Já que entramos nesse assunto de média... queria saber como vocês fazem... Desde o começo abasteço sempre no mesmo posto e sempre 10 litros. Então vou rodando com a torneira de combustível na posição principal. Quando sinto a moto dar umas engasgadas, rodando mesmo eu mudo a torneira pra posição reserva e na hora sinto a moto voltar a puxar normal. Nesse momento eu marco a quilometragem que eu rodei.
O problema é que quase nunca isso acontece perto do posto em que sempre abasteço, então, acabo rodando mais um trecho na reserva até abastecer. Então vão mais 10 litros e zero o marcador de kilometragem e volto a posição da torneira pro principal. Mas eu não sei se consigo médias confiáveis assim... já obtive variações grandes (com certeza por causa do trecho que eu rodo em reserva).
Quem puder dar uma dica nesse assunto... agradeço!!!
Eu sempre que completo o tanque zero o odometro parcial dela, ai é só rodar e completar novamente o tanque o que é facil pois raramente eu não completo o tanque, alias se fiz muIto isso foi umas 5 vezes pois não levei confiança no posto.
Vamu que vamu e abraçosss...
_________________ Só há uma coisa melhor do que ver o nascer do sol sobre o guidão de uma moto.
Desvirtuando um pouco o assunto, queria postar algumas impressões dos primeiros 500km.
Completei este fim de semana os primeiros 500km da moto, e posso dizer que estou gostando muito.
Nos primeiros dias fiquei incomodado com alguns barulhos, referentes a vibrações em algumas partes da moto. Quase todos eu mesmo resolvi (soluções do tipo "magaiver"), porém ainda há uns poucos e com o tempo vou cuidando disso. Na maior parte é um aperto de parafuso aqui, uma proteção entre os metais, coisa muito pouca.
Só está com um barulho na suspensão dianteira, quando passo em "tapa-buraco". Toda vez dá um pequeno "toc" quando passo numa elevação um pouco mais brusca, mas acho que é o famoso reaperto da mesa que vai resolver. Quando for pra primeira revisão creio que resolva com facilidade.
Economia: a moto se mostrou muito econômica pra mim: fez 32,9km/l. Como observou o Paludo, aqui no DF é quase tudo plano e não tem muito semáforo ou cruzamentos. É só reta, sem parar. Minha média é de 60 a 80km/h o tempo todo, por isso a média de consumo é bem baixa, tornando a moto bem econômica. Gostei muito desse aspecto, pois uso a moto todo dia pra ir trabalhar e almoçar em casa.
Porte: um dos melhores pontos da GR250T3, tem porte de moto de muito maior cilindrada. Todo mundo que vê a moto pergunta se é 600cc. Teve um cara que perguntou se era 1200cc (não entendia muito de moto, diga-se de passagem). Com relação à moto em si, é muito robusta e passa muita segurança na pilotagem, mesmo em alta velocidade. Ocupa bastante espaço no trânsito, por isso não consigo colocá-la em todos os lugares em que colocava a NEO (ainda não tenho a perícia do Jovi, mas estou no caminho). Em contrapartida, os carros respeitam muito mais, além dos ônibus e caminhões conseguirem me enxergar. É moto muito boa pra andar na cidade, só não peguei trânsito muito pesado com ela (ainda estou inseguro pra andar no corredor, mas que dá, dá).
Suspensão: A suspensão é boa, e transmite poucos impactos ao piloto. Senti uns solavancos somente em desníveis, no qual pensei estar montado num cavalo! Mas a suspensão traseira da minha está no 3, e dá pra amolecer bastante ainda. Vou fazer isso na revisão.
Fora os desníveis que falei, pequei poucos buracos com ela e posso dizer que é mais firme do que a NEO nesses casos, apesar de ambas terem rodas 16". A suspensão influencia nisso, mas também o peso da moto, a posição de pilotagem, a tala do pneu, enfim, não é moto pra buraco mas se passar em um ela se comportará dignamente, como uma boa custom o fará.
Rendimento: Como estou no amaciamento, não fico forçando o motor. Não estico as marchas pois chego a 60km/h quase sem torcer o acelerador - aqui em Brasília raramente dá pra passar de 60 pois tem radar pra todo lado. Só dei duas esticadas com a moto pois já estava ficando ansioso por só andar devagar. Na sexta andei 40km em duas rodovias aqui do DF (as rodovias cruzam dentro da cidade), e numa delas levei a moto até 100km/h. Foi fácil chegar a essa velocidade, e ainda tinha muito cabo pra mais, porém o radar estava logo à frente e tive que parar. Na madrugada de sábado pra domingo peguei outra rodovia que tinha poucos radares e cheguei a 110km/h, também com facilidade pois era uma descida. Tinha motor pra is mais, porém estou amaciando e não quis forçar (além de ter um viaduto em curva bem à frente). Senti a moto mais "desamarrada" depois das estripulias, principamente entre 60 e 80km/h.
Como o post já está muito grande, depois coloco mais impressões.
ERsqueci de comentar: peguei um pequeno trecho de estrada de chão com a moto. Foi coisa pouca, uns 4km. O percurso foi tranquilo, mas deu pra ver que é só pra asfalto mesmo... Mas quando precisei dela no freio ela não derrapou em nenhum momento - até quando freei mais forte por um quebra-molas no meio da estrada.
Não que ela seja pau pra toda obra, mas se precisar ela se porta muito bem.
Desculpe se estou falando demais, mas quero passar as impressões que tenho com a moto para "clarear" um pouco pra quem pensa em comprar uma (e também aprender um pouco com as dicas de vocês, é claro).
Hoje fiquei na mão: Vinha para o serviço e acabou a gasolina no meio da estrada. Havia deixado a torneira da gasolina na horizontal, pois haviam me dito que assim só gastaria o tanque principal, e não a reserva. Errado... Gastou tudo inclusive a reserva, e parei a 1,5Km do posto. Coloquei gasolina mas a moto deu um trabalhão pra pegar (levei até um mecânico pois achei que ia dar problema). Após muitas tentativas - muitas mesmo - a moto pegou como se nada tivesse acontecido. Graças a Deus.
De positivo, só a média de consumo que consegui tirar: 33,1km/l.
Essa posição horizontal da torneira, seria apontando para a marca "PRI" ?
Observe o manual da moto, na página 12 consta:
" CUIDADO
A posição PRI deve ser utilizada somente para manutenção. Nunca posicione o registro na posição PRI. Caso contrário, poderão ocorrer sérios danos ao motor."
Me lembro bem quando retirei a moto na loja que me fizeram esta recomendação enfaticamente. Não me deram uma explicação técnica que esclarecesse muito, mas tanto a vendedora como o mecânico da loja avisaram para atentar a isso.
No mais, felicidades aí, colega!! _________________ Entre chegar primeiro e chegar inteiro... me contento com a segunda opção.
Essa posição horizontal da torneira, seria apontando para a marca "PRI" ?
Observe o manual da moto, na página 12 consta:
" CUIDADO
A posição PRI deve ser utilizada somente para manutenção. Nunca posicione o registro na posição PRI. Caso contrário, poderão ocorrer sérios danos ao motor."
Me lembro bem quando retirei a moto na loja que me fizeram esta recomendação enfaticamente. Não me deram uma explicação técnica que esclarecesse muito, mas tanto a vendedora como o mecânico da loja avisaram para atentar a isso.
No mais, felicidades aí, colega!!
Estava exatamente na posição PRI.
Esse é um problema: estou sem o manual da minha (quando comprei, não veio), daí não tenho algumas informações importantes.
Até agora não notei danos, mas vou procurar investigar isso.
Enviada: 02.08.10 18:19 Assunto: Torneira da gasolina
Boa tarde a todos. Andei pesquisando aqui no site, e vi no fórum da Virago:
Postado por sgustavo - Lembrando que na virago a torneira de combustivel possui um diafragma, e apos a torneira o combustivel tem que passar pela bomba para depois chegar ao carburador.
No caso da torneira tambem ha um teste facil ,tente andar com ela na posição horizontal ou seja no "PRI",esta posição elimina a função do diafragma de dar passagem ao combustivel, só lembrando de voltar na posição normal quando a moto for ficar desligada por muito tempo,como por exemplo durante a noite."
Como a GR250T3 tem muita coisa semelhante, será que a torneira da nossa serve pra mesma coisa da Virago?
Isso está me lembrando a explicação "pouco técnica" que me deram na loja. Disseram que essa posição "PRI" deixa a gasolina "descer direto". Será então que a gasolina escorreria, chegando aos pistões e - no caso de ficar muito tempo - acabaria contaminando o óleo do motor?
Se eu não estiver viajando muito e for algo tipo isso, faz sentido acreditar que podem ocorrer danos, já que o óleo perderia a viscosidade. E seria mais ou menos fácil constatar: checando uma amostra do óleo que estiver no motor, vendo a viscosidade e o cheiro também. _________________ Entre chegar primeiro e chegar inteiro... me contento com a segunda opção.
A minha eu sempre deixo na posição de taque cheio pois sei quando a gasolina vai entrar na reserva,ai é só virar a torneira para reserva e ir ao proximo posto de confiança e encher novamente o tanque,
Eu só fiquei uma vez nem na rua mas na oficina do meu mecanico de confiança em Avaré, pois eu falei pra mim mesmo, como vou viajar aqui a pouco, paro na oficina troco o óleo e vou ao posto reabastece-la não deu, e olha que pra mim ir ao mecanico tenho que passar em frente do posto.
Vamu que vamu e abraçosss...
_________________ Só há uma coisa melhor do que ver o nascer do sol sobre o guidão de uma moto.
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