Mikami muito obrigado pelas sugestões e dicas, ajudaram bastante, vou dar o lance e vamos ver o que vai acontecer...Mikami escreveu:Olá mr_rocha, estava no seu mesmo dilema, consórcio pela CNK, dinheiro para dar de lance e em dúvida sobre a quebra da marca, como a CNK também está quebrada e só está terminando os grupos que restam para fechar de vez, fiquei mais preocupado e tentei ver com a CNK se me devolveriam o $$ que já havia pagado e me avisaram que só me devolveriam no término dos grupos em andamento, conversei com eles também sobre a carta de crédito se poderia tirar moto de outra marca e só posso fazer isso se não tiver mais o modelo em que eu optei no consórcio, em vez de arriscar em ficar sem o $$ e sem a Moto, optei por ficar com a Moto, como era um sonho de ter a Mirage e até os acessórios fui comprando enquanto o consórcio estava em andamento, agora pelo menos estou usufruindo da moto.mr_rocha escreveu:É amigos, lendo as noticias, nada boas por sinal, neste momento fiquei muito preocupado...
estou pagando ainda um consorcio kasinski, o antigo, pela CNK, estou com dinheiro para dar um lance nem sei mais oque faço, meu medo é ficar sem nada e ter que entrar na justiça...
alguém passando pela mesmo problema ...agradeço sugestões não sei o que fazer;
Acho que vcê não tem muitas opções por isso dê logo o lance e tire logo a moto, se correr o bicho pega e se ficar vcê tem chance de lutar contra o bicho tstststs.
Um abraço
Mikami
Kasinski: Fábrica, Concessionárias & Pós Vendas
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Se a Hyossung já não havia se interessado na época em que o velho Kasinsky tirou o time de campo passando a bola para o Cláudio Rosas, porque iria se interessar agora, quando o cenário econômico (micro e macro) está pior?dougnaestrada escreveu:Minha esperança seria a Hyosung investir e ficar com a parte que era da Zongshen. Aí sim ganharia credibilidade.
" A smooth sea never made a skilled mariner "
Seria ótimo, mas improvável, acho que o problema tá na KASINSKI...não tem espaço para ela. Por que que a Hyosung assumiria um passivo gigante, uma marca de reputação dúvidosa e de quebra queimaria seu nome?dougnaestrada escreveu:Minha esperança seria a Hyosung investir e ficar com a parte que era da Zongshen. Aí sim ganharia credibilidade.
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agpcardoso
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A notícia parece boa, sinal de que realmente tem um investidor para entrar na jogada, porém só teremos certeza depois que a primeira moto 2014 for fabricada, eqto isso é só especulação.
Se der certo, haverá uma sobrevida na empresa, agora uma coisa que não deve ser feita é investir fortunas em vendas e nenhum real em pós venda.
Não adianta vender milhões de motos e não ter autorizada, nem mecanicos capacitados e nem peças para atender a garantia. Tudo tem que ser balanceado.
Se der certo, haverá uma sobrevida na empresa, agora uma coisa que não deve ser feita é investir fortunas em vendas e nenhum real em pós venda.
Não adianta vender milhões de motos e não ter autorizada, nem mecanicos capacitados e nem peças para atender a garantia. Tudo tem que ser balanceado.
leolyra escreveu:Kasinski negocia com novo sócio para sair da crise
Por Eduardo Laguna e Vanessa Dezem | De São Paulo
Regis Filho/Valor / Regis Filho/Valor"Não conseguimos prever a crise de crédito do setor. Agora, o aporte de capital do fundo será suficiente para arrumar a casa", afirma Claudio Rosa
Em profunda crise desde 2012, a fabricante de motos Kasinski prevê tomar um novo rumo. O empresário Claudio Rosa, que adquiriu a empresa em conjunto com o grupo chinês Zongshen em 2009, busca uma saída para reerguer o negócio, abalado pelo declínio do mercado de motos no Brasil e pela saída dos chineses, sua grande fonte de investimentos. Uma parceria com um fundo brasileiro é o desfecho mais provável para a continuidade das operações da empresa.
"Não conseguimos prever a crise de crédito do setor, senão teríamos colocado o pé no freio. Agora, o aporte de capital do fundo será suficiente para arrumar a casa", afirmou Rosa, ao Valor. Sem adiantar qual é o fundo com o qual negocia, o empresário explica que a ideia é que ele mesmo compre a participação de 50% dos chineses na empresa, com subsídio do fundo, que por sua vez vai aumentar o capital e diluir a participação de Rosa, que cairá para 30%. "Com capital de giro, voltaremos à normalidade", completou o empresário.
Mas esta volta à normalidade vai representar uma empresa bem menor do que a de dois anos atrás. A produção vai voltar ao patamar de 2009 - 20 mil motos por ano - quando o renomado empresário Abraham Kasinski (pioneiro na fabricação de auto-peças no Brasil) a vendeu para Rosa, em joint venture com os chineses.
Em seu melhor momento, em 2011, a companhia faturava R$ 310 milhões e tinha uma capacidade produtiva anual de 110 mil unidades em Manaus. Entre as cinco maiores fabricantes do país, anunciou no início de 2012 uma fábrica de veículos elétricos em Sapucaia (RJ), com investimentos de R$ 120 milhões, em parceria com a Light, vislumbrando a produção de cinco versões de bicicletas elétricas e, no futuro, motos elétricas.
Em 2012, no entanto, o mercado de motos começou a dar os primeiros sinais de dificuldades. Com as classes C, D e E representando a maioria dos compradores e cerca de 80% dos negócios feitos com pagamentos por financiamento ou consórcio, o setor sofreu com o enxugamento do crédito concedido pelas instituições financeiras.
Em maio de 2012, o índice de inadimplência em financiamento de veículos chegou a 6,1%, segundo dados do Banco Central. De acordo com levantamento feito pela Abraciclo, a entidade que representa a indústria brasileira de duas rodas, apenas 20% dos pedidos para a compra de motocicletas eram aprovados na época. Nos tempos de bonança, a aprovação dos bancos superava os 50%.
"Muitas empresas menores pararam de produzir. O mercado ficou estocado", explicou o executivo. Endividada, a Kasinski começou a reestruturar seus débitos com os bancos, por meio de uma estrutura de debêntures, com carência e prazos alongados. O grupo chinês, no entanto, acabou não aprovando a reestruturação e acordou com Rosa a procura de mais um investidor para o negócio. O empresário fez apresentações a investidores e encontrou três possíveis sócios. No fim do ano passado, no entanto, os chineses decidiram sair da Kasinski.
Difíceis, os anos de 2012 e 2013 foram de prejuízo para a empresa. O empresário não revela os resultados, mas a fábrica de Sapucaia nunca chegou a entrar em operação. O quadro de 600 pessoas reduziu-se a 90 funcionários. Com a fábrica de Manaus parada há seis meses, a produção foi deslocada para uma área menor, com a capacidade instalada cortada ao meio, de 50 mil motos por ano.
"Para a Zongshen, não valia a pena ter uma operação pequena no Brasil. Os chineses assumiram falta capacidade de gerir operação internacionalmente", afirmou. Anualmente, o grupo chinês fabrica mais de duas milhões de motocicletas. Na Kasinski, investiu cerca de US$ 40 milhões desde 2009.
Enquanto tramita o acordo com o fundo, Rosa renegocia as dívidas da companhia - hoje estimadas em R$ 65 milhões - com os bancos. O empresário não vê a necessidade de pedir recuperação judicial, mas tampouco enxerga bons ventos para a indústria. "Se o crédito melhorar em 2015, será uma melhora suave", diz.
Leia mais em:
http://www.valor.com.br/empresas/342857 ... z2tCoZgjVe
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agpcardoso
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FONTE: https://www.facebook.com/955veiculos
Carta da Kasinski aos Concessionários hoje 13/02/2014, lembrando que estamos informando nossos clientes, pelo respeito que temos como concessionários, não somos fabrica, estamos juntos no mesmo barco: "NÃO VAMOS PARAR".
São Paulo, 13 de janeiro de 2014.
Prezado concessionário,
No último mês de dezembro estivemos reunidos e falei abertamente sobre a situação da companhia. No nosso encontro, citei a data de final de janeiro como tempo estimado para o encerramento das negociações para a entrada de um novo sócio investidor. Estamos no início de fevereiro e percebi que algumas matérias incorretas saíram na imprensa nos últimos dias. Por isso estamos conversando com os principais veículos do setor (matéria do jornal Valor Econômico em anexo) para passar a informação correta.
Gostaria de atualizá-los a respeito do andamento destas negociações.
Em primeiro lugar: O prazo. Com as festividades do Ano Novo chinês, por cerca de duas semanas os chineses paralisam os trabalhos e saem de férias. Por conta deste evento acabamos estendendo um pouco mais o prazo para a finalização das negociações.
Vale destacar também que as diferenças culturais e de entendimento dos chineses também contribuem para a morosidade do processo, uma vez que a velocidade asiática é bem menor do que estamos acostumados nas Américas e Europa.
Em segundo lugar acho muito importante explicar alguns detalhes sobre a negociação que está em andamento.
Trata-se de uma nova formatação para a Kasinski. Um fundo-investidor está diretamente empenhado nas tratativas finais com a Zongshen. Neste cenário, a Zongshen sai simplesmente da sociedade, mas continua como fornecedora de produtos e tecnologia para a Kasinski.
A própria Zongshen nestes últimos dois anos assumiu a dificuldade e a falta de experiência de gerir operações internacionalmente. Recentemente a chinesa deixou parcerias nos Estados Unidos e no Canadá.
Portanto, a notícia de que a Zongshen saiu do Brasil simplesmente não procede. Atualmente a empresa chinesa ainda continua como sócia e fornecedora da Kasinski. A partir da entrada do novo fundo-investidor, ela deixa de pertencer ao quadro societário e continuará apenas como nossa fornecedora de produtos e de tecnologia.
Vou posicioná-los conforme ocorram evoluções nas negociações.
Continuamos confiantes que o novo fundo-investidor e a Zongshen em breve encerrarão as tratativas.
Atenciosamente,
Claudio Rosa Junior
Presidente da Kasinski
Carta da Kasinski aos Concessionários hoje 13/02/2014, lembrando que estamos informando nossos clientes, pelo respeito que temos como concessionários, não somos fabrica, estamos juntos no mesmo barco: "NÃO VAMOS PARAR".
São Paulo, 13 de janeiro de 2014.
Prezado concessionário,
No último mês de dezembro estivemos reunidos e falei abertamente sobre a situação da companhia. No nosso encontro, citei a data de final de janeiro como tempo estimado para o encerramento das negociações para a entrada de um novo sócio investidor. Estamos no início de fevereiro e percebi que algumas matérias incorretas saíram na imprensa nos últimos dias. Por isso estamos conversando com os principais veículos do setor (matéria do jornal Valor Econômico em anexo) para passar a informação correta.
Gostaria de atualizá-los a respeito do andamento destas negociações.
Em primeiro lugar: O prazo. Com as festividades do Ano Novo chinês, por cerca de duas semanas os chineses paralisam os trabalhos e saem de férias. Por conta deste evento acabamos estendendo um pouco mais o prazo para a finalização das negociações.
Vale destacar também que as diferenças culturais e de entendimento dos chineses também contribuem para a morosidade do processo, uma vez que a velocidade asiática é bem menor do que estamos acostumados nas Américas e Europa.
Em segundo lugar acho muito importante explicar alguns detalhes sobre a negociação que está em andamento.
Trata-se de uma nova formatação para a Kasinski. Um fundo-investidor está diretamente empenhado nas tratativas finais com a Zongshen. Neste cenário, a Zongshen sai simplesmente da sociedade, mas continua como fornecedora de produtos e tecnologia para a Kasinski.
A própria Zongshen nestes últimos dois anos assumiu a dificuldade e a falta de experiência de gerir operações internacionalmente. Recentemente a chinesa deixou parcerias nos Estados Unidos e no Canadá.
Portanto, a notícia de que a Zongshen saiu do Brasil simplesmente não procede. Atualmente a empresa chinesa ainda continua como sócia e fornecedora da Kasinski. A partir da entrada do novo fundo-investidor, ela deixa de pertencer ao quadro societário e continuará apenas como nossa fornecedora de produtos e de tecnologia.
Vou posicioná-los conforme ocorram evoluções nas negociações.
Continuamos confiantes que o novo fundo-investidor e a Zongshen em breve encerrarão as tratativas.
Atenciosamente,
Claudio Rosa Junior
Presidente da Kasinski
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torresbeto
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Sei lá, parece mais uma atitude desesperada do que um aviso
Não importa qual a sua moto, o vento é o mesmo para todos!


Difícil confiar nele, essa é a questão torresbeto, mas a esperança é a última que morre.
Prefiro morder a língua que ver tantos colegas que veneram as Mirages tomando prejuízo, assim como tem o pessoal das Comet e sem falar nas de menor cilindrada que estão por aí.
Prefiro morder a língua que ver tantos colegas que veneram as Mirages tomando prejuízo, assim como tem o pessoal das Comet e sem falar nas de menor cilindrada que estão por aí.
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agpcardoso
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Audio de entrevista com Claudio Rosa falando da Kasinski
http://www.cbnfoz.com.br/editorial/foz- ... map=%5B%5D
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Novas noticias sobre a Kasinski. Destaquei as partes que achei mais importante.
Kasinski ainda respira
por motonline | 14.02.2014
Siga @motonlineTweet
Cláudio Rosa: a espera de um acordo
Cláudio Rosa: a espera de um acordo
Numa tentativa de mostrar ao mercado que ainda tem salvação, o ainda principal executivo da Kasinski, Claudio Rosa Junior, convidou apenas três jornalistas – Motonline inclusive – para um café numa mesa de bar e para dizer que a Kasinski está na expectativa de assinar um acordo com um novo grupo de investidores que poderão assumir a empresa.
Rosa informou que ainda não há acordo assinado, tampouco qualquer garantia de que isso ocorrerá. “Esse novo grupo investidor poderá injetar na Kasinski cerca de R$30 milhões para ficar com 70% ou 80% da empresa e, caso isso se concretize, decidir seu destino”, explicou Rosa. Ele disse também que essa solução tiraria a CR Zongshen da sociedade, que voltaria a ser simplesmente fornecedora de produtos para a Kasinski.
A empresa hoje está com as atividades quase totalmente paralisadas, tem ainda em estoque motos fabricadas no final de 2011 e início de 2012 para distribuir para as 60 concessionárias da marca que ainda resistem, está com 90 funcionários, diminuiu drasticamente suas instalações em Manaus (AM) e está com a situação financeira totalmente comprometida à espera deste acordo.
“Se o acordo for assinado, acredito que a Kasinski poderá alcançar a estabilidade em alguns meses com vendas no patamar de 1.800 motos por mês sem grandes mudanças na linha de produtos”, prevê Rosa. Quando isso ocorrerá? “Espero que nos próximos 60 dias, mas não posso garantir nada”, concluiu.
http://www.motonline.com.br/kasinski-ainda-respira/
Kasinski ainda respira
por motonline | 14.02.2014
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Cláudio Rosa: a espera de um acordo
Cláudio Rosa: a espera de um acordo
Numa tentativa de mostrar ao mercado que ainda tem salvação, o ainda principal executivo da Kasinski, Claudio Rosa Junior, convidou apenas três jornalistas – Motonline inclusive – para um café numa mesa de bar e para dizer que a Kasinski está na expectativa de assinar um acordo com um novo grupo de investidores que poderão assumir a empresa.
Rosa informou que ainda não há acordo assinado, tampouco qualquer garantia de que isso ocorrerá. “Esse novo grupo investidor poderá injetar na Kasinski cerca de R$30 milhões para ficar com 70% ou 80% da empresa e, caso isso se concretize, decidir seu destino”, explicou Rosa. Ele disse também que essa solução tiraria a CR Zongshen da sociedade, que voltaria a ser simplesmente fornecedora de produtos para a Kasinski.
A empresa hoje está com as atividades quase totalmente paralisadas, tem ainda em estoque motos fabricadas no final de 2011 e início de 2012 para distribuir para as 60 concessionárias da marca que ainda resistem, está com 90 funcionários, diminuiu drasticamente suas instalações em Manaus (AM) e está com a situação financeira totalmente comprometida à espera deste acordo.
“Se o acordo for assinado, acredito que a Kasinski poderá alcançar a estabilidade em alguns meses com vendas no patamar de 1.800 motos por mês sem grandes mudanças na linha de produtos”, prevê Rosa. Quando isso ocorrerá? “Espero que nos próximos 60 dias, mas não posso garantir nada”, concluiu.
http://www.motonline.com.br/kasinski-ainda-respira/
Atc,
LeoLyra
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dougnaestrada
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Era só ela comprar a operação e mudar a marca. Faz igual a Vivo que matou a marca Telefônica que estava queimada.RDM escreveu: Seria ótimo, mas improvável, acho que o problema tá na KASINSKI...não tem espaço para ela. Por que que a Hyosung assumiria um passivo gigante, uma marca de reputação dúvidosa e de quebra queimaria seu nome?
Doug
Keep your bike in good repair, because motorcycle boots are not confortable for walking
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