Cara, a moto não é ruim, claro que não é maravilhosa, mas nunca chega a ser uma bomba... acho que, pela sua inexperiência (é o que fica aparente) você não soube resolver pequenos problemas. A questão da luz EFI acender e não encontrar nada no scanner já foi falado aqui várias vezes. Quando o problema é algum sensor que acusa algum problema intermitente, esse erro não fica armazenado na ECU, só tem como saber na hora que a luz acende, para isso era somente entrar no modo de diagnóstico (isso já foi explicado aqui no fórum). Infelizmente a maioria dos badecos das concessionárias não sabem disso! Se você tivesse procurado por soluções em outro lugar que não fosse só na concessionária, você teria resolvido seu problema. Alguns poderão dizer "se eu comprei um moto zero quilometro a concessionária tem que resolver tudo", ...pois é, eles não resolvem e o prejuízo é só seu. Tomou uma "ré" enorme e com certeza lucraram na sua moto duas vezes.intrudson escreveu:Daí pessoal, beleza?
Não sou usuário frequente, mas acompanho as novidades e depoimentos dos companheiros.
Venho deixar meu relato e minha indignação para o conhecimento de todos.
Em julho de 2011 fiz a grande besteira de me desfazer de uma intruder 250 2001 com menos de 8.000 km para comprar uma mirage 250 zero! Durante bastante tempo pesquisei sobre a moto e acompanhei o depoimento de proprietários de mirage. E, infelizmente cheguei à desastrada conclusão de que era melhor ter uma moto nova e com maior facilidade de reposição de peças do que ter uma moto que já estava fora de linha... Que asneira, se arrependimento matasse...
Até que a moto completasse os 3.000 km mais ou menos, tudo foi alegria. A beleza da moto realmente impressiona, as pessoas perguntando sobre ela e eu até cheguei a recomendá-la a um amigo.
Na hora da revisão dos três mil começaram os problemas. A maldita luz do EFI começou a acender por qualquer motivo e a qualquer hora e nunca foi descoberto o motivo. Sempre levei a moto à autorizada e nenhum outro mecânico tocou nela. Um dos mecânicos que mexeu nela chegou a aconselhar que ignorasse a luz do painel!!!!
Foram trocadas (?) algumas peças na tentativa de adivinhar o problema; foi passado o tal scanner incontáveis vezes e nada! Uma vez a moto se negou a ligar e teve que ser rebocada.
Enfim, eu já não andava mais na moto porque conforme manda o manual, em caso de acender a luz do EFI deve-se procurar imediatamente uma concessionária autorizada sob pena de perda de garantia.
Como ir trabalhar se antes eu deveria deixar a moto na oficina, sempre? Como andar com a moto sem olhar para o painel? Como sair para passear sem saber se voltaria? Como investir em acessórios para enfeitar uma bomba? Eu não consigo imaginar a moto com 40.000 km como uma intruder 125 que tive. Quantas vezes ela teria visitado a oficina?
Alguém poderá dizer que tive azar ou que deveria entrar na justiça, mas se eu compro um bem novo, eu quero usufruir dele sem preocupação e sem precisar contar com sorte. Chega de problemas!
Conclusão: consegui vender a moto através da concessionária onde a comprei com menos de um ano de uso. Claro que com um grande prejuízo em dinheiro, mas prefiro assim a continuar com essa porcaria. Nunca mais quero saber de kasinski. Me livrei de uma enorme bucha e não quero nem lembrar dessa burrada. Não desejo isso para meu melhor desafeto.
A partir de agora volto para uma intruder 125, não dá problema e posso sair de casa com a moto e sei que volto!!!
Boa sorte a quem tiver coragem, mas não aconselho a jogar nesta loteria.
LIVREI-ME DESSA BOMBA!!! GRAÇAS A DEUS!!!
um abraço a todos
Para saberem:
Mirage 250 efi 2010/2010
02 anos de uso diário
25 mil kilometros rodados
problemas:
retificador queimado - troca pelo da Falcon (R$ 130,00)
botão de acionamento da buzina quebrou - troquei o punho/chave de luz (R$ 140,00).

