca tinha tomado chuva com nenhuma moto, sempre foi no maximo uma garoa.

Hj resolvi almoçar no serra azul e qdo voltei peguei uma p... chuva na saida da bandeirantes para marginal pinheiros em um ponto que não tinha nenhum posto nem nda para parar e aguardar a chuva passar. Choveu ate um pouco de granizo.

Fiquei com medo da moto me deixar na mao, mas A mirage se mostrou valente

Eu passei por umas poças muito grandes de água fora a agua que os carros jogavam

Uma duvida e que o motor da mirage esquenta bastante e uma chuva dessas com água espirrando de tdo q e lado nao pode dar um choque termico em peças como cilindro, radiador de oleo ou outra que esquente muito?

Muitos de vcs ja pegaram chuva forte assim com a mirage efi? Como ela se comportou?
Mirage é valente e não é feita de sonrisal... Pode molhar a vontade que não dissolverá :)

Com a minha peguei chuvas de lavar a alma e o único problema que tive foi com o relé do pisca, mas depois eu realoquei ele e protegi com um plástico e nunca mais ele falhou.

Nunca fiquei sabendo de problemas relacionado a água batendo em motor quente. Parece que a ECU dos modelos injetados até 2011 molhavam um pouco, mas não tenho certeza...

abs.,
Doug
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