Intruder 125: Opiniões de proprietários

Motos: Suzuki Intruder, Suzuki Boulevard, Suzuki Savage, Suzuki Marauder, etc.

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Danne
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Registrado em: 17 Set 2009, 21:05
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O principal cuidado é com o amaciamento. Pegar estrada sem poder passar dos 5k rpm é meio cabreiro.
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Roberto_Cesar777
Mensagens: 4
Registrado em: 09 Ago 2010, 14:07
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Boa Tarde
Estou querendo comprar uma intruder 125cc, e tenho 1,80m, e peso 96 kg, queria saber se ela é boa para eu poder andar sendo uma pessoa alta, queria saber se eu teria dificuldades com ela?
shiranduarte
Mensagens: 116
Registrado em: 29 Abr 2010, 18:05
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Essa pergunta é uma das 5 mais comuns em relação à Intruder.

A minha opinião é, que se esta deverá ser sua primeira moto a Intruder serve e serve bem. Se você está mudando de uma cilindrada maior para uma 125cc vai se sentir desconfortável.

Com o seu tamanho não deverá encontrar na Intruder, mais problemas do que encontraria em qualquer outra 125 ou 150cc.

Se você tem pernas compridas recomendo a compra e instalação de um comando avançado. Se o seu problema maior é o peso, recomendo a instalação de um banco estilo "Road King" da marca Erê ou Peninha Bancos.
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LeAnDrÃoSoU+InTrUdEr
Mensagens: 168
Registrado em: 15 Mar 2010, 03:14
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Esse banco agora será minha proxima meta, pois numa viagem a nossa retaguarda é quem sofre mais... por isso já me decidi minha proxima aquisição será um banco Erê desses!!!

Fui... 1 Abraço!!!
Intruder... Adventure Style!
PHN!! Obrigado Senhor Jesus!!!
hdapaz
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Registrado em: 05 Nov 2010, 13:33
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Olá! Fechei ontem a compra de uma Intruder 2011, to mega hiper ancioso para que ela esteja logo em minhas mãos, o que será na semana que vem.

To em duvida em uma coisa, vi aqui mesmo no forum que para amaciar o motor não deve se passar dos 5000 rpm, correto... E quanto em Km/h mais ou menos a moto alcança nesse giro? Pois a minha intenção ja era pega-la e estrear na estrada ja, indo para o litoral sul de SP. Preciso me preocupar com isso [média de velocidade na Imigrantes, que é bem movimentada] ou não?

Abraços pessoal!!!

^^
Mr Allans
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hdapaz escreveu:Olá! Fechei ontem a compra de uma Intruder 2011, to mega hiper ancioso para que ela esteja logo em minhas mãos, o que será na semana que vem.

To em duvida em uma coisa, vi aqui mesmo no forum que para amaciar o motor não deve se passar dos 5000 rpm, correto... E quanto em Km/h mais ou menos a moto alcança nesse giro? Pois a minha intenção ja era pega-la e estrear na estrada ja, indo para o litoral sul de SP. Preciso me preocupar com isso [média de velocidade na Imigrantes, que é bem movimentada] ou não?

Abraços pessoal!!!

^^
Hdapaz,
Antes de tudo parabéns pela aquisição essa é uma moto extremamente boa, apesar da cilindrada. Eu tenho uma que peguei a 1 ano e meio e só tenho alegria, tanto que de imprevisto só tive problema de pneu furado, já que faço revisões a cada 3000 sem falta e ja estou nos 25000km.

Agora respondendo a pergunta, a 5000~6000rpm vc andará no maximo a 60km/h com a trudi. É realmente pouco, por isso que não é aconselhável pegar estrada antes dos 1000 e da revisão dos 1000km. Eu confesso que chegava algumas veses a 70km/h mas nao abusei tanto. Também só utilizei gasolina aditivada neste período e agora de vez em quando dependendo da grana.

É isso ai, é so vc cuidar dela a risca que vc não se preocupa com nada cara. não sei até onde está interado na manutenção de motos mas também é bom não descuidar quanto ao óleo e ao filtro de óleo também.
Mesmo sem grana eu faço tudo que precisa e de recompensa ela me leva pra qualquer lugar sem qualquer problema.
Até mais e parabéns!
Allan Lima

1-Intruder 2009 Gertrudes
2-Fazer 250 2006 Morena
3-Intruder 2012 Pandora
hdapaz
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Mr Allans escreveu:
hdapaz escreveu:Olá! Fechei ontem a compra de uma Intruder 2011, to mega hiper ancioso para que ela esteja logo em minhas mãos, o que será na semana que vem.

To em duvida em uma coisa, vi aqui mesmo no forum que para amaciar o motor não deve se passar dos 5000 rpm, correto... E quanto em Km/h mais ou menos a moto alcança nesse giro? Pois a minha intenção ja era pega-la e estrear na estrada ja, indo para o litoral sul de SP. Preciso me preocupar com isso [média de velocidade na Imigrantes, que é bem movimentada] ou não?

Abraços pessoal!!!

^^
Hdapaz,
Antes de tudo parabéns pela aquisição essa é uma moto extremamente boa, apesar da cilindrada. Eu tenho uma que peguei a 1 ano e meio e só tenho alegria, tanto que de imprevisto só tive problema de pneu furado, já que faço revisões a cada 3000 sem falta e ja estou nos 25000km.

Agora respondendo a pergunta, a 5000~6000rpm vc andará no maximo a 60km/h com a trudi. É realmente pouco, por isso que não é aconselhável pegar estrada antes dos 1000 e da revisão dos 1000km. Eu confesso que chegava algumas veses a 70km/h mas nao abusei tanto. Também só utilizei gasolina aditivada neste período e agora de vez em quando dependendo da grana.

É isso ai, é so vc cuidar dela a risca que vc não se preocupa com nada cara. não sei até onde está interado na manutenção de motos mas também é bom não descuidar quanto ao óleo e ao filtro de óleo também.
Mesmo sem grana eu faço tudo que precisa e de recompensa ela me leva pra qualquer lugar sem qualquer problema.
Até mais e parabéns!
Valeu Mr Allans, realmente é pouco para encarar, limite de velocidade de lá é 120 km/h, seria engolido pelo trafego, hehehe. Agora, como que funciona esse lance do amaciamento, quero dizer, qual seriam as perdas se eu por ventura ultrapassar os 5000 rpm constantemente [não que eu va fazer isso, claro, hehehe...] Abraços!!!
Mr Allans
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hdapaz escreveu: Valeu Mr Allans, realmente é pouco para encarar, limite de velocidade de lá é 120 km/h, seria engolido pelo trafego, hehehe. Agora, como que funciona esse lance do amaciamento, quero dizer, qual seriam as perdas se eu por ventura ultrapassar os 5000 rpm constantemente [não que eu va fazer isso, claro, hehehe...] Abraços!!!
Olha, as consequências eu não sei te dizer ao certo mas até onde sei, vc não verá problemas a curto prazo, mas sim a longo prazo(favor alguem me corrigir se necessário). O motor pode apresentar algum tipo de problema mais tarde, que no caso seria mais cedo do que o normal... ou mesmo encurtar a sua vida útil, mas repito que não dou certeza.

Abraço!
Allan Lima

1-Intruder 2009 Gertrudes
2-Fazer 250 2006 Morena
3-Intruder 2012 Pandora
hdapaz
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Mr Allans escreveu:Olha, as consequências eu não sei te dizer ao certo mas até onde sei, vc não verá problemas a curto prazo, mas sim a longo prazo(favor alguem me corrigir se necessário). O motor pode apresentar algum tipo de problema mais tarde, que no caso seria mais cedo do que o normal... ou mesmo encurtar a sua vida útil, mas repito que não dou certeza.

Abraço!
Entendi mano Allans, valeu cara! Por via das duvidas é sempre melhor seguir as regras, hehehe. Agora é ter paciência e esperar até que a minha esteja emplacada... Eita dias que não passar, hahaha...
caruso
Colaborador
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Registrado em: 01 Ago 2008, 01:42

Amaciamento

Texto: Geraldo Tite Simões
Moto novinha, recém-saída da revenda. Viajar? De jeito nenhum, ela está amaciando. Levar garupa? A mesma coisa. Sair com ela, apenas muito devagar, até completar os primeiros mil quilômetros Essas são as preocupações de um novo proprietário de uma motocicleta zero quilômetro, porém, nem todos sabem exatamente para que serve o período de amaciamento. Outro tipo de pessoa é aquela que não acredita em amaciamento, e ainda, algum tempo depois, diz que “a minha moto anda mais porque amaciei no pau”. Dois extremos de procedimento, ambos errados.

Amaciar uma motocicleta nova é uma tarefa simples, mas que exige um conhecimento mínimo do proprietário; para que este saiba o porquê da coisa, e um pouco de paciência. Mas do bom amaciamento dependerá a durabilidade do motor. Não abusar das altas rotações é uma das recomendações básicas para o amaciamento do motor. Isso não quer dizer que não se pode passar dos 5.000 rpm de jeito nenhum, como pensam alguns. Esquentar bem o motor com a moto parada também é um procedimento desaconselhável, mas que se costuma se ver com muita freqüência. A melhor maneira para amaciar um motor é usar o bom senso.
O que “amacia”
Apesar do termo, nada dentro de uma motocicleta fica mais "macio" depois de
algum tempo de uso. O período chamado de amaciamento serve para que as peças que atritam entre si adaptem-se, reduzindo assim as perdas por atrito. O melhor exemplo disso, é o conjunto pistão-anéis-cilindro, cujo atrito é bastante considerável devido à grande área de contato entre as peças. Como cada componente é produzido separadamente, é óbvio que eles não se encaixam com precisão micrométrica, e muito menos são exatamente lisos (mesmo que a olho nu isso pareça acontecer).

Quando o motor é montado, sempre existem regiões entre essas peças nas quais o contato é mais ou menos intenso, justamente com um atrito maior ou menor. O amaciamento consiste no desgaste dessas diferenças para que os próprios componentes busquem pelo atrito sua melhor adaptação. Outro ponto importante no amaciamento é a rugosidade das superfícies dessas peças. Por mais que elas pareçam lisas, sempre existe uma certa rugosidade que fará o atrito maior que o normal em uma moto já rodada. Durante amaciamento essas rugosidades extras são eliminadas também pelo próprio atrito entre as peças.

Devido a esses dois fatores, o “amoldamento” entre os componentes e o “alisamento” de suas superfícies, fica claro o porquê de um motor amaciado ser mais solto que um não-amaciado: além do atrito ser menor, as folgas são maiores. Isso acontece em todas as partes do motor, como virabrequim, bielas, comando de válvulas e até engrenagens do câmbio, porém, em maior intensidade no pistão, anéis e cilindro.

Assim, os primeiros quilômetros com uma motocicleta zero devem ser mesmo cercados de um certo cuidado, mas sem exageros. O amaciamento tem seu motivo, razão pela qual os fabricantes recomendam um uso diferenciado neste período. Como existe um desgaste muito maior que o normal, as partículas que se desprendem das peças em movimento ficam soltas dentro do motor. Em motores quatro tempos, onde o óleo fica confinado, as partículas soltas vão para o cárter e contaminam o óleo de lubrificação, principalmente nos primeiros 500 km.

Os componentes do câmbio, que no motor quatro tempos são lubrificados pelo mesmo óleo do motor, são menos sujeitos aos problemas do amaciamento, já que as engrenagens trabalham a uma rotação muito menor, mesmo assim, o desgaste existe, mas em menor proporção. E no câmbio de motos quatro tempos existe ainda o problema do óleo contaminado com partículas metálicas perder a capacid.ade de lubrificação, já que é o mesmo que lubrifica o motor.

Quando o motor dá a sua primeira funcionada nas mãos de seu novo proprietário, seus componentes estão praticamente intactos, apesar de a moto ter sido testada na fábrica. Qualquer rebarba, mesmo que imperceptível, começa a ser aparada desde esse momento. Fica fácil perceber então por que é necessário um cuidado especial nesse período. Um tranco mais forte, uma acelerada de jeito, podem tirar essa rebarba e alguma coisa a mais. E o uso abusivo do motor poderá ocasionar um ponto localizado de aumento de temperatura, justamente por causa de uma dessas rebarbas, que se alastrará rapidamente, podendo, na pior das hipóteses, causar a fusão do material (o motor funde e trava).
Como amaciar
Com todos estes pequenos problemas, que na verdade não passam de uma situação temporária, sempre fica a dúvida: será que o motor está sendo amaciado corretamente? De acordo com os técnicos da Yamaha, o período de amaciamento das motos da marca deve ser orientado literalmente como está no manual de instruções de cada modelo. Depois dos 1.000 km, quando o óleo do câmbio deve ser trocado, a moto já está amaciada. Outra recomendação da Yamaha é nunca acelerar a moto parada além dos 5.000 rpm, ou ela entrará em over-spinning (fora de giro). Isso quer dizer que, sem nenhuma carga (o câmbio em ponto morto), o motor poderá subir de giro mais do que o esperado.

Já os técnicos da Honda são mais maleáveis em relação ao amaciamento de suas motocicletas. Até os primeiros 500 km, a moto poderá ser utilizada normalmente, apenas tomando o cuidado para não exagerar na rotação do motor, que deve ficar até cerca de dois terços da rotação máxima. Mas isso não quer dizer que não se pode acelerar um pouco mais de vez quando, só que por um curto período. N0 fim dos primeiros 500 km, a troca de óleo é fundamental pois, ao contrário dos motores dois tempos, o quatro tempos acumula uma quantidade muito grande de partículas metálicas, provenientes do desgaste inicial dos componentes (o amaciamento propriamente dito). Além disso, existem muito mais componentes móveis, como comando de válvulas, válvulas e todos os seus acionamentos, o que significa uma quantidade extra de partículas que contaminam o óleo do cárter.

Para qualquer tipo ou marca de motocicleta, existem as recomendações normais para o período de amaciamento. Esquentar bastante a moto parada é uma coisa que não se deve fazer nem com uma moto muito usada, quanto mais com uma que está amaciando, o correto é aquecê-la apenas o suficiente para sair rodando. Isso porque a refrigeração do motor, mesmo nos modelos com arrefecimento líquido, depende da circulação do ar à sua volta. Se o ar está parado, o motor aquecerá irregularmente e prejudicará o amaciamento.

Já rodando, manter o motor em altas rotações também deve ser evitado durante esse período, mas outra coisa que deve ser evitada é manter a motocicleta a uma velocidade constante por longo tempo, mesmo que essa velocidade seja pequena. I Acontece que a variação da rotação no motor ajuda a limpar os componentes internos, favorecendo a “elasticidade”, ou seja a trabalhar bem em diversas rotações.

Uma outra coisa que se costuma dizer a respeito do amaciamento, é que um motor amaciado “no pau” acaba ficando com mais potência que outro amaciado na boa. Isso não tem fundamento, uma vez que o melhor motor é aquele que tem tem os componentes internos bem assentados e sem folgas excessivas. Seja lá qual for a maneira como o motor é utilizado durante o amaciamento, este acontecerá, de uma I forma ou de outra. Um motor que durante esse período foi utilizado acima de seus limites, mesmo que não trave, acaba ficando com folgas excessivas antes do tempo. Já outro motor que foi amaciado com um superpreocupado e cuidadoso motociclista não ficará pior que qualquer outro, apenas demorará mais tempo para ficar “solto”.
Por fim, a maior recomendação que se pode dar a alguém que pretende fazer um bom amaciamento é: manter a moto em perfeito estado, seguir as recomendações do fabricante e ficar atento a qualquer irregularidade que possa surgir.
*Texto originalmente escrito em 1987
Fonte:Motonline
Caruso


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