1800 km numa Intruder 250 ano 98

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lcsm1966
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18 Fev 2016, 15:21

Quando você faz uma viagem só de ida de 1800 km com tudo o que pode carregar numa moto das pequenas os motivos não podem ser simples. No meu caso juntaram-se vários. Ter ficado sem emprego, o fim de um relacionamento, a procura de um novo tipo de atividade profissional, a percepção de que o lugar onde estava morando já não era o mesmo de quando eu cheguei, um filho que quer se independizar, e a vontade de uma mudança mais radical.
Com isso tudo acontecendo foi que eu saí de Porto Alegre com um destino na cabeça que depois, ainda na estrada, mudou e acabou sendo Belo Horizonte. Voltei a onde iniciei minha vida no Brasil cinco anos atrais. Agora é só procurar que a vida possa seguir.

Mas vamos para a viagem.

A intenção original era de fazer trechos de 600 km aproximadamente cada dia. Quando nos deparamos com a realidade a gente se da conta de onde está o limite do próprio corpo. E no meu caso não era em 600 km por dia.

Além disso o jeito em que eu coloquei a bagagem não foi o melhor. Eu estava carregando duas alforjes (de dois malas cada uma obviamente), uma no banco e outra passando por cima do baú da moto. Duas mochilas, saco de dormir e barraca caso tocasse dormir na estrada, roupas e calçado para a chuva, e o item quase principal, meu amigo e companheiro Jack.
O jeito de arrumar a bagagem mudou depois da intervenção de dois mestres na arte de carregar uma moto: o Prof. Flavio e o Negão. O que me permitiu ficar bem mais confortável para pilotar.

O primeiro dia eu saí de Porto Alegre com destino Barra Velha em Sta.Catarina para pernoitar na Pousada Nova (propriedade do Flavio e da Liane). Além de ter que lidar com o jeito ruim em que eu tinha arrumado a bagagem na moto tive, nesse trecho, um dos três piores passagens da viagem. Desde bastante antes de Laguna ate bastante depois dessa cidade peguei um vento muito muito forte de frente e de lado. Tanto assim que o consumo da moto, que normalmente estava em uns 23 km/l baixou sem avisar a 17 km/l. O que me deixou na reserva bem antes do esperado. Conseguir chegar quase com o cheiro de gasolina ate um ponto onde tinha um posto do outro lado da rodovia. Baixei para uma via lateral onde tinha umas casinhas muito lindas com grandes jardins e deixei a moto com o Jack na gaiola estacionada na acera. Cheguei ate uma das casas e um cara muito amável me emprestou um galãozinho. Atravessei a rodovia ate o posto enchi o galão, na volta o mesmo cara me emprestou um funil e com esses 5 lts e gasolina consegui chegar ate outro posto onde completei o tanque e voltei ao consumo normal.

Uma observação aparte, válida para toda a viagem, passando por todos os estados por onde passei: incrivelmente tem muuuuitos postos de gasolina que não tem gasolina aditivada. Só comum e diesel. Coisa que eu achei um absurdo. Mas… E nosso Brasil, né?

Varias pessoas, desde carros, me filmaram entanto estava na estrada. Obviamente pela carga e pelo fato de estar levando o Jack. Ele foi a estrela da viagem. Não tinha lugar por onde a gente passasse que não tivesse alguém perguntando por ele.

Em um posto de gasolina antes de Florianópolis encontrei um cara que estava recorrendo América de bicicleta. Ele estava vindo do Amazonas e ia para Chile. Você não dava nada pelo cara e lá ia ele deixando seu rastro pelo mundo com toda a humildade.

Já perto de chegar na Pousada numa dos últimos (se não o último) posto de gasolina em que parei não consegui aguentar a moto ao colocar encima do cavalete central e caiu encima de mim. Por sorte sem consequencias nem para mima, nem para a moto nem para o Jack.

Depois de quase 12 hs de viagem consegui chegar na Pousada. Me senti como Shackleton chegando nas Georgias do Sul depois de ficar anos perdido na Antártida (exagerado né?). Estava esgotado e com dores em todo o corpo. Quase sem forças. Aí foi que apareceu mais um irmão da grande família dos Motociclistas (com M maiúscula sim). O Flavio e a Liane me receberam, me convidaram a jantar e me deram alojamento num dos quartos da Pousada.

Depois de altos papos com eles y uma boa hidratação com bebida de cereal fermentada (aka birras, brejas, cevas, e outros nomes) morri na cama com a intenção de ressuscitar na manha seguinte para seguir viagem.

No dia seguinte resucitei sim. Mas não deu para seguir viagem. Não tinha parte do corpo que não doesse. Era um tipico caso de junta. Sim, junta tudo e joga no lixo. Aí, com a permissão dos donos do lugar, decidi ficar mais um dia para recuperar forças.

Esse dia o Flavio tinha combinado com o Negão para mexer na Vulcan dele. Iam colocar os acessórios da antiga Vulcan na nova. O Negão é um mestre na arrumação de carga em motos. Mototaxista e motoboy profissional e com um máster na universidade da vida em bom senso e habilidades para resolução de problemas aleatórios o cara, junto com o Flávio deram um jeito, depois de termos acabado com a moto do Flávio, de arrumar a minha carga de maneira que minha posição de pilotagem ficasse do melhor jeito possível levando em conta as circunstâncias. E foi desse jeito que eles acharam que consegui fazer o resto da viagem com um mínimo de incomodidade.

No dia seguinte já tinha decidido que os trechos seriam de 400 km aprox. cada um. Nem que me levasse mais dias chegar no destino. E parti de Barra Velha com destino a cidade de Registro, antes de São Paulo. Cidade que ia atravessar no dia seguinte.

Neste dia o problema foi a chuva. Ate depois de Curitiba o dia esteve nublado com nuvens passando de um lado para outro no céu. Algumas mais escuras outras nem tanto. Mas assim que saí do posto de gasolina em que abasteci depois da cidade começou a chuviscar. E depois de um dos tantos pedágios poco mais pra frente, a chuva começou com força. Parei, vesti a capa de chuva mas não troquei de botas. Deixei as de borracha na bagagem e segui com as de couro. Grave erro. Achei que a coisa ficasse em pancadas curtas. Mas aquilo, a partir de que comecei a descer a serra assim que entrei no estado de São Paulo, parecia o diluvio universal. É uma beleza você começar a descer uma serra com placas aos lados da estrada que falam que aquilo é perigoso, que tem alta taxa de acidentes, pavimento escorregadio e tudo isso e que comece a chover daquele jeito que você quase não enxerga 500 mts pra frente. E com os pés molhados. O céu completamente fechado. Nem cogitar a possibilidade de que fosse a parar em breve. E assim foi que cheguei em Registro.

A ideia original era procurar algum lugar onde montar a barraca e dormir no saco de dormir. Impossível. Deveria ter levado um bote inflável e não uma barraca. Meio tinha parado quando cheguei mas ainda chovia. A solução foi ficar num hotel. Entrei no primeiro hotel na beira da estrada que achei assim que passei da entrada da cidade. O Estoril Palace Hotel. A principal preocupação era que me deixassem ficar com o Jack. E… milagres acontecem. Não fizeram nenhum problema pelo Jack. Tinham uns apartamentinhos no fundo muito bem arrumados e com todas as comodidades onde passamos a noite. Tinha muita coisa muito molhada. Aí, como quando me mostraram o lugar me fizeram passar pelo lavadouro e vi que tinham uma centrifugadora industrial, pedi para o pessoal do hotel para secar algumas coisas (botas incluídas) nessa centrifugadora. Sem problema. Em menos de media hora tinha tudo o que tinha dado para eles secarem bem sequinho e até quente. Jantei no hotel e dormimos pensando em pegar a estrada no dia seguinte para atravessar São Paulo.

No dia seguinte… chovia. E chovia, e chovia, e chovia e caía água pra caramba.
Como eu não conheço (nem quero conhecer, não se ofendam amigos paulistas) São Paulo eu precisava de alguém de lá para me fazer de guia na travessia. Quem se ofereceu foi o grande Vital Yasumaru quem eu conheço do encontro de Motoscustom em Teresópolis no 2013. Mas ele tinha que entrar a trabalhar depois do médio dia. Assim que eu tinha que chegar a Itapecerica da Serra (km 285) com tempo suficiente para que Vital pudesse me guiar a traves da cidade e entrar a trabalhar na hora certa. Com a chuva caindo arrumei a bagagem como consegui e assim que parou um pouco voltamos a estrada. Mas seguiu chovendo. Com chuva sabemos que não da para ir muito depressa. Assim que comecei a ficar mais perto da cidade a chuva começou a parar e o céu ficou livre de nuvens. Mas aí chegou a descida da Serra do Cafezal. O segundo trecho mais ruim de toda a viagem. O estado da estrada é tão ruim, tão cheio de buracos, tem tanto caminhão e tanto trânsito e curvas e com parte da estrada em obras que em um momento vi que a casinha do Jack começava a escorregar para atrais. Tive que segurar com a mão esquerda a casinha e continuar pilotando com a direita ate encontrar um lugar onde parar para arrumar de novo a carga. Por sorte tinha um espaço onde paravam alguns carros do pessoal das obras onde consegui estacionar em posição suficientemente horizontal e voltei a tirar as coisas para assegurar de novo tudo com as cordas e redes elásticas. Uma vez feito isso voltamos a descida.

Chegamos no PE as 11:40 onde já estava esperando o Vital. Abasteci, Jack deu uma esticada nas patas e partimos para atravessar o monstro. O Vital tinha falado que íamos ter que fazer corredor em alguns trechos. Depois eu comprovei que estes paulistas são exagerados pra caramba. Os corredores em São Paulo são quase uma pista a mais de tanto espaço que tem. Bom. Sem brincadeiras. Sem o Vital não teria conseguido atravessar a cidade. Mas… Como não poderia ser de outra maneira, na metade do percurso aconteceu um problema. Eu tinha trocado a relação antes de sair. Prato, corrente e pinhão novos. E mais de 1000 km depois com aquela carga e aquelas estradas (a descida do cafezal sobretudo) da para imaginar que aquilo tinha se esticado pra caramba. Ate o ponto de que a corrente saiu do prato. Por sorte foi bem perto de um lugar da cidade onde deu para enfiar as motos para arrumar a questão. Eu tinha as ferramentas necessárias para voltar a colocar a corrente no lugar e dar uma esticada nela. Só que tive que tirar tudo o que tinha encima do baú que era onde estavam as ferramentas. Casinha do Jack e alforjes fora, ferramentas na mão e pronto. Assunto solucionado. Quem ficou mas prejudicado foi o Vital que teve que avisar que ia chegar tarde ao trampo. Minhas desculpas mais uma vez irmão Vital. Uma vez arrumada a bagagem novamente continuamos a travessia da cidade. Por uma vez posso xingar com conhecimento de causa em carne própria ao prefeito de SP. Addad, vai pra @$&*+#& caral**. Essa ideia de limitar a velocidade a 50 km/h é absurda completamente. Foi engraçado ver como tinha motociclistas que ao passar por diante de um radar esticavam a mão e tampavam a placa da moto. Em fim. Depois de vários minutos de rodar por aquela loucura de trânsito chegamos na outra ponta. De caminho a Belo Horizonte (que foi, ao final, o destino) na Fernão Dias. Agora só tinha que chegar em Atibaia onde estavam me esperando dois membros do Route 831 com sede em Extrema – MG.

Na medida que ia me distanciando de SP as nuvens iam voltando. Tanto que poco antes de chegar em Atibaia tive que parar num posto de gasolina para voltar a vestir as roupas e botas de chuva que tinha tirado quando encontrei com Vital.

Cheguei em Atibaia no restaurante onde me esperavam os irmãos do Route, almocei em tanto eles terminavam o que estavam fazendo e partimos os três (eles de combi e eu na moto)….. Partimos????? Nãooooooo. Tivemos que esperar que passasse uma chuvarada de loucos onde parecia que o oceano estava caindo desde os céus. So depois de que parou quase del tudo foi que conseguimos partir para Extrema.

E aqui chegamos a um ponto da viagem onde só se pode destacar o que nos, motociclistas de corpo e alma, conhecemos muito bem mas que muitos dos que não são do mundo das duas rodas não tem nem ideia de como é. Aqui é onde você vé qual é o verdadeiro sentido da palavra irmandade. Quando eu comentei com Flávio, em Barra Velha – SC, que ia atravessar SP e queria passar a noite logo depois antes de seguir a viagem ele comentou no seu FB o assunto e recebeu retorno de uma irmão motociclista amigo dele. O Carlão. Membro do Pássaros Livres MT de Mogi Mirim SP . Ele percebeu que provavelmente meu caminho ia me fazer passar por Extrema – MG e contatou com o presidente do Route 831 MC de Extrema - MG, o Branco, com quem eu contatei e foi atendido como se a gente se conhecesse de toda a vida. Foi com ele e com o Gordinho que eu me encontrei em Atibaia e com quem rolei ate Extrema.

Nunca tinha escutado falar da cidade de Extrema – MG. A cidade é realmente muito bonita. Tipica cidade do interior mineiro. Tranquila e cheia de morros, subidas e descidas beeeem íngremes. A paisagem é uma beleza.

La fiquei na casa do Gordinho e da Mari como se a gente fosse amigos de anos. Não só isso, os membros do MC me convidaram a um jantar em casa de outros membros do Route com uma comida deliciosa, cerveja boa e outros líquidos ainda melhores. Muita boa conversa. Muitas risadas. E gente incomparável. Verdadeiros representantes do espírito motociclista.

No outro dia, depois de um café da manha delicioso preparado pela Mari e de arrumar algumas coisinhas na moto, o Gordinho e Branco me guiaram ate a saída da cidade de Extrema para seguir rumo a BH.

Meus irmãos do Route 831, dizer obrigado é dizer pouco. Saibam que tem lugar onde ficar quando estiverem por BH. A gente se encontra na estrada ou na casa algum de nos em qualquer momento.

E partimos o Jack e eu rumo ao destino final. Por sorte, depois de 2 dias onde a chuva complicou muito, sem nada de água caindo do céu. A viagem não teve nenhuma particularidade para destacar. Foi tranquilo. Sem complicações. Com mais postos sem gasolina aditivada no caminho. Com bastante calor na estrada. Tudo tranquilo… ate começar a ficar mais perto de BH. Aí a estrada começa a virar loucura. Depois de Betim, quase em Contagem, vi dois caminhões que tinham ficado no canteiro central da rodovia com uma diferença de menos de um km entre um e outro. Subidas e descidas em grande quantidade. E aqui chegou o terceiro pior momento da viagem. O percurso dentro de BH. Agora não tinha ninguém para me guiar ate a casa onde ia chegar. Só tinha o Waze que instalei no celular por conselho do irmão AJ lá em Porto Alegre. Asim que não tinha outra opção. Liguei o Waze e me deixei levar (nunca melhor dito). O programinha ate que me levou ao destino mas me enfiou umas duas ou três vezes em lugares pouco recomendáveis (por falar suavemente do assunto). Não sei se porque não tinha outro jeito de chegar ou porque o Waze não liga para o entorno das ruas por onde indica circular. O pior: os morros da cidade e o estado de muitas das ruas. Sobretudo se você vai carregado como eu estava. O Jack deve ter sofrido muito mais dentro de BH do que nos restantes 1770 km de estrada que fizemos juntos. E minhas costas, meu pescoço, meus braços e minhas mãos devem ter feito mais força do que no resto da viagem. Ao final chegamos a destino.

Agora, depois deste final de semana de recuperação de energias começa a aventura mais importante. Voltar a arrumar emprego e continuar com a vida pra frente.

Uma menção especial para a heroína da viagem: a moto. Uma Suzuki Intruder 250 que teve o motor modificado. Está com pistão de CB450 o que converteu ela em uma 270cc.
Antes de sair de Porto Alegre eu tinha levado para a oficina para revisar o motor. Trocaram pistão e aros, retificaram as válvulas de saída para que não tivessem escape de gases e assentaram bem e regularam tudo o que dava para regular. Como já falei, troquei a relação. Fiz troca de óleo. E deixei ela andando do melhor jeito possível.
Isso tudo deu muito certo. Fora o problema com a corrente e um probleminha que já existia com um mal contato no relé dos piscas que foi facilmente arrumado em Extrema a bichinha não deu nenhum trabalho. Não perdeu nem uma gota de óleo. Não ficou sem força. Não se rendeu perante nenhum caminhão. Freiou e acelerou sempre que eu freiei e acelerei. Respondeu sempre sem problemas.
Meu agradecimento a Full Motos de Porto Alegre. O mecânico Marcio fez um ótimo trabalho. Sobretudo levando em conta o chato que eu fico quando se trata da minha moto. Se alguém estiver em Porto Alegre e tiver problemas com a moto ou precisar comprar alguma coisa para ela pode passar por lá e falar com Raul ou Mauricio. Dois compatriotas que fazem maravilhas com as motos e tudo o necessário para que os clientes saiam satisfeitos.

Obrigado a todos os que apoiaram a viagem e seguiram ela no FB e outras redes. Em especial para AJ em POA, Flávio, Liane e Negão em Barra Velha, todos os membros do MC Route 831 – Extrema e todos os que na estrada ajudaram, apoiaram e fizeram a viagem possível. E um obrigado especial para meu amigo e companheiro de viagem que aguentou como um campeão a pesar de ter sido a primeira vez que ele subia numa moto. Obrigado Jack. Ate a próxima viagem.
Na vida e na moto, para manter o equilíbrio é necessário estar em movimento.
cros
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18 Fev 2016, 18:10

Tu podia dividir esse postão em vários e incluir umas fotos (caso tenha tirado, levou uma máquina a prova dágua?)!!!
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Hoje Falcon 2007
lcsm1966
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18 Fev 2016, 18:19

Eu coloquei dividido no facebook. Aqui o texto fica fixo e quem quiser pode ler aos poucos que não vai sumir na linha de tempo.

Fotos só tenho algumas que foram tiradas pelos membros do Route 831 de Extrema. Eu não tirei quase nenhuma. Só alguma de paisagens.

Mas se não lembro mal não dá para subir fotos ao servidor do foro e não dá para ficar subindo fotos em outro lugar para depois colocar o endereço aqui.
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cros
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18 Fev 2016, 18:22

lcsm1966 escreveu: Mas se não lembro mal não dá para subir fotos ao servidor do foro e não dá para ficar subindo fotos em outro lugar para depois colocar o endereço aqui.
Ao contrário, o forum não tem servidor de fotos, mas o problema são os servidores gratuítos que volta e meia fecham ou criam regras idiotas, mas ainda tem muitos que ainda dá pra usar...

Eu to usando o http://postimage.org/
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Hoje Falcon 2007
RenanSP
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19 Fev 2016, 08:24

Bonito relato. Além dos limites superados, demonstra bem o espírito de camaradagem e irmandade que ultrapassa os limites territoriais.

Como o Cros relatou, só senti falta de algumas fotos da viagem, e do companheiro Jack!

Boa sorte no restabelecimento da tua vida amigo!
"I wish not the doctrine of ignoble ease, but the doctrine of the strenuous life."
cros
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19 Fev 2016, 10:20

:mrgreen:
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Hoje Falcon 2007
lcsm1966
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19 Fev 2016, 10:41

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Ovelha Negra
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19 Fev 2016, 13:16

Grande Irmão,

apenas agora ficará mais difícil rodar pelo Uruguai com o amigo, afinal aí para cima não faz aquela brisa amena e refrescante igual a de nossa viagem...

Grandes notícias...quando tiver novidades poste para saber mais das sua andanças por estas estradas...

Fazes falta pois esta madrugada saio possivelmente rumo a Rio Negrinho, mas são duas e pouco da tarde e a moto esta com a traseira desmontada tentando encaixar o bagageiro...

Sem falar que sindo falta do amigo nas aulas que começaram na segunda...e já tive que faltar na quarta. Quem vai me fornecer cola na escola???

Grande abraço deste seu admirador,

Ovelha
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